Esse curso inicia dia 14 de setembro
Blog destinado a pessoas interessadas em manter e estabelecer relacionamentos saudáveis e adquirir controle emocional e mental.
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
sexta-feira, 15 de maio de 2015
VOCÊ FAZ A DIFERENÇA
VOCÊ FAZ A DIFERENÇA TRATA-SE DE UMA CAMPANHA CRIADA POR MIM EM 2009
COM O INTUITO DE FAZER AS
PESSOAS OBSERVAREM AS ATITUDES POSITIVAS DOS
OUTROS E DIZER À ELAS O QUANTO
ESSAS ATITUDES FAZEM DIFERENÇA NA VIDA
DAS PESSOAS E NO DIA A DIA DE TODOS.
A IDEIA SURGIU DA CONSTATAÇÃO DE
QUE VIVEMOS NUMA SOCIEDADE CRÍTICA E
NEGATIVA ONDE AS COISAS QUE NÃO SÃO MUITO BOAS SÃO LEVADAS EM CONTA E
AS POSITIVAS SÃO DESCONSIDERADAS.
SE VOCÊ APOIA A IDEIA PASSE A
INFORMAR AS PESSOAS SEMPRE QUE NOTAR
ATITUDES POSITIVAS NELAS. EXPLIQUE SOBRE A
CAMPANHA PARA QUE ELA
TAMBÉM PASSE ADIANTE.
BOA SEMANA.
ADRIANA
sábado, 9 de maio de 2015
SER OU NÃO SER MÃE
Hoje vou comentar sobre as mães, o
dia de comemorar o dia delas é amanhã e por isso notei como as pessoas são
preconceituosas com as mulheres que não tem filhos, seja por infertilidade ou
por escolha. Quando é por infertilidade a mulher é vista como coitada e quando
é por escolha é vista por um misto de incompreensão, indignação, taxada como
sem coração, egoísta e outros adjetivos negativos.
Então eu pensei que mesmo a
maternidade sendo da natureza feminina ela é antes de tudo uma escolha. Assim
como a maternidade existem outras características naturais do ser humano que
ele não coloca em prática e se escolhesse poderia desenvolvê-las como a
bondade, por exemplo, o ser humano nasce bom, mas pode escolher não sê-lo.
Lembrei também de tantas mulheres
que tem filhos, mas não tem vocação para ser mãe, porque não cuidam
corretamente, não tem paciência quando precisa, deixam a criança em casa sozinha
ou sob o cuidado de terceiros, enfim tem filhos porque ‘todo mundo tem’ e não
porque realmente queria, na verdade, parece que queria para não ser ‘excluída’.
Tem mães que tem filhos ‘sem
querer’ e eles pagam por não terem sido planejados, não entendo o que a criança
tem com isso, ela não obrigou a mãe a se envolver e se relacionar com o homem
que é o seu pai. Tem também as mães que não queriam, mas gostaram da ideia e
conseguem ser boas mães. Encontramos vários ‘tipos’ de mãe, mas não é isso que
eu quero discutir, mas a questão da vocação para ser mãe.
Toda vocação envolve uma escolha,
o direito de escolha que todo ser humano tem, porque mesmo sendo natural do
corpo, muitas vezes não é natural no emocional ou na vida prática de toda
mulher exercer o papel de mãe, e como em toda função que não envolve vocação
temos pessoas incompetentes, mal resolvidas, estressadas e até infelizes,
talvez arrependidas e por isso sentem-se culpadas.
Tem mulheres que tem vocação e
não sabem, a cobrança por ser uma mãe ‘suficientemente boa’ é tão grande que
algumas pensam que não vão conseguir e adiam ou desistem.
Para ser mãe basta ter condições
físicas, mas ser boa mãe é necessário vontade, empenho, dedicação, condição
financeira, cuidados com a saúde, bom relacionamento com o pai da criança,
qualidade de tempo que dedica a criança, atenção aos estudos e as amizades,
lugares que freqüenta e atividades que faz, no mínimo.
Além disso tudo, é importante que
a mãe tenha vida própria, bons relacionamentos, bom emprego, boa saúde física e
psíquica para que possa criar uma pessoa adaptada ao mundo.
Não falo isso para desmerecer
nenhuma mãe, porque o esforço não é pequeno mesmo quando não é bom, mas falo isso para que deixem de olhar
torto para as mulheres que assumem e tem coragem de dizer que não querem filhos.
Uma criança altera a vida de
qualquer pessoa consciente da importância de um ser humano. Não é uma escolha
simples como comprar um carro, mudar de cidade ou trocar de emprego; porque é,
talvez a única escolha que não dá para voltar atrás sem cometer algo triste (aborto
ou deixar para adoção ou ainda deixar com alguém e nem visitar), também não é
algo que possa desistir ou deixar para lá depois que assumiu ter a criança.
Então hoje quero chamar a atenção
para as escolhas que fazemos e que envolve a vida de outro ser humano, o filho
é outra pessoa e não uma extensão de nós mesmos, é preciso ter consciência que
não basta vontade, mas também não exige perfeição.
PS: outro dia falo das
dificuldades de ser boa mãe e os sentimentos bons e ruins resultantes desta
escolha.
FELIZ DIA DAS MÃES
Boa semana.
Adriana
quarta-feira, 6 de maio de 2015
A PROFUNDEZA DO TEU SER
"O que for a
profundeza do teu ser, assim será teu desejo.
O que for o teu
desejo, assim será tua vontade.
O que for a tua
vontade, assim serão os teus atos.
O que forem os teus
atos, assim será o teu destino."
Autor desconhecido
As pessoas
muitas vezes não entendem porque acontecem determinadas coisas em suas vidas,
não percebem que fizeram ou deixaram de fazer algo e como consequência tem o
tal destino.
Nossos atos
são determinados pelas nossas vontades e desejos, não os que falamos aos outros,
mas os verdadeiros, aqueles que nem sempre admitimos, por isso acontece de
querermos passar uma mensagem e acabar sendo interpretado de outra forma, na
verdade acabamos, sem perceber (inconscientemente) passando a mensagem do nosso
verdadeiro desejo e vontade. E isso é o mais profundo do nosso ser, aquilo que
até para nós passa despercebido.
Hoje deixo a
frase acima para você pensar: Qual é a profundeza do teu ser?
Enquanto não
souber vai continuar tendo um destino sem saber porque, enquanto não entender
de onde vem seus atos, como eles são tão automáticos, não vai saber qual é a
tua verdadeira vontade e para onde os teus desejos te levam.
É preciso
querer se autoconhecer, se responsabilizar pelos seus atos e ter coragem de
enfrentar o lado de si mesmo que ainda não conhece. Acredito que vale a pena,
pois não é fácil, mas te deixa livre, leve e em paz.
Pense nisso.
Boa semana. Adriana
terça-feira, 4 de março de 2014
Porque as relaçoes de longa data se desgastam
Depois de um longo período
retorno às postagens dando ênfase nas questões referentes aos relacionamentos, principalmente amorosos, já
que o trabalho de consultoria de casais tem sido o mais solicitado.
Porque as relações de longa data se desgastam
Primeiro precisamos lembrar o que
nos fez se interessar pelo companheiro quando o conhecemos. Naquele momento você
tinha alguma expectativa que pareceu que seria realizada, o tempo passa, você
percebe outras qualidades e defeitos na pessoa, se a tal expectativa esta sendo
realizada você permanece, senão desinteressa. Se continua na relação é por
outros motivos que não o inicial, e como fica o que você mais queria, aquela
expectativa do início?
É aqui que começam os problemas.
Primeiro é preciso identificar se a nossa expectativa não esta fora do que
qualquer ser humano pode realizar por você, exemplo: é comum as pessoas esperarem
que o companheiro as façam felizes, se essa era a expectativa, esqueça, ninguém faz
ninguém feliz. Só nos mesmos podemos nos realizar.
Questão que precisa de reflexão e
mudança de paradigma, sendo que a sociedade assim classifica o motivo das uniões,
fazerem-se felizes.
E por que isso não é possível? Simples, pense se alguém
gosta de você e você não sente o mesmo, você acha que só pelo outro gostar vai te
fazer feliz? Provavelmente não acha, por isso procura alguém que sinta o mesmo que
você, porque acreditamos que tendo o mesmo sentimento tudo ficara bem, este é o engano pelo qual o outro não pode ter a responsabilidade de nos fazer feliz, o sentimento pode ser o mesmo, mas as atitudes nem sempre...(quase nunca) homens amam e vão jogar futebol emendam no bar e chegam tarde, mulheres amam e ficam em casa esperando ele voltar....daí
começam outras divergências.
O que quero dizer é que o amor
sempre vai surgir na convivência com o outro, ou a paixão acaba nessa
convivência, o que inclusive é o mais comum. Claro que estar apaixonado é mais empolgante,
tenso e outras coisas mais...o amor é mais tranquilo e vai sendo estruturado na
convivência de afinidades, respeito, boa comunicação e mesmos objetivos o que mantém
a pessoa atraente fisicamente.
Mas este relacionamento de amor
ainda é pouco conhecido porque as pessoas se unem apaixonadas e as decepções e
frustrações, tristeza e desilusão acabam quase sempre com a chance de ver no
outro o verdadeiro amor.
A grande questão é cada um saber
o que de fato quer do outro, companhia ou dependência, amor ou poder sobre o
outro, conforto ou comodidade, enfim ainda confundem-se muito o que pode-se ter
num relacionamento. Ainda espera-se o principe e a princesa, lembre-se de que a história
termina no dia do casamento com a frase: e foram felizes para sempre...como?
Cada um pode fazer a sua história
feliz só não pode achar que ela vem com o outro, afinal não somos metades,
somos inteiros que podemos nos unir para sermos ainda mais felizes. Metades não tem muito o que dar precisam tanto quanto a outra metade por isso. Inteiros podem acrescentar e isso traz felicidade.
Boa semana. Adriana
Para consultoria entre vem contato
pelo e-mail.
sábado, 14 de setembro de 2013
O Universo é o eco das nossas ações e dos nossos pensamentos
O Universo é o eco de nossas ações e nossos pensamentos
Breve diálogo entre o teólogo brasileiro Leonardo Boff e o Dalai Lama.
Leonardo Boff explica:
"No intervalo de uma mesa-redonda sobre religião e paz entre os povos, na qual ambos (eu e o Dalai Lama) participávamos, eu, maliciosamente, mas também com interesse teológico, lhe perguntei:
- "Santidade, qual é a melhor religião?"
Esperava que ele dissesse:
"É o budismo tibetano" ou "São as religiões orientais, muito mais antigas do que o cristianismo."
O Dalai Lama fez uma pequena pausa, deu um sorriso, me olhou bem nos olhos
- o que me desconcertou um pouco, por que eu sabia da malícia contida na pergunta - e afirmou:
"A melhor religião é a que mais te aproxima de Deus, do Infinito.
É aquela que te faz melhor."
Para sair da perplexidade diante de tão sábia resposta, voltei a perguntar:
- "O que me faz melhor?"
Respondeu ele:
-” Aquilo que te faz mais compassivo, aquilo que te faz mais sensível, mais desapegado, mais amoroso, mais humanitário, mais responsável... Mais ético...
A religião que conseguir fazer isso de ti é a melhor religião..."
Leonardo Boff explica:
"No intervalo de uma mesa-redonda sobre religião e paz entre os povos, na qual ambos (eu e o Dalai Lama) participávamos, eu, maliciosamente, mas também com interesse teológico, lhe perguntei:
- "Santidade, qual é a melhor religião?"
Esperava que ele dissesse:
"É o budismo tibetano" ou "São as religiões orientais, muito mais antigas do que o cristianismo."
O Dalai Lama fez uma pequena pausa, deu um sorriso, me olhou bem nos olhos
- o que me desconcertou um pouco, por que eu sabia da malícia contida na pergunta - e afirmou:
"A melhor religião é a que mais te aproxima de Deus, do Infinito.
É aquela que te faz melhor."
Para sair da perplexidade diante de tão sábia resposta, voltei a perguntar:
- "O que me faz melhor?"
Respondeu ele:
-” Aquilo que te faz mais compassivo, aquilo que te faz mais sensível, mais desapegado, mais amoroso, mais humanitário, mais responsável... Mais ético...
A religião que conseguir fazer isso de ti é a melhor religião..."
Calei, maravilhado, e até os dias de hoje estou ruminando sua resposta sábia e irrefutável...
Não me interessa amigo, a tua religião ou mesmo se tem ou não tem religião. O que realmente importa é a tua conduta perante o teu semelhante, tua família, teu trabalho, tua comunidade, perante o mundo... Lembremos: "O Universo é o eco de nossas ações e nossos pensamentos”. A Lei da Ação e Reação não é exclusiva da Física. Ela está também nas relações humanas. Se eu ajo com o bem, receberei o bem. Se eu ajo com o mal, receberei o mal. Aquilo que nossos avós nos disseram é a mais pura verdade: "terás sempre em dobro aquilo que desejares aos outros". Para muitos, ser feliz não é questão de destino. É de escolha.
Leonardo Boff
As religiões são caminhos diferentes convergindo para o mesmo ponto. Que importância faz se seguimos por caminhos diferentes, desde que alcancemos o mesmo objetivo?
Mahatma Gandhi
Boa semana. Adriana
sábado, 17 de agosto de 2013
O poder das palavras ou boa comunicação
Falar é tão corriqueiro que não precisamos pensar para falar,
mas se prestarmos atenção veremos que muitas situações e sentimentos podem ser
evitados ou conquistados com o poder das palavras.
As palavras criam a situação que vivemos, já que nem tudo que
dizemos é completamente compreendido pelo outro, porque cada palavra tem
memória e esta é diferente para algumas pessoas. Portanto nem tudo que se quer
dizer chega ao outro exatamente como pensamos.
Daí é que surgem mal entendidos, chateações, discórdias entre
outras situações desagradáveis. Sendo assim, podemos usar o poder das palavras
para criar uma realidade de harmonia, satisfação, alegria e afeto.
Observe o que você
fala, pode parecer bobagem, mas desde que nascemos ouvimos determinadas frases
que foram pronunciadas por pessoas importantes para nós e isto faz com que
fiquem gravadas em nossa memória, esta memória influencia nosso comportamento
atual. Agimos de acordo com o padrão registrado em nossa mente, mas depois de
observadas perceberemos quais palavras podem ser substituídas e assim nos
comportarmos de forma mais leve.
Sempre podemos ser agradáveis, alegres e solidários com as
palavras, importante é ser sincero e respeitoso para com a condição e necessidade
do outro. Importante também é pensar se você gostaria de ouvir o que vai dizer,
afinal a palavra é uma via de mão dupla, o que você fala ecoa e volta à você.
Tem um ditado que não me recordo o autor que diz: “Se você
não gosta do que está ouvindo, observe o que esta emitindo”.
O ato de falar é sempre para o próximo e não para nós,
falamos para alguém, por isso acredito que é necessário ter o cuidado de se
expressar bem e com educação, se queremos ser bem entendidos é necessário se empenhar
nisso. O que precisa ser dito a nós mesmos vem dos outros ou quando você fala
de você, da sua situação para o outro, geralmente percebe muitas coisas que
ajudam a rever sua postura, pensamento e atitude.
O falar sobre si e seus problemas ou conquistas é
terapêutico, tanto que é a principal ferramenta da terapia.
Escrevi tudo isso porque acredito que é tempo de olharmos
para nossas atitudes habituais com mais atenção, estamos num momento de
transição e talvez de transformação para uma sociedade mais humana e centrada. E
nela a boa comunicação é essencial.
Boa semana. Adriana quinta-feira, 18 de julho de 2013
PROGRAMA DE ORGANIZAÇÃO DO TEMPO E DA VIDA
Este Programa tem como
objetivos: controlar a ansiedade, organizar o tempo, administrar as finanças e
identificar prioridades, além de autoconhecimento.
Com este Programa você
consegue administrar sua vida e seu tempo de forma eficaz e satisfatória.
Atualmente é comum sentirmos que o tempo passa mais rápido, na verdade, nós é que temos ou arrumamos muitos afazeres ao mesmo tempo, já que o dia continua tendo 24 horas.
Além é claro dos consumidores
do nosso tempo como internet, celular, trânsito, entre outras coisas.
Por isso, muitas vezes só
sentimos que algo está por fazer, que não damos conta de tudo, que deveria ou
poderia ter feito outras coisas mais interessantes. Gostaríamos que fosse
diferente, mas para se adaptar ao ‘ritmo das coisas’ nos conformamos e
reclamamos um pouco só. Em meio à rotina não percebemos que podemos mudar
pequenas coisas ou simplesmente organizá-las de outro jeito e conseguiremos
arrumar mais tempo ou pelo menos não ter a sensação de estar sempre atrasado...
Algumas pessoas acabam
somatizando doenças, outras apresentam transtornos de ansiedade, alguns
realmente adoecem porque o corpo, a mente ou o emocional não suportam tanto
tempo diante de situações que na verdade não queremos enfrentar.
Como nem tudo pode ser deixado
de lado e nem tudo pode ser mudado, o Programa auxilia na administração destas
situações e possibilita uma convivência mais amena com rotinas pouco
agradáveis.
O Programa de Organização do
Tempo e da Vida tem duração de 8 horas, agendadas, sendo cada encontro de 1 ou
2 horas, de acordo com a disponibilidade do cliente e da consultora. Caso
exista interesse em aprofundar questões apresentadas durante o Programa,
estende-se o atendimento para resolver as questões.
terça-feira, 11 de junho de 2013
Época de mudanças
Não são poucas as pessoas que
ultimamente comentam sobre a maneira das pessoas se comportarem atualmente, se
queixam que as pessoas estão sempre com pressa, que só pensam em si mesmas, que
não tem mais educação e respeito, mas o que eu observo é que além disso,
infelizmente, de repente estamos fazendo a mesma coisa, ainda que em situações
diferentes.
Por exemplo, hoje nos pegamos
fechando o vidro do carro no farol quando vimos alguém ‘suspeito’, nem sabemos
o que a pessoa pode querer, mas o medo da violência nos faz fechar o vidro na
cara da pessoa. Também acontece de termos pouca paciência no trânsito se
estivermos atrasados e dirigimos de modo que não é o habitual, se estamos no
celular nem cumprimentamos o porteiro...e assim é hoje, todos reclamando uns
dos outros sem se dar conta que também fazem parte do time, mesmo que
esporadicamente.
Além disso tem uma questão que eu
observo que é a forma mais comum das pessoas se comportarem hoje que se refere
ao fato de acharem que sempre tem razão e merecimento de tudo, não importam os
detalhes, sempre há desculpas, não é necessário esforço, parece que todo mundo
pode tudo quando se refere a si mesmo e nenhum outro tem direitos. Tudo só tem
um lado, o da pessoa, obviamente.
Outra questão é sobre quem quer
as coisas bem feitas ser taxado de chato, porque querer tudo corretamente hoje
deixou de ser exigência de qualidade é somente chatice.
Quanto aos relacionamentos
amorosos ouvimos as pessoas dizerem que é difícil encontrar alguém, mas a
maioria se defende, não fala o que realmente quer (relacionamento sério) espera
sempre do outro a compreensão, a paciência e a quase perfeição, ou seja, dizem
que querem uma coisa e não se comportam para tê-la. É tão fácil encontrar
pessoas disponíveis que tentar um pouco mais, se esforçar para entender o outro
tornou-se perda de tempo.
Não acredito que esses
comportamentos são melhores ou piores do que em outra época, na verdade, cada
época tem suas peculiaridades e existem as boas e as ruins. O que me chama à
atenção é o fato da incoerência, como podem estar achando ruim e continuar como
se nada fosse?
O que percebo é que agem de
acordo com a massa, de acordo com o que a sociedade ‘espera’, trabalhando
muito, fazendo o que quase todo mundo faz, preocupados com o que vão achar disso
ou daquilo que fazem, querendo ser modernos e aceitando relacionamentos vazios,
entre outras coisas. Quando, na verdade, não querem tudo isso desse jeito. A
dificuldade em expor que quer uma vida mais tranqüila, com a família, querendo
um relacionamento sério, escolhendo empregos mais perto para ter mais tempo,
tudo isso passou a ser visto como acomodação e não escolha de qualidade.
De repente os valores são outros
e há muita reclamação e ao mesmo tempo conformismo. Alíás hoje é muito comum as
pessoas estarem depressivas por conta de não conseguirem se decidir se fazem o
que querem ou se fazem o que esperam que ela faça.
A incoerência faz com que a
pessoa viva em conflito, sempre pensando como vai fazer o que quer se acha que
precisa estar a altura do que esperam dela. Sinceramente acho que ninguém
espera tanto de ninguém, acredito que muitas pessoas nem pensam em como estão
vivendo, agem como se fossem robôs, nem questionam se isso é o que realmente
querem, só reproduzem ações e isto em algum momento vai explodir contra a
própria pessoa, porque o ser humano não é robô.
Acredito que esta seja a época em
que a sociedade está mais alienada. É necessário fazer escolhas, seguir a massa
ou seguir o seu desejo, cada qual tem suas consequências. Então antes de
adoecer pense: O que é mais importante pra você?
Boa semana. Adriana
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Vitória
Vitória
Vencer os outros não chega a ser uma grande vitória.
Vitorioso é aquele que consegue vencer a si mesmo
combatendo seus vícios e controlando suas paixões.
A vitória sobre nós mesmos é muito mais difícil.
Ela requer mais coragem mais disciplina e mais decisão.
Se você não conseguir na primeira vez tente de novo.
O simples fato de tentar de novo já será sua primeira vitória.
Te desejo um Dia de Vitória !
Autor Desconhecido
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Aos Pais com Carinho
Depois de ouvir muitas historias
de pais e professores percebo que a nossa educação tende a piorar muito se
continuar desta forma, ou seja, muitos pais acham que a educação deve ser dada
pela escola, mas se queixam quando os filhos são chamados à atenção ou quando
perdem pontos porque não entregaram o trabalho na data certa, entre outras
situações onde a função da escola, por
meio do professor, é auxiliar no limite necessário às crianças e jovens.
Esta incoerência dos pais em não
saber ao certo o que é a educação dada na escola e qual é a educação dada por
eles só traz um resultado: crianças e jovens sem limites, sem educação, fazendo
o quer e na maioria das vezes tendendo a insegurança, indecisão e sem limites
de certo, errado, respeito entre outras coisas.
Frases prontas não são inovadoras,
mas “educação vem de berço” hoje em dia seria uma inovação já que a maioria das
crianças não recebe educação em relação a respeitar os mais velhos, no caso os
professores, não aprendem a respeitar
horários, prazos e regras e quando são cobrados por isso na escola acham que é
normal atrasos, acham que tudo pode ser negociado. Acham o professor um chato.
Evidentemente não podemos
entender que o modo educacional antigo onde ninguém podia abrir a boca, nada se
questionava e só faltava bater continência é o mais adequado, mas daí a achar que o professor não tem autoridade nenhuma
sobre os alunos deixados a sua confiança tem uma grande diferença.
Em muitos casos tenho a impressão
de que alguns pais vêem a escola como um lugar seguro pra deixar os filhos e
que de quebra tem uma baba boazinha que vai atender os pedidos dos filhos em
seus lugares, já que estes, os pais, estão ocupados.
Só para relembrar a educação que
a escola deve dar é no sentido cultural e reforçar a educação moral (respeito,
cidadania, bom senso, etc) de convivência (interelação, onde começa o meu direito
e onde esta o direito do próximo) e de bons modos (como se alimentar, se
vestir, se comportar etc) que deve ser ensinada em casa, entre outras coisas,
como cumprimento de tarefas, arrumar a cama, guardar seus pertences, cumprir
regra como fazer as tarefas escolares, chegar no horário certo em suas
atividades, entre outras coisas.
Hoje tudo tem justificativa, os
pais dizem: “Ah, ele estava cansado por causa da aula de natação e por isso não
terminou a lição de casa”, “Coitada, a amiguinha ligou bem na hora que ela sai
para o colégio então ela perdeu a hora da primeira aula...”.
Cada um cria seus filhos da forma
que achar mais correta, mas pense se a maneira que você escolheu é mais correta
para o seu filho enfrentar a vida quando ele for crescendo. Fora de casa as
coisas são diferentes. Por isso temos tantos jovens envolvidos com drogas, ele
acham que tudo tem um jeitinho, não tem maturidade para entender que certas
coisas da vida não tem jeito que dê jeito. Outros tem dificuldade de
relacionamento porque não sabem respeitar o próximo. Tem ainda os que não
conseguem se decidir por nada e vivem mudando de curso, ou começam e não
terminam. Tem os que acreditam que tudo cai do céu, quando recebem uma
negativa, se revolta, acham a vida injusta. Tem os que se deprimem, se isolam,
quase desistem, perdem anos tentando se encontrar.
A melhor educação é aquela que
dosa respeito, limites, boas palavras e amor (entenda-se a forma de o
expressar, dando atenção, presença, conversando, abraçando, porque só sentir
não resolve) . Não vou dizer que em meio a vida turbulenta que a maioria de nós
leva isso é tarefa fácil, mas depois que se escolhe ter filhos temos que arcar
com as consequências e a maior delas é: um filho em formação é prioridade. E mais,
pode-se ter quem os ajude a criá-los, mas a obrigação é dos pais. Não delegue a
educação do seu filho a outros e não deixe de educar para ser bonzinho, depois
que as coisas dão errado é muito mais difícil concertar e as conseqüência são arcadas
pelos filhos, aí sofrem todos, pais e filhos.
Boa semana. Adriana
quinta-feira, 21 de março de 2013
"Remédio não trata pensamento"
Depois de alguns meses volto a postar textos que espero poder contribuir para o desenvolvimento humano.
Hoje vou repassar um texto que relata uma realidade comum na minha profissão. Geralmente as pessoas acreditam ou querem acreditar que só a medicação resolve. Isto além de perigoso não é verdadeiro quando se trata de questões emocionais e ou práticas.
O texto abaixo é de autoria de Silvia Disitzer, psicanalista e psiquiatra, membro da Escola Letra Freudiana, publicado na revista SimplesMente em janeiro de 2013.
“Remédio não trata pensamento”
“A tarefa clínica nos coloca em contato profundo com o sofrimento do sujeito. Desde o início da minha formação, ainda nos ambulatórios da faculdade de Medicina, me chamava a atenção um fato recorrente: aquilo que era enunciado pelo paciente sobre a sua situação e os seus sintomas tinha mais efeito sobre a evolução de seu quadro do que a informação que recebíamos dos resultados dos exames ou dos procedimentos realizados. Tornou-se evidente que uma escuta atenciosa é fundamental para a melhora clínica, o que me levou posteriormente à psiquiatria e à psicanálise, não necessariamente nesta ordem.
Com os anos, fui percebendo que a diferença entre a prática psiquiátrica e a clínica psicanalítica é abismal. O psiquiatra identifica a doença de seu paciente e acredita saber qual o remédio certo para tratá-la. Já o psicanalista, ao escutar o sujeito, opera sobre matéria bem mais sutil, a cadeia de seus pensamentos, e se coloca a tecer os fios que possam levar seu paciente a tomar as rédeas de sua própria vida.
Seja pela pressão da indústria farmacêutica, seja pela necessidade de criar indivíduos funcionantes, o fato é que a sociedade contemporânea recorre cada vez mais a remédios numa busca rápida e, por vezes, fantasiosa de uma “cura” para a mente. É inquestionável que algumas substâncias psicoativas têm eficácias específicas comprovadas. Os neurolépticos, por exemplo, agem sobre a desordem psicótica aguda e, os antidepressivos, melhoram o ânimo e combatem a irritabilidade.
No entanto, a vivência clínica me leva à constatação de que o pensamento do sujeito é de certa forma “intratável”. A fixidez das ideias na certeza delirante, na persistência dos pensamentos obsessivos e na fantasia histérica ilustra esta observação. É com base nisto que venho consolidando a forte impressão de que remédio não trata pensamento. Que alívio! Afinal, como é possível um medicamento alterar o conteúdo de uma ideia? Como disse Freud: “A ciência moderna ainda não produziu um medicamento tão eficaz como poucas e boas palavras”. Em meio a avanços tecnológicos que criam soluções para quase tudo, é fundamental frisar que a psicanálise continua sendo uma práxis singular, a única efetivamente capaz de tratar e promover alguma pequena e preciosa modificação no campo do pensamento, ou seja, na associação de ideias do sujeito. “
Resumindo, para questões comuns, mas que às vezes, fogem ao controle busque terapia.
Boa semana. Adriana
Hoje vou repassar um texto que relata uma realidade comum na minha profissão. Geralmente as pessoas acreditam ou querem acreditar que só a medicação resolve. Isto além de perigoso não é verdadeiro quando se trata de questões emocionais e ou práticas.
O texto abaixo é de autoria de Silvia Disitzer, psicanalista e psiquiatra, membro da Escola Letra Freudiana, publicado na revista SimplesMente em janeiro de 2013.
“Remédio não trata pensamento”
“A tarefa clínica nos coloca em contato profundo com o sofrimento do sujeito. Desde o início da minha formação, ainda nos ambulatórios da faculdade de Medicina, me chamava a atenção um fato recorrente: aquilo que era enunciado pelo paciente sobre a sua situação e os seus sintomas tinha mais efeito sobre a evolução de seu quadro do que a informação que recebíamos dos resultados dos exames ou dos procedimentos realizados. Tornou-se evidente que uma escuta atenciosa é fundamental para a melhora clínica, o que me levou posteriormente à psiquiatria e à psicanálise, não necessariamente nesta ordem.
Com os anos, fui percebendo que a diferença entre a prática psiquiátrica e a clínica psicanalítica é abismal. O psiquiatra identifica a doença de seu paciente e acredita saber qual o remédio certo para tratá-la. Já o psicanalista, ao escutar o sujeito, opera sobre matéria bem mais sutil, a cadeia de seus pensamentos, e se coloca a tecer os fios que possam levar seu paciente a tomar as rédeas de sua própria vida.
Seja pela pressão da indústria farmacêutica, seja pela necessidade de criar indivíduos funcionantes, o fato é que a sociedade contemporânea recorre cada vez mais a remédios numa busca rápida e, por vezes, fantasiosa de uma “cura” para a mente. É inquestionável que algumas substâncias psicoativas têm eficácias específicas comprovadas. Os neurolépticos, por exemplo, agem sobre a desordem psicótica aguda e, os antidepressivos, melhoram o ânimo e combatem a irritabilidade.
No entanto, a vivência clínica me leva à constatação de que o pensamento do sujeito é de certa forma “intratável”. A fixidez das ideias na certeza delirante, na persistência dos pensamentos obsessivos e na fantasia histérica ilustra esta observação. É com base nisto que venho consolidando a forte impressão de que remédio não trata pensamento. Que alívio! Afinal, como é possível um medicamento alterar o conteúdo de uma ideia? Como disse Freud: “A ciência moderna ainda não produziu um medicamento tão eficaz como poucas e boas palavras”. Em meio a avanços tecnológicos que criam soluções para quase tudo, é fundamental frisar que a psicanálise continua sendo uma práxis singular, a única efetivamente capaz de tratar e promover alguma pequena e preciosa modificação no campo do pensamento, ou seja, na associação de ideias do sujeito. “
Resumindo, para questões comuns, mas que às vezes, fogem ao controle busque terapia.
Boa semana. Adriana
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Fé, qual é a sua?
Hoje eu queria expor um tema que gera polêmica, discussão e quase nenhum consenso, que é sobre a fé.
A princípio a fé é de ordem religiosa, ou seja, algo espiritual, portanto particular, muito individual, sendo assim cada pessoa entende, sente e vivencia a fé a seu modo. Eu entendo a maneira particular de cada pessoa vivenciar sua fé como algo muito bonito, tudo que vem do indivíduo me fascina pelo modo como é diferente e único em cada ser.
Mas a maioria das pessoas tem necessidade de controle, de manipulação, de reafirmação, de desrespeito quanto as particularidades e inclusive se sentem no direito de criticar, julgar, desconfiar da fé alheia. Não pensam que a fé é um relacionamento com Deus que somente Ele e a pessoa sabem como está, como é.
A fé que cada um tem, como tem, com o que tem, porque tem, deveria ser inquestionável, somente observada e admirada quando alcança a confiança e a satisfação da pessoa. Quando ouvimos uma pessoa falar da sua fé, e não da sua religião, tudo fica muito parecido, o sentimento, a emoção, a serenidade é a mesma independente de como e no que a pessoa tem fé.
Ter fé é acreditar, confiar e ter tranqüilidade em algo ou alguém. É saber que tudo se ajeita em algum momento, é aceitar que nem tudo está sob o nosso controle, é ter paz diante de situações conflituosas ou trágicas.
Querer unificar a fé é desconsiderar a criação de Deus, que fez a maravilha de criar o ser humano como único, nenhum igual ao outro, semelhante sim, mas com suas particularidades. Quando vejo alguém criticar, desconfiar ou julgar a fé alheia não sei se esta pessoa entende o que é ter fé, porque quando se tem fé sabe-se que só Deus conhece a real intenção de cada um e o porque de suas atitudes, portanto acredito que deveria bastar confiar na fé que o outro tem e ter a sua.
Boa semana. Adriana
A princípio a fé é de ordem religiosa, ou seja, algo espiritual, portanto particular, muito individual, sendo assim cada pessoa entende, sente e vivencia a fé a seu modo. Eu entendo a maneira particular de cada pessoa vivenciar sua fé como algo muito bonito, tudo que vem do indivíduo me fascina pelo modo como é diferente e único em cada ser.
Mas a maioria das pessoas tem necessidade de controle, de manipulação, de reafirmação, de desrespeito quanto as particularidades e inclusive se sentem no direito de criticar, julgar, desconfiar da fé alheia. Não pensam que a fé é um relacionamento com Deus que somente Ele e a pessoa sabem como está, como é.
A fé que cada um tem, como tem, com o que tem, porque tem, deveria ser inquestionável, somente observada e admirada quando alcança a confiança e a satisfação da pessoa. Quando ouvimos uma pessoa falar da sua fé, e não da sua religião, tudo fica muito parecido, o sentimento, a emoção, a serenidade é a mesma independente de como e no que a pessoa tem fé.
Ter fé é acreditar, confiar e ter tranqüilidade em algo ou alguém. É saber que tudo se ajeita em algum momento, é aceitar que nem tudo está sob o nosso controle, é ter paz diante de situações conflituosas ou trágicas.
Querer unificar a fé é desconsiderar a criação de Deus, que fez a maravilha de criar o ser humano como único, nenhum igual ao outro, semelhante sim, mas com suas particularidades. Quando vejo alguém criticar, desconfiar ou julgar a fé alheia não sei se esta pessoa entende o que é ter fé, porque quando se tem fé sabe-se que só Deus conhece a real intenção de cada um e o porque de suas atitudes, portanto acredito que deveria bastar confiar na fé que o outro tem e ter a sua.
Boa semana. Adriana
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Você precisa de uma consultoria pessoal ?
Vivemos atualmente de uma maneira que tudo parece normal mesmo quando nos incomoda, identificamos que algo esta fora do eixo, mas continuamos afinal não temos tempo para resolver uma ‘coisinha’ ou outra, desta forma nos acostumamos a viver mais ou menos, pensar em consultoria pessoal parece para quem tem dinheiro, tempo ou não tem o que fazer. Mas afinal o que é consultoria pessoal?
È o processo de diagnosticar o problema atual, o que te incomoda, e trabalhar com a programação da solução imediata, com isso provoca-se mudança no momento presente através das ações que te levam ao futuro desejado. Em apenas alguns encontros, mais ou menos 8, você encontra alternativas de viver mais leve fisicamente, mentalmente e emocionalmente.
O público alvo da consultoria são pessoas que estão passando há mais de dois meses por algum grau de insatisfação, seja no trabalho, vida pessoal, sentimental.
Aqueles que estão achando que algo poderia ser diferente, mesmo não sabendo exatamente o que.
Quando queremos mudar o estilo de vida, carreira.
Querendo encontrar algo para se distrair e não sabe por onde começar.
Com dificuldades em organizar as finanças, comprando demais, endividado.
Com hábitos alimentares pouco saudáveis que estão causando algum tipo de incômodo.
Com altos e baixos no humor.
Ansiedade persistente e nem sempre com motivo que justifique.
Stress físico e mental.
Ou seja, se você esta há mais de dois meses com algum incomodo seja de que ordem for, possivelmente a consultoria pode te ajudar.
Quando nos sentimos emperrados, desanimados ou querendo inovação, mudança, novidade, esta na hora de questionar se precisamos de um auxílio para definir com clareza o que, quanto e como modificar a questão e ainda definir as medidas e comportamentos práticos a serem reorganizados para alcançar os objetivos com satisfação.
O serviço de consultoria pessoal age nesse processo de organização geral ou específico da nova forma de direcionar o seu futuro. Muitas vezes a solução é simples e rápida, mas não identificamos sozinhos, em poucos encontros diagnosticamos os pontos necessários e fundamentais que necessitam de interferência direta dos seus comportamentos e atitudes.
Com orientações práticas e imediatas você reorganiza a forma de agir e alcança a satisfação.
A principal diferença entre terapia e consultoria pessoal é que na terapia visamos a solução da dificuldade que surge no passado e que interfere no emocional presente e na consultoria identificamos o problema atual visando o que a causa no presente, portanto a solução é quase imediata dependendo apenas do empenho da pessoa para resolver a questão.
Para mais informações entre em contato: ababpsico@gmail.com
Boa semana. Adriana
È o processo de diagnosticar o problema atual, o que te incomoda, e trabalhar com a programação da solução imediata, com isso provoca-se mudança no momento presente através das ações que te levam ao futuro desejado. Em apenas alguns encontros, mais ou menos 8, você encontra alternativas de viver mais leve fisicamente, mentalmente e emocionalmente.
O público alvo da consultoria são pessoas que estão passando há mais de dois meses por algum grau de insatisfação, seja no trabalho, vida pessoal, sentimental.
Aqueles que estão achando que algo poderia ser diferente, mesmo não sabendo exatamente o que.
Quando queremos mudar o estilo de vida, carreira.
Querendo encontrar algo para se distrair e não sabe por onde começar.
Com dificuldades em organizar as finanças, comprando demais, endividado.
Com hábitos alimentares pouco saudáveis que estão causando algum tipo de incômodo.
Com altos e baixos no humor.
Ansiedade persistente e nem sempre com motivo que justifique.
Stress físico e mental.
Ou seja, se você esta há mais de dois meses com algum incomodo seja de que ordem for, possivelmente a consultoria pode te ajudar.
Quando nos sentimos emperrados, desanimados ou querendo inovação, mudança, novidade, esta na hora de questionar se precisamos de um auxílio para definir com clareza o que, quanto e como modificar a questão e ainda definir as medidas e comportamentos práticos a serem reorganizados para alcançar os objetivos com satisfação.
O serviço de consultoria pessoal age nesse processo de organização geral ou específico da nova forma de direcionar o seu futuro. Muitas vezes a solução é simples e rápida, mas não identificamos sozinhos, em poucos encontros diagnosticamos os pontos necessários e fundamentais que necessitam de interferência direta dos seus comportamentos e atitudes.
Com orientações práticas e imediatas você reorganiza a forma de agir e alcança a satisfação.
A principal diferença entre terapia e consultoria pessoal é que na terapia visamos a solução da dificuldade que surge no passado e que interfere no emocional presente e na consultoria identificamos o problema atual visando o que a causa no presente, portanto a solução é quase imediata dependendo apenas do empenho da pessoa para resolver a questão.
Para mais informações entre em contato: ababpsico@gmail.com
Boa semana. Adriana
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
União
O texto abaixo é um resumo da ‘Mensagem de Maria Modesto Cravo’, fonte Internet no Jornal Cevild ano II, número XV. Fala sobre a união.
“No esforço de unificar o pensamento em torno de uma ideia, muitas pessoas traduzem união por fusão de ideias. A união deve ser a base da unificação, sem nenhuma pretensão de superioridade para com aqueles que escolhem um caminho diferente do nosso.
União não é fusão.
Podemos ser e estar unidos sem que estabeleçamos regras de conduta para o outro seguir. Também não precisamos excluir aqueles que não pensam como nós. O projeto deveria ser de unificação e não padronização.
Unir, sem perder as características.
Unir, conservando o direito de pensar diferente.
Unir, sem perder a individualidade.
Unir, respeitando a pluralidade.
Unir, sem nos transformar em máquinas humanas.
A união pressupõe respeito ao outro, sem que o indivíduo seja marginalizado.
Unificar é algo mais interior do que interpretativo, sem as proibições e sem os preconceitos tão característicos dos movimentos humanos.
Precisamos rever urgentemente a nossa forma de agir e de comportar em relação aqueles que não comungam com os mesmos ideais. Respeitar as diferenças, a pluralidade de pensamento e o direito de agir por si mesmo, fora das regras estabelecidas pela ignorância e prepotência humana.”
Reveja seus conceitos.
Boa semana. Adriana
“No esforço de unificar o pensamento em torno de uma ideia, muitas pessoas traduzem união por fusão de ideias. A união deve ser a base da unificação, sem nenhuma pretensão de superioridade para com aqueles que escolhem um caminho diferente do nosso.
União não é fusão.
Podemos ser e estar unidos sem que estabeleçamos regras de conduta para o outro seguir. Também não precisamos excluir aqueles que não pensam como nós. O projeto deveria ser de unificação e não padronização.
Unir, sem perder as características.
Unir, conservando o direito de pensar diferente.
Unir, sem perder a individualidade.
Unir, respeitando a pluralidade.
Unir, sem nos transformar em máquinas humanas.
A união pressupõe respeito ao outro, sem que o indivíduo seja marginalizado.
Unificar é algo mais interior do que interpretativo, sem as proibições e sem os preconceitos tão característicos dos movimentos humanos.
Precisamos rever urgentemente a nossa forma de agir e de comportar em relação aqueles que não comungam com os mesmos ideais. Respeitar as diferenças, a pluralidade de pensamento e o direito de agir por si mesmo, fora das regras estabelecidas pela ignorância e prepotência humana.”
Reveja seus conceitos.
Boa semana. Adriana
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Imprevistos
Os imprevistos fazem parte da nossa vida, talvez nem deveriam chamar imprevisto, já que sabemos que algo pode acontecer a qualquer momento, o pior é que mesmo sabendo que acontecem com certa freqüência e mais sabendo que quase sempre damos conta deles ainda assim ficamos estressados, irritados e até descompensados.
Imprevistos são como o ar que respiramos, estão em todo lugar a qualquer momento e vivemos com eles. A questão é como lidamos com eles e não se vão ocorrer ou não, porque certo é que ocorrerão. Alguns causam pouca ou nenhuma conseqüência, quase nem o percebemos, mas em outras causam transtornos, atrasos, prejuízos, mal estar enfim são estes que precisam ser administrados e bem elaborados emocionalmente.
Entender que imprevistos fazem parte da vida já ameniza um pouco, ou seja, saber que a qualquer momento você terá que mudar seus planos já te faz mais flexível, depois pensar primeiro ou imediatamente após o ocorrido de forma racional, isto é, até que ponto tenho algum problema ou só teria que fazer alguns ajustes.
Agora quando o imprevisto causa um grande problema eu penso se realmente era imprevisto, será que não era algo que poderia ser evitado? Tirando acidentes, quase tudo pode ser evitado ou amenizado, quando envolve outras pessoas sabemos mais ou menos como costumam agir e pensar, portanto nem sempre somos pegos de surpresa.
O que acontece em alguns casos é que sabemos que pode não sair como queremos, mas insistimos, desconsideramos, forçamos uma situação e depois ainda ficamos inconformados com ela, será que não podia ser evitado se aceitasse antes que poderia ser de outra forma?
Como eu sempre lembro o ditado que alguém já disse e que se aplica muito bem aos imprevistos é: ”o problema não é o que acontece e sim como você enxerga e o que faz com o que acontece”.
Boa semana. Adriana
Imprevistos são como o ar que respiramos, estão em todo lugar a qualquer momento e vivemos com eles. A questão é como lidamos com eles e não se vão ocorrer ou não, porque certo é que ocorrerão. Alguns causam pouca ou nenhuma conseqüência, quase nem o percebemos, mas em outras causam transtornos, atrasos, prejuízos, mal estar enfim são estes que precisam ser administrados e bem elaborados emocionalmente.
Entender que imprevistos fazem parte da vida já ameniza um pouco, ou seja, saber que a qualquer momento você terá que mudar seus planos já te faz mais flexível, depois pensar primeiro ou imediatamente após o ocorrido de forma racional, isto é, até que ponto tenho algum problema ou só teria que fazer alguns ajustes.
Agora quando o imprevisto causa um grande problema eu penso se realmente era imprevisto, será que não era algo que poderia ser evitado? Tirando acidentes, quase tudo pode ser evitado ou amenizado, quando envolve outras pessoas sabemos mais ou menos como costumam agir e pensar, portanto nem sempre somos pegos de surpresa.
O que acontece em alguns casos é que sabemos que pode não sair como queremos, mas insistimos, desconsideramos, forçamos uma situação e depois ainda ficamos inconformados com ela, será que não podia ser evitado se aceitasse antes que poderia ser de outra forma?
Como eu sempre lembro o ditado que alguém já disse e que se aplica muito bem aos imprevistos é: ”o problema não é o que acontece e sim como você enxerga e o que faz com o que acontece”.
Boa semana. Adriana
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Ambição
Hoje falo sobre a ambição, um tema um pouco polêmico, pois a maioria das pessoas enxerga a ambição somente como uma característica negativa do ser humano, quando na verdade, precisamos entender que ter ambição só é negativo quando a pessoa passa por cima de outros, mas quando a ambição traz crescimento e desenvolvimento ela é muito positiva.
As pessoas ambiciosas sabem colocar em prática as idéias que tem, ou seja, tem iniciativa. È claro que a maneira e a freqüência da ambição varia de acordo com cada pessoa. E também devemos considerar que existem maneiras diferentes de ser ambicioso.
Geralmente pensamos em ambicioso aquele ser humano que só pensa em dinheiro e em bens materiais, eu entendo que este é um ganancioso, que quanto mais tem mais quer ter, independente se precisa ou não e do que faz para conseguir.
Acontece que na vida as coisas feitas com vontade e persistência levam a bons resultados e a ambição que as pessoas tem em aprender algo novo, em fazer coisas novas, em acreditar no potencial das pessoas, em ser uma pessoa melhor e tantas outras coisas que as pessoas desejam realizar, aí está a ambição.
Precisamos entender que a ambição é positiva sempre que vem junto com uma ideia de crescimento, de mudança, de transformação. Sempre que traz ao individuo a possibilidade de melhora interior e exteriormente, para ele e para os outros.
Enxergar a ambição desta forma pode ajudar muitas pessoas a saírem de uma postura de acomodação ou conformismo. Lembre-se de que algumas culturas e algumas religiões não veem como bons olhos a ambição porque só consideram o fator dinheiro, mas ambição é muito mais que dinheiro.
O que você vem ambicionando na sua vida ultimamente?
Boa semana. Adriana
As pessoas ambiciosas sabem colocar em prática as idéias que tem, ou seja, tem iniciativa. È claro que a maneira e a freqüência da ambição varia de acordo com cada pessoa. E também devemos considerar que existem maneiras diferentes de ser ambicioso.
Geralmente pensamos em ambicioso aquele ser humano que só pensa em dinheiro e em bens materiais, eu entendo que este é um ganancioso, que quanto mais tem mais quer ter, independente se precisa ou não e do que faz para conseguir.
Acontece que na vida as coisas feitas com vontade e persistência levam a bons resultados e a ambição que as pessoas tem em aprender algo novo, em fazer coisas novas, em acreditar no potencial das pessoas, em ser uma pessoa melhor e tantas outras coisas que as pessoas desejam realizar, aí está a ambição.
Precisamos entender que a ambição é positiva sempre que vem junto com uma ideia de crescimento, de mudança, de transformação. Sempre que traz ao individuo a possibilidade de melhora interior e exteriormente, para ele e para os outros.
Enxergar a ambição desta forma pode ajudar muitas pessoas a saírem de uma postura de acomodação ou conformismo. Lembre-se de que algumas culturas e algumas religiões não veem como bons olhos a ambição porque só consideram o fator dinheiro, mas ambição é muito mais que dinheiro.
O que você vem ambicionando na sua vida ultimamente?
Boa semana. Adriana
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Riscos da Terapia de Regressão
Recebo muitas perguntas sobre terapia de regressão e decidi postar um resumo da matéria que segue abaixo. Esclareço que de acordo com Conselho de Psicologia esta prática não é reconhecida como psicológica, nem terapêutica.
“Os riscos da Terapia de Regressão
Casos em que o terapeuta de regressão não sabe, realmente, o que esta fazendo, e confunde a terapia com ‘turismo por vidas passadas’
Por Mauro Kwitko para a Revista Cristã de Espiritismo, Ano X, Ed.82.
Quando me perguntam se a Terapia de Regressão é perigosa, se a pessoa pode ficar lá na vida passada que acessou, se tem riscos, eu respondo, sinceramente, que sim, e muito.
É uma terapia extremamente perigosa e como ela vem crescendo no Brasil e em todo o mundo, quero esclarecer seus riscos. É uma terapia que esta entrando na moda e alguns terapeutas acham que regressão é só a pessoa deitar, relaxar e começar a recordar vidas passadas. Cuidado. Não é bem assim.
Os riscos da Terapia de Regressão podem ser classificados em 3 grupos: físico, terapêutico e ético.
Riscos físicos:
Pessoas com problemas cardíacos, pessoas que já apresentaram problemas cerebrais, AVC ou sofrem de hipertensão arterial sem controle médico. Nas pessoas idosas deve-se avaliar a equação risco/benefício para a realização de regressão.
Riscos terapêuticos:
Encontramos casos em que o terapeuta não sabe realmente para que esta fazendo a regressão, para o que ela serve, qual a finalidade dessa terapia. Os riscos aí são muito grandes, pois existe uma lei que diz que “onde termina a regressão, fica a sintonia”. Se o terapeuta permite isso, ela fica sintonizada lá naquela vida. Ou seja, quando perguntam se uma pessoa pode ficar lá no passado, a resposta é sim.
Outro risco é a pessoa referir cansaço, dor de cabeça, frio, tristeza e o terapeuta interpretar isso como catarse quando na verdade, a pessoa esta indo para outra vida.
A regressão completa deixa a pessoa num estado maravilhoso, de paz, calma, sentindo-se muito bem.
Riscos éticos:
Aqui enquadram-se algumas Escolas que infringindo a Lei do Esquecimento, promovem o reconhecimento de pessoas do passado, ou seja, querem saber quem lhe matou, estuprou, roubou numa vida passada. Saber quem foi que lhe causou mal só pode agravar a situação. Outro risco é a pessoa ‘reconhecer’ alguém e estar enganada. Nesses casos a mágoa só aumenta, a raiva aumenta e tudo piora. Outro problema é o terapeuta assumir o comando do processo regressivo e atender ao desejo da pessoa, o que ela quer saber, ou o próprio terapeuta decidir o que é melhor que a pessoa acesse.
Aqui estão somente alguns dos riscos mais comuns, mas existem outros. Abrir o passado das pessoas não é uma coisinha qualquer; é um processo sério, delicadíssimo, sujeito às Leis Divinas e a minha sugestão é que se o terapeuta não tem muita confiança em sua postura moral e ética, se não tem certeza a respeito da finalidade, do objetivo, dos cuidados físicos, terapêuticos e cosmoéticos com a regressão, que não faça.”
Contato Mauro Kwitko: http://www.portalmaurokwitko.com.br/
Boa semana. Adriana
“Os riscos da Terapia de Regressão
Casos em que o terapeuta de regressão não sabe, realmente, o que esta fazendo, e confunde a terapia com ‘turismo por vidas passadas’
Por Mauro Kwitko para a Revista Cristã de Espiritismo, Ano X, Ed.82.
Quando me perguntam se a Terapia de Regressão é perigosa, se a pessoa pode ficar lá na vida passada que acessou, se tem riscos, eu respondo, sinceramente, que sim, e muito.
É uma terapia extremamente perigosa e como ela vem crescendo no Brasil e em todo o mundo, quero esclarecer seus riscos. É uma terapia que esta entrando na moda e alguns terapeutas acham que regressão é só a pessoa deitar, relaxar e começar a recordar vidas passadas. Cuidado. Não é bem assim.
Os riscos da Terapia de Regressão podem ser classificados em 3 grupos: físico, terapêutico e ético.
Riscos físicos:
Pessoas com problemas cardíacos, pessoas que já apresentaram problemas cerebrais, AVC ou sofrem de hipertensão arterial sem controle médico. Nas pessoas idosas deve-se avaliar a equação risco/benefício para a realização de regressão.
Riscos terapêuticos:
Encontramos casos em que o terapeuta não sabe realmente para que esta fazendo a regressão, para o que ela serve, qual a finalidade dessa terapia. Os riscos aí são muito grandes, pois existe uma lei que diz que “onde termina a regressão, fica a sintonia”. Se o terapeuta permite isso, ela fica sintonizada lá naquela vida. Ou seja, quando perguntam se uma pessoa pode ficar lá no passado, a resposta é sim.
Outro risco é a pessoa referir cansaço, dor de cabeça, frio, tristeza e o terapeuta interpretar isso como catarse quando na verdade, a pessoa esta indo para outra vida.
A regressão completa deixa a pessoa num estado maravilhoso, de paz, calma, sentindo-se muito bem.
Riscos éticos:
Aqui enquadram-se algumas Escolas que infringindo a Lei do Esquecimento, promovem o reconhecimento de pessoas do passado, ou seja, querem saber quem lhe matou, estuprou, roubou numa vida passada. Saber quem foi que lhe causou mal só pode agravar a situação. Outro risco é a pessoa ‘reconhecer’ alguém e estar enganada. Nesses casos a mágoa só aumenta, a raiva aumenta e tudo piora. Outro problema é o terapeuta assumir o comando do processo regressivo e atender ao desejo da pessoa, o que ela quer saber, ou o próprio terapeuta decidir o que é melhor que a pessoa acesse.
Aqui estão somente alguns dos riscos mais comuns, mas existem outros. Abrir o passado das pessoas não é uma coisinha qualquer; é um processo sério, delicadíssimo, sujeito às Leis Divinas e a minha sugestão é que se o terapeuta não tem muita confiança em sua postura moral e ética, se não tem certeza a respeito da finalidade, do objetivo, dos cuidados físicos, terapêuticos e cosmoéticos com a regressão, que não faça.”
Contato Mauro Kwitko: http://www.portalmaurokwitko.com.br/
Boa semana. Adriana
terça-feira, 5 de junho de 2012
Tocando em frente
Hoje eu deixo aletra da música: Tocando em frente de Almir Sater, preste atenção como viver parece bem mais simples.
"Ando devagar porque já tive pressa
E levo esse sorriso porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte, mais feliz, quem sabe
Só levo a certeza de que muito pouco sei,
Ou nada sei
Conhecer as manhas e as manhãs
O sabor das massas e das maçãs
É preciso amor pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Penso que cumprir a vida seja simplesmente
Compreender a marcha e ir tocando em frente
Como um velho boiadeiro levando a boiada
Eu vou tocando os dias pela longa estrada, eu vou
Estrada eu sou
Conhecer as manhas e as manhãs
O sabor das massas e das maçãs
É preciso amor pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Todo mundo ama um dia, todo mundo chora
Um dia a gente chega e no outro vai embora
Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz
E ser feliz
Conhecer as manhas e as manhãs
O sabor das massas e das maçãs
É preciso amor pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Ando devagar porque já tive pressa
E levo esse sorriso porque já chorei demais
Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz
E ser feliz."
Composição: Almir Sater e Renato Teixeira
Boa semana. Adriana
"Ando devagar porque já tive pressa
E levo esse sorriso porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte, mais feliz, quem sabe
Só levo a certeza de que muito pouco sei,
Ou nada sei
Conhecer as manhas e as manhãs
O sabor das massas e das maçãs
É preciso amor pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Penso que cumprir a vida seja simplesmente
Compreender a marcha e ir tocando em frente
Como um velho boiadeiro levando a boiada
Eu vou tocando os dias pela longa estrada, eu vou
Estrada eu sou
Conhecer as manhas e as manhãs
O sabor das massas e das maçãs
É preciso amor pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Todo mundo ama um dia, todo mundo chora
Um dia a gente chega e no outro vai embora
Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz
E ser feliz
Conhecer as manhas e as manhãs
O sabor das massas e das maçãs
É preciso amor pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Ando devagar porque já tive pressa
E levo esse sorriso porque já chorei demais
Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz
E ser feliz."
Composição: Almir Sater e Renato Teixeira
Boa semana. Adriana
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Conectados 24 horas
Eu estava observando a atitude das pessoas diante dos celulares, independente da idade parece que as pessoas estão viciadas em olhar para o celular o tempo todo, os mais jovens dizem que estão se socializando, os mais velhos trabalhando, tudo bem, mas será que não estão exagerando, principalmente quando estão diante de uma pessoa e não dão atenção necessária a esta porque ficam o tempo todo se comunicando com outra por mensagem?
Acredito na importância e em alguns casos na necessidade da tecnologia, entendo que sem ela não teremos mais tantas facilidades, mas discordo desse comportamento de não ter limites em relação a estar de fato com quem esta ao seu lado naquele momento. Além de falta de educação parece desinteresse.
Entendo que esse comportamento pode ser um problema porque reforça a idéia de algumas pessoas de ter tudo, não abrir mão de nada, não precisar escolher com quem estar, mas ocorre que usufrui pouco de cada momento com cada pessoa.
Não sei até que ponto este tipo de socialização é positivo, pois socializar envolve convivio, atenção, interesse, não simplesmente estar de corpo presente, responder uma questão ou outra porque algumas passam despercebido já que estava conectado a outra pessoa. Talvez a definição de socialização esteja se modificando, mas não acredito que seja para melhor. Afinal encontros superficiais não dão bons resultados ou podem romper relações.
A maneira como cada um escolhe lidar com a tecnologia é pessoal, mas seria bom observar e repensar até que ponto ela ajuda. Questionar se há excesso ou se é a ocasião mais adequada pode evitar desatenção, desinteresse e desrespeito.
Boa semana. Adriana
Acredito na importância e em alguns casos na necessidade da tecnologia, entendo que sem ela não teremos mais tantas facilidades, mas discordo desse comportamento de não ter limites em relação a estar de fato com quem esta ao seu lado naquele momento. Além de falta de educação parece desinteresse.
Entendo que esse comportamento pode ser um problema porque reforça a idéia de algumas pessoas de ter tudo, não abrir mão de nada, não precisar escolher com quem estar, mas ocorre que usufrui pouco de cada momento com cada pessoa.
Não sei até que ponto este tipo de socialização é positivo, pois socializar envolve convivio, atenção, interesse, não simplesmente estar de corpo presente, responder uma questão ou outra porque algumas passam despercebido já que estava conectado a outra pessoa. Talvez a definição de socialização esteja se modificando, mas não acredito que seja para melhor. Afinal encontros superficiais não dão bons resultados ou podem romper relações.
A maneira como cada um escolhe lidar com a tecnologia é pessoal, mas seria bom observar e repensar até que ponto ela ajuda. Questionar se há excesso ou se é a ocasião mais adequada pode evitar desatenção, desinteresse e desrespeito.
Boa semana. Adriana
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