A questão da diferença tem alguns aspectos, o preconceito é um deles, como sabemos pessoas de raças, crenças, orientação sexual e religiões diferentes sofrem preconceitos, ultimamente isto vem diminuindo, mas infelizmente na maioria dos casos por medo de sofrer processos e não exatamente por entender que diferente não é ruim.
Outro aspecto são as opiniões diferentes, existem brigas, fim de relacionamento, mortes, mágoas entre outras consequências porque as pessoas são sabem, não conseguem respeitar opiniões diferentes das suas.
Então é notável que o diferente traz incômodo, insatisfação, medo porque o diferente traz o novo, aquilo que eu entendo pouco ou não entendo, não sei o que fazer, como agir, então passo a rejeitar.
O que rejeito parece ruim, portanto evito, não aceito, não quero saber, não vou pensar a respeito achando que assim me protejo.
Como o ser humano busca a estabilidade é compreensível que o diferente lhe cause incômodo, pois as coisas saem da rotina com as diferenças de qualquer ordem, mas o diferente deveria ser entendido como bom e não ruim, o que faz as pessoas pensarem, melhorarem, crescerem, inovarem é a diferença, é a busca de algo novo, é a necessidade de adaptação.
Infelizmente não é assim que acontece, algumas pessoas até tem facilidade de lidar com o diferente no trabalho, mas em casa não ou vive-versa, tem facilidade de entender a diferença de classe social, mas não de religião, por exemplo.
Enfim aceitamos ou entendemos determinadas diferenças, mas não outras. Porque será? E isso não se restringe aos outros se estende em tudo na nossa vida, até situações diferentes do cotidiano tendemos a recusar, nos irritamos, nos chateamos, mas nada disso resolve, o que resolve é aceitar que as coisas acontecem de maneiras diferentes, as pessoas agem e pensam de forma diferente e isso é bom porque faz com que temos a oportunidade de experimentar diferentes formas de viver.
O diferente traz o novo, traz a chance de poder ser diferente, de se superar, de ver o mundo de outra maneira. O diferente não precisa assustar, fazer desistir, recuar, condenar, achar que é o fim, basta aceitar e pensar que é para melhor não para pior.
Pense nas coisas que foram ou são diferentes do que você gostaria, elas foram ou são tão ruins assim?
Boa semana. Adriana
Blog destinado a pessoas interessadas em manter e estabelecer relacionamentos saudáveis e adquirir controle emocional e mental.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Caminhos Pessoais
Hoje deixo um texto com 12 passos para você viver melhor e encontrar o seu caminho pessoal, o texto é de Alan Cohen, espero que se encontrem num caminho cada vez melhor.
"Diga a verdade para você mesmo: divida uma folha de papel em duas colunas e escreva do lado esquerdo tudo que adoraria fazer. Depois, escreva do lado direito tudo que está fazendo sem entusiasmo. Escreva como se ninguém fosse ler o que está ali; não censure nem julgue suas respostas.
Comece devagar, mas comece: chame o agente de viagens, procure algo que se encaixe no seu orçamento, vá assistir ao filme que está adiando, compre o livro que desejava. Seja generoso consigo mesmo e verá que mesmo estes pequenos passos lhe farão sentir mais vivo.
Vá parando devagar, mas pare: há coisas que tiram por completo sua energia. Você precisa mesmo ir à tal reunião do comitê? Precisa ajudar quem não quer ser ajudado? Ao parar de fazer o que não lhe interessa, vai notar que você estava exigindo de si mais do que os outros realmente pediam.
Descubra seus pequenos talentos: o que os amigos dizem que você faz bem? O que você faz com vontade, mesmo que não seja perfeito na sua execução? Estes pequenos talentos são mensagens escondidas de seus grandes talentos ocultos.
Comece a escolher: se algo lhe dá prazer, não hesite. Se você está em dúvida, feche os olhos, imagine que tomou a decisão A e veja tudo que ela acarretará. Faça o mesmo com a decisão B. A decisão que lhe fizer sentir mais conectado com a vida é a certa, mesmo que não seja a mais fácil.
Não baseie suas decisões em ganhos financeiros: ele virão, se você realmente fizer algo com entusiasmo. O mesmo vaso, feito por um oleiro que adora o que faz, ou por um homem que detesta seu ofício, tem uma alma. Ele será rapidamente vendido (no primeiro caso) ou ficará encalhado (no segundo caso).
Siga sua intuição: o trabalho mais interessante é aquele em que você se permite ser criativo. Einstein dizia: "Eu não cheguei à minha compreensão do Universo usando apenas a matemática." Descartes, o pai da lógica, desenvolveu seu método baseado em um sonho que teve.
Não tenha medo de mudar de idéia: se você deixou uma decisão de lado, e ela o incomoda, repense o que escolheu. Não lute contra aquilo que lhe dá prazer.
Saiba descansar: um dia por semana, sem pensar no trabalho, termine permitindo que o subconsciente o ajude. Muitos (mas não todos) problemas se solucionam sem ajuda da razão.
Deixe que as coisas mostrem o caminho mais alegre: se você está lutando demais por algo, e não tem resultados, seja mais flexível e se entregue aos caminhos que a vida mostra. Isso não significa renunciar à luta, ter preguiça ou deixar as coisas nas mãos dos outros , significa entender que o trabalho com amor nos dá forças, jamais desespero.
Leia os sinais: é uma linguagem individual, unida à intuição, que aparece nos momentos certos. Mesmo que os sinais indiquem uma direção oposta àquela que você planejou, siga-os. Às vezes você vai errar, mas é a única maneira de aprender essa nova linguagem.
Finalmente, arrisque! Os homens que mudaram o mundo começaram seus caminhos através de um ato de fé. Acredite na força dos seus sonhos. Deus é justo e não colocaria em seu coração um desejo impossível de ser realizado".
Alan Cohen
Boa semana. Adriana
"Diga a verdade para você mesmo: divida uma folha de papel em duas colunas e escreva do lado esquerdo tudo que adoraria fazer. Depois, escreva do lado direito tudo que está fazendo sem entusiasmo. Escreva como se ninguém fosse ler o que está ali; não censure nem julgue suas respostas.
Comece devagar, mas comece: chame o agente de viagens, procure algo que se encaixe no seu orçamento, vá assistir ao filme que está adiando, compre o livro que desejava. Seja generoso consigo mesmo e verá que mesmo estes pequenos passos lhe farão sentir mais vivo.
Vá parando devagar, mas pare: há coisas que tiram por completo sua energia. Você precisa mesmo ir à tal reunião do comitê? Precisa ajudar quem não quer ser ajudado? Ao parar de fazer o que não lhe interessa, vai notar que você estava exigindo de si mais do que os outros realmente pediam.
Descubra seus pequenos talentos: o que os amigos dizem que você faz bem? O que você faz com vontade, mesmo que não seja perfeito na sua execução? Estes pequenos talentos são mensagens escondidas de seus grandes talentos ocultos.
Comece a escolher: se algo lhe dá prazer, não hesite. Se você está em dúvida, feche os olhos, imagine que tomou a decisão A e veja tudo que ela acarretará. Faça o mesmo com a decisão B. A decisão que lhe fizer sentir mais conectado com a vida é a certa, mesmo que não seja a mais fácil.
Não baseie suas decisões em ganhos financeiros: ele virão, se você realmente fizer algo com entusiasmo. O mesmo vaso, feito por um oleiro que adora o que faz, ou por um homem que detesta seu ofício, tem uma alma. Ele será rapidamente vendido (no primeiro caso) ou ficará encalhado (no segundo caso).
Siga sua intuição: o trabalho mais interessante é aquele em que você se permite ser criativo. Einstein dizia: "Eu não cheguei à minha compreensão do Universo usando apenas a matemática." Descartes, o pai da lógica, desenvolveu seu método baseado em um sonho que teve.
Não tenha medo de mudar de idéia: se você deixou uma decisão de lado, e ela o incomoda, repense o que escolheu. Não lute contra aquilo que lhe dá prazer.
Saiba descansar: um dia por semana, sem pensar no trabalho, termine permitindo que o subconsciente o ajude. Muitos (mas não todos) problemas se solucionam sem ajuda da razão.
Deixe que as coisas mostrem o caminho mais alegre: se você está lutando demais por algo, e não tem resultados, seja mais flexível e se entregue aos caminhos que a vida mostra. Isso não significa renunciar à luta, ter preguiça ou deixar as coisas nas mãos dos outros , significa entender que o trabalho com amor nos dá forças, jamais desespero.
Leia os sinais: é uma linguagem individual, unida à intuição, que aparece nos momentos certos. Mesmo que os sinais indiquem uma direção oposta àquela que você planejou, siga-os. Às vezes você vai errar, mas é a única maneira de aprender essa nova linguagem.
Finalmente, arrisque! Os homens que mudaram o mundo começaram seus caminhos através de um ato de fé. Acredite na força dos seus sonhos. Deus é justo e não colocaria em seu coração um desejo impossível de ser realizado".
Alan Cohen
Boa semana. Adriana
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Comparação
Você compara os preços, as coisas, as pessoas?
Acredito que a comparação é positiva somente no sentido de ver que podemos melhorar, de resto é sempre negativa.
Por exemplo, se você compara preços e somente isso, vai escolher o menor ou intermediário, mas se comparar a qualidade então é mais abrangente, por exemplo: sabão em pó, você vai comparar o que rende mais, a qualidade, o preço, o cheiro, seja o que for, esta comparação já está equivocada se você desconsiderar o tipo de sujeira e a capacidade da máquina de lavar. Este é exemplo simples, de uma coisa e é necessário considerar várias situações para ser uma comparação justa, imagine como é comparar pessoas...
Quero dizer que não devemos comparar as pessoas, podemos comparar comportamentos, no máximo e ainda assim com muito cuidado, por exemplo: pessoas impacientes, são muitas, mas tem algumas que são impacientes às vezes outras quase sempre, outras sempre e tem aquelas impacientes discretas, outras de armar barraco, outras de somente valer seus direitos, e ainda tem aquelas que são impacientes com determinados tipos de pessoas outras com animais ou no trânsito oi quando as coisas não saem como elas querem, ou seja, são impacientes por muitos motivos diferentes.
Gostaria que você se lembrasse de não comparar, principalmente, as crianças, irmãos (seus filhos), primos e também que deixasse de lado seu preconceito, caso tenha algum. Na verdade, seria bom comparar coisas e esquecer de comparar pessoas.
Você já deve ter sido vítima da comparação e provavelmente não gostou, até porque como eu falei na semana passada, as pessoas não tem o hábito de elogiar então quando criticam é porque já houve comparação e na maioria das vezes equivocada, insuficiente, injusta ou preconcebida.
Como anda seu grau de comparação?
Boa semana. Adriana
Acredito que a comparação é positiva somente no sentido de ver que podemos melhorar, de resto é sempre negativa.
Por exemplo, se você compara preços e somente isso, vai escolher o menor ou intermediário, mas se comparar a qualidade então é mais abrangente, por exemplo: sabão em pó, você vai comparar o que rende mais, a qualidade, o preço, o cheiro, seja o que for, esta comparação já está equivocada se você desconsiderar o tipo de sujeira e a capacidade da máquina de lavar. Este é exemplo simples, de uma coisa e é necessário considerar várias situações para ser uma comparação justa, imagine como é comparar pessoas...
Quero dizer que não devemos comparar as pessoas, podemos comparar comportamentos, no máximo e ainda assim com muito cuidado, por exemplo: pessoas impacientes, são muitas, mas tem algumas que são impacientes às vezes outras quase sempre, outras sempre e tem aquelas impacientes discretas, outras de armar barraco, outras de somente valer seus direitos, e ainda tem aquelas que são impacientes com determinados tipos de pessoas outras com animais ou no trânsito oi quando as coisas não saem como elas querem, ou seja, são impacientes por muitos motivos diferentes.
Gostaria que você se lembrasse de não comparar, principalmente, as crianças, irmãos (seus filhos), primos e também que deixasse de lado seu preconceito, caso tenha algum. Na verdade, seria bom comparar coisas e esquecer de comparar pessoas.
Você já deve ter sido vítima da comparação e provavelmente não gostou, até porque como eu falei na semana passada, as pessoas não tem o hábito de elogiar então quando criticam é porque já houve comparação e na maioria das vezes equivocada, insuficiente, injusta ou preconcebida.
Como anda seu grau de comparação?
Boa semana. Adriana
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Você já elogiou alguém hoje?
Tenho percebido como as pessoas andam distraídas, ultimamente comum é dizer palavrões, faltar com respeito, falar mal dos outros, criticar enfim olhar o lado ruim das pessoas e das coisas. Será que ninguém presta atenção a quem é educado, respeitoso, culto, observador das qualidades?
Parece mais fácil, hoje em dia, criticar quem tem esses comportamentos.
Eu quero chamar a atenção para os elogios, alguém sabe fazê-los?
Como é difícil ouvir alguém elogiar algo ou alguém, tudo que está bom e fez bem parece simplesmente a obrigação, mesmo que seja, não deixa de ser bem feito. E por isso merece elogio.
Estamos preocupados com o que falta e não como que já está bom, claro que procurar melhora é uma qualidade, é esforço e comprometimento, mas não reconhecer o bem feito, o bom, as qualidades é ignorar a qualidade, o esforço e o comprometimento de alguém.
Mas só reconhecemos algo que também temos, será que estamos tão ruins assim?
A propaganda da Coca-cola diz: “existem razões para acreditar que os bons são maioria”, eu acredito e você?
Queria saber como anda sua avaliação a respeito dos serviços prestados, das pessoas de modo geral e de você, sim de você. Anda se cobrando tanto no trabalho que esquece da família? Tem tantas atividades que não sobra tempo para os amigos e para a consulta ao médico? Se você anda com pressa vai ser difícil perceber as coisas e pessoas boas. Sua atenção está naquilo que precisa ser feito e não no adquirido, no que falta e não no que é suficiente.
Se tentar elogiar as pessoas e enxergar as coisas boas realizadas certamente irá te sobrar mais tempo.
Você já elogiou alguém hoje?
Boa semana. Adriana
Parece mais fácil, hoje em dia, criticar quem tem esses comportamentos.
Eu quero chamar a atenção para os elogios, alguém sabe fazê-los?
Como é difícil ouvir alguém elogiar algo ou alguém, tudo que está bom e fez bem parece simplesmente a obrigação, mesmo que seja, não deixa de ser bem feito. E por isso merece elogio.
Estamos preocupados com o que falta e não como que já está bom, claro que procurar melhora é uma qualidade, é esforço e comprometimento, mas não reconhecer o bem feito, o bom, as qualidades é ignorar a qualidade, o esforço e o comprometimento de alguém.
Mas só reconhecemos algo que também temos, será que estamos tão ruins assim?
A propaganda da Coca-cola diz: “existem razões para acreditar que os bons são maioria”, eu acredito e você?
Queria saber como anda sua avaliação a respeito dos serviços prestados, das pessoas de modo geral e de você, sim de você. Anda se cobrando tanto no trabalho que esquece da família? Tem tantas atividades que não sobra tempo para os amigos e para a consulta ao médico? Se você anda com pressa vai ser difícil perceber as coisas e pessoas boas. Sua atenção está naquilo que precisa ser feito e não no adquirido, no que falta e não no que é suficiente.
Se tentar elogiar as pessoas e enxergar as coisas boas realizadas certamente irá te sobrar mais tempo.
Você já elogiou alguém hoje?
Boa semana. Adriana
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Exigência
Hoje vou falar sobre a exigência, percebo que muitas pessoas exageram em sua exigência, outras quase não tem nenhuma, outras ainda oscilam, na verdade tem situações em que é bom ser exigente e outras ocasiões em que ser exigente traz problemas e significa intolerância ou autoritarismo.
Vejo que nos dias de hoje é comum as pessoas se contentarem com serviços mal feitos ou de pouca qualidade tudo para não perder mais tempo; falta de respeito e educação também são tolerados e isto é ruim, porque temos o direito de ter serviços eficientes e de qualidade, principalmente quando pagamos por isso. Exigir respeito das pessoas e para as pessoas é outra coisa rara no dia a dia, as pessoas se empurram até para entrar no ônibus e no metrô.
Quanto a exigência de comportamentos temos de ter muito cuidado, você pode até achar que tem autoridade para exigir determinados comportamentos de certas pessoas, mas ainda assim a pessoa tem o direito de não aceitar e sair andando ou de querer se justificar. As pessoas não são só um comportamento, elas são seres complexos e cheios de qualidades e defeitos, por isso a tolerância é a mais importante das qualidades para lidar com as pessoas, quando você é pouco tolerante torna-se exigente em demasia e nem percebe. Pode ser até autoritário e afastar as pessoas.
Lembrar que as coisas e as pessoas não são sempre como queremos ajuda a ser mais tolerante e exigente na medida certa.
E você faz valer os seus direitos e respeita os dos outros?
Boa semana. Adriana
Vejo que nos dias de hoje é comum as pessoas se contentarem com serviços mal feitos ou de pouca qualidade tudo para não perder mais tempo; falta de respeito e educação também são tolerados e isto é ruim, porque temos o direito de ter serviços eficientes e de qualidade, principalmente quando pagamos por isso. Exigir respeito das pessoas e para as pessoas é outra coisa rara no dia a dia, as pessoas se empurram até para entrar no ônibus e no metrô.
Quanto a exigência de comportamentos temos de ter muito cuidado, você pode até achar que tem autoridade para exigir determinados comportamentos de certas pessoas, mas ainda assim a pessoa tem o direito de não aceitar e sair andando ou de querer se justificar. As pessoas não são só um comportamento, elas são seres complexos e cheios de qualidades e defeitos, por isso a tolerância é a mais importante das qualidades para lidar com as pessoas, quando você é pouco tolerante torna-se exigente em demasia e nem percebe. Pode ser até autoritário e afastar as pessoas.
Lembrar que as coisas e as pessoas não são sempre como queremos ajuda a ser mais tolerante e exigente na medida certa.
E você faz valer os seus direitos e respeita os dos outros?
Boa semana. Adriana
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Depressão de inverno
Hoje venho esclarecer um assunto que gera dúvidas e desconfiança em muitas pessoas, trata-se do Transtorno Afetivo Sazonal (TAS), ou seja, um transtorno que afeta as pessoas no período do final de outono e inverno.
As pessoas afetadas apresentam queda no humor, tendem e a comer demais e engordar, ficam apáticas e letárgicas e dormem muito mais que o habitual. Quando acaba o inverno acabam também os sintomas.
Mudanças na alimentação e estilo de vida podem minimizar o impacto negativo do inverno no humor. A prevenção e o tratamento podem ser simplesmente fazer uma caminhada de meia hora de manhã cedo e maior exposição à luz.
Esse transtorno foi identificado pela primeira vez pelo dr. Norman Rosenthal nos EUA na década de 1980.
Abaixo segue um questionário que ajuda a identificar se você sofre da depressão de inverno
Notas de 0 a 4 de acordo com a mudança do seu humor no inverno:
0 se seu humor não muda
1 se seu humor muda ligeiramente
2 se ocorre uma mudança moderada no seu humor
3 se ocorre uma mudança acentuada no seu humor
4 se ocorre uma mudança radical no seu humor
Para os seguintes sintomas abaixo dê a nota de 0 a 4:
Horas de sono
Atividade social
Humor (sensação geral de bem-estar)
Peso corporal
Apetite
Nível de energia
Some os pontos de todos os seis aspectos acima para obter a pontuação final.
Resultado
De 4 a 7 pontos: na média
De 8 a 10 pontos: indica um quadro leve de depressão de inverno
De 11 ou mais pontos: maior probabilidade de TAS, procure um médico
Se você tem depressão de inverno, talvez ache que fica mais triste ou irritável porque odeia inverno e frio e explica o aumento de apetite e as horas a mais na cama para manter o corpo aquecido. Por mais lógicas que essas explicações possam parecer, alguns estudos bastante cuidadosos demonstram que o fator fundamental é a exposição reduzida à luz solar.
O melhor tratamento para transtorno afetivo sazonal é maior exposição à luz, de preferência pela manhã. Exercícios ao ar livre quando a temperatura permite, andar a pé e trabalhar perto de uma janela são abordagens sadias capazes de melhorar o humor.
Fonte: livro Segredos da Serotonina, Dra. Carol Hart, Ed.Cultrix
Boa semana. Adriana
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Hoje convido vocês a participarem da 2ª Feira do Empreendedorismo: Mostre o que você faz
Será realizada na sede da Missão Integral, localizada na Rua: Abilio Pedro Ramos, nº 266, Jaçanã
Dia: 31 de Maio, terça feira, das 14 às 17 horas.
Teremos uma palestra sobre o tema com o convidado Roberto Trindade, administrador de empresas. Logo após as expositoras irão apresentar seus trabalhos explicando passo a passo sua trajetória no empreendedorismo. Os participantes recebem um manual incluindo informações e orientações de como iniciar seu negócio, onde conseguir empréstimo e trabalhar legalizado, entre outras.
Como estou falando de negócios, trabalho. Deixo um texto (de Roberto Shinyashiki) sobre trabalhar com amor e no que você gosta.
TRABALHAR É AMAR O OUTRO
Uma das idéias que mais tem levado o profissional à acomodação é a de amar somente o que faz. Quando a pessoa somente se preocupa em amar o que faz corre o risco de se identificar com a máquina de escrever que usa no escritório, com o elevador do qual é ascensorista e com o computador que tem na mesa em vez de olhar para o cliente.
Não ame simplesmente o que você faz, ame o próximo!
Quando você ama o que faz pode se tornar um prisioneiro da rotina e uma vítima da acomodação. Ame a pessoa que está a sua frente, procurando-a com seus dramas e desejos. Existe um ser humano a sua frente que precisa se sentir importante.
Quem trabalha com amor e por amor não vai tratar os outros como coisas ou como pedaços de uma engrenagem.
Certa vez eu visitava um hospital e vi um médico que tratava mal uma criança. Quando tive oportunidade fui conversar com ele sobre o ocorrido e ouvi a seguinte resposta : “Roberto, o que você quer? Com o salário ridículo que eu recebo, isso é o máximo que posso dar”. É verdade que é ridículo o salário de um médico de hospital público, como também é ridículo o que a maioria dos professores ganha nas escolas públicas. Contudo, um médico que maltrata seu paciente ou um professor que humilha o aluno não merece sequer esse salário.
O primeiro compromisso do profissional é com o outro, e não com o salário que ganha. Ele precisa ver claramente qual é a sua missão no planeta Terra. A motivação do bom profissional vem da consciência da sua importância na vida das pessoas.
O bom professor dá uma boa aula não porque ganha bem, mas pela consciência da sua importância na formação do aluno que está cruzando o seu caminho. O cientista dentro do laboratório, deve ter a consciência de como o seu trabalho pode criar uma vida melhor para gente que ele nunca vai conhecer pessoalmente.
Você já imaginou a motivação de um soldado da Polícia Militar que ganha um salário ridículo e que se despede da família dando um beijo nos filhos e sai para enfrentar os bandidos arriscando a própria vida?
Quando alguém realiza o seu trabalho com a consciência da sua importância, nem precisa receber “muito obrigado” da pessoa que ajudou, pois o seu sentimento de servir é maior do que a sua ação.
Um grande amigo meu, certo dia me disse algo lindo : “Eu faço o meu trabalho o melhor que posso porque, na verdade, não estou preocupado em agradar o meu chefe, mas em servir a Deus”. É pouco provável que ele se sinta frustrado se alguém não agradecer por seus esforços. Mas é certo que se sente mais feliz com seu trabalho do que a maioria das pessoas.
Além do mais, o médico que trata bem as crianças de um hospital que lhe paga pouco vai conquistar uma clientela satisfeita com seus serviços, e o seu consultório particular acabará ficando lotado. Quem trabalha com amor no coração consegue evoluir financeiramente.
Se você ganha um salário pequeno, tenha certeza de que, servindo ao próximo com competência, receberá recompensas – e a melhor de todas é a convicção de estar cumprindo a sua missão.
(Roberto Shinyashiki escreveu na Revista Psique Ciência e Vida, ano II,15.)
Boa semana. Adriana
Será realizada na sede da Missão Integral, localizada na Rua: Abilio Pedro Ramos, nº 266, Jaçanã
Dia: 31 de Maio, terça feira, das 14 às 17 horas.
Teremos uma palestra sobre o tema com o convidado Roberto Trindade, administrador de empresas. Logo após as expositoras irão apresentar seus trabalhos explicando passo a passo sua trajetória no empreendedorismo. Os participantes recebem um manual incluindo informações e orientações de como iniciar seu negócio, onde conseguir empréstimo e trabalhar legalizado, entre outras.
A Feira é gratuita.
Contamos com a sua presença.
Como estou falando de negócios, trabalho. Deixo um texto (de Roberto Shinyashiki) sobre trabalhar com amor e no que você gosta.
TRABALHAR É AMAR O OUTRO
Uma das idéias que mais tem levado o profissional à acomodação é a de amar somente o que faz. Quando a pessoa somente se preocupa em amar o que faz corre o risco de se identificar com a máquina de escrever que usa no escritório, com o elevador do qual é ascensorista e com o computador que tem na mesa em vez de olhar para o cliente.
Não ame simplesmente o que você faz, ame o próximo!
Quando você ama o que faz pode se tornar um prisioneiro da rotina e uma vítima da acomodação. Ame a pessoa que está a sua frente, procurando-a com seus dramas e desejos. Existe um ser humano a sua frente que precisa se sentir importante.
Quem trabalha com amor e por amor não vai tratar os outros como coisas ou como pedaços de uma engrenagem.
Certa vez eu visitava um hospital e vi um médico que tratava mal uma criança. Quando tive oportunidade fui conversar com ele sobre o ocorrido e ouvi a seguinte resposta : “Roberto, o que você quer? Com o salário ridículo que eu recebo, isso é o máximo que posso dar”. É verdade que é ridículo o salário de um médico de hospital público, como também é ridículo o que a maioria dos professores ganha nas escolas públicas. Contudo, um médico que maltrata seu paciente ou um professor que humilha o aluno não merece sequer esse salário.
O primeiro compromisso do profissional é com o outro, e não com o salário que ganha. Ele precisa ver claramente qual é a sua missão no planeta Terra. A motivação do bom profissional vem da consciência da sua importância na vida das pessoas.
O bom professor dá uma boa aula não porque ganha bem, mas pela consciência da sua importância na formação do aluno que está cruzando o seu caminho. O cientista dentro do laboratório, deve ter a consciência de como o seu trabalho pode criar uma vida melhor para gente que ele nunca vai conhecer pessoalmente.
Você já imaginou a motivação de um soldado da Polícia Militar que ganha um salário ridículo e que se despede da família dando um beijo nos filhos e sai para enfrentar os bandidos arriscando a própria vida?
Quando alguém realiza o seu trabalho com a consciência da sua importância, nem precisa receber “muito obrigado” da pessoa que ajudou, pois o seu sentimento de servir é maior do que a sua ação.
Um grande amigo meu, certo dia me disse algo lindo : “Eu faço o meu trabalho o melhor que posso porque, na verdade, não estou preocupado em agradar o meu chefe, mas em servir a Deus”. É pouco provável que ele se sinta frustrado se alguém não agradecer por seus esforços. Mas é certo que se sente mais feliz com seu trabalho do que a maioria das pessoas.
Além do mais, o médico que trata bem as crianças de um hospital que lhe paga pouco vai conquistar uma clientela satisfeita com seus serviços, e o seu consultório particular acabará ficando lotado. Quem trabalha com amor no coração consegue evoluir financeiramente.
Se você ganha um salário pequeno, tenha certeza de que, servindo ao próximo com competência, receberá recompensas – e a melhor de todas é a convicção de estar cumprindo a sua missão.
(Roberto Shinyashiki escreveu na Revista Psique Ciência e Vida, ano II,15.)
Boa semana. Adriana
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Ser feliz ou ter razão?
Hoje deixo um texto de autoria desconhecida, recebi por e-mail, que acredito ser útil.
Evidentemente nem sempre ter razão implica ser infeliz, mas na prática arrumamos situações desnecessárias só por ter razão. Esta é a razão pela qual publico este texto.
"Ser feliz ou ter razão?
Oito da noite, numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo e ela consultou no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem.
Percebendo que além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado.
Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer saber: - Se tinha tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais... E ela diz: - Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!
MORAL DA HISTÓRIA
Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais freqüência: 'Quero ser feliz ou ter razão?’ "
"Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam."
Boa semana. Adriana
Evidentemente nem sempre ter razão implica ser infeliz, mas na prática arrumamos situações desnecessárias só por ter razão. Esta é a razão pela qual publico este texto.
"Ser feliz ou ter razão?
Oito da noite, numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo e ela consultou no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem.
Percebendo que além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado.
Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer saber: - Se tinha tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais... E ela diz: - Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!
MORAL DA HISTÓRIA
Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais freqüência: 'Quero ser feliz ou ter razão?’ "
"Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam."
Boa semana. Adriana
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Amor, respeito e liberdade!
Dedico o texto abaixo, de autoria de Kalil Mascarenhas, às mães.
Que Deus abençoe, proteja e ilumine às mães que sempre estão presentes, afetuosas e dispostas.
Um abraço com carinho em todas as que desempenham a FUNÇÃO DE MÃE.
Amor, Respeito e Liberdade!
Autor: Kali Mascarenhas
Aquilo que existe em mim e faz parte de mim pode ser transformado se eu quiser.
Aquilo que é do outro só pode ser transformado por ele, e será compreendido e aceito por mim, dentro dos meus limites, se existir respeito.
Posso falar ao outro conforme me sinto em relação ao que ele faz ou diz, se houver liberdade.
Não posso afirmar: “Aquilo que o outro fez ou disse me feriu.”
Eu é que me feri com AQUILO que ele fez ou disse, tenho opções.
Eu sou dono das minhas emoções, sensações e sentimentos. Também das minhas atitudes,
pensamentos e palavras!
Maravilha.
Não é coerente dizer que fiz algo para alguém só porque alguém fez isso comigo primeiro. Se eu agisse assim eu seria apenas resposta e eco, sem vida.
É mais valioso optar por agir ao invés de apenas reagir.
É mais sensato perceber que sou dono das minhas ações e se faço algo sou o responsável por isso.
Tenho escolhas.
Reconheço que as rédeas do meu destino estão nas minhas mãos e me recuso a segurar as rédeas do destino do outro. É meu direito.
Busco o AMOR em sua mais bela expressão e por isso abro mão de querer ter o controle sobre a vida do outro.
Quero amar com liberdade.
Quero amar com plenitude.
Quero amar porque é bom. Com RESPEITO e LIBERDADE AMOR.
Boa semana. Adriana
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Comunicado
Comunico que a Palestra: Como Lidar com Pessoas Difíceis, foi cancelada.
Os interessados podem ligar para informações sobre próximas datas.
Contato: 3485 8060 ou 9295 6522
Obrigada
Adriana
Os interessados podem ligar para informações sobre próximas datas.
Contato: 3485 8060 ou 9295 6522
Obrigada
Adriana
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Violência contra os idosos
PALESTRA Como lidar com pessoas difíceis
Dia 03/05/11 às 19:30hs
Reserve sua vaga, deixe seu nome na lista de interessados, pois para nossa segurança ficará uma lista com os nomes na portaria do prédio.
Tel: 3485 8060 ou 9295 6522
Investimento: R$ 20,00
VIOLÊNCIA CONTRA IDOSOS
Hoje falo sobre a violência contra os idosos, principalmente no ambiente familiar e tenho como base o texto de Rubens Lessa, Respeito e Dignidade para a revista Sinais dos Tempos edição Especial 2010.
Desde 2003 temos o Estatuto do Idoso que afirma “o envelhecimento é um direito personalíssimo”. O Brasil vem melhorando e a expectativa de vida aumentou nos últimos anos. Infelizmente a medida que a população idosa aumenta cresce também o número de violência contra o idoso. Temos também o Conselho Nacional do Idoso pela lei nº 8.842/94 que viabiliza o convívio, integração e ocupação do idoso na sociedade.
No Artigo 3º das Disposições Preliminares, o Estatuto do Idoso diz: “É obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do Poder Público assegurar ao idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária.”
As políticas púbicas em favor dos idosos são indispensáveis, mas é no âmbito da família, acima de tudo, que os direitos deles precisam ser respeitados. No Brasil, mais de 90% das pessoas acima de 60 anos moram com parentes ou vivem em suas próprias casas. A maioria das queixas é contra filhos, netos ou cônjuges, ao passo que 7% dos casos tem que ver com outros parentes.
As denúncias de abusos econômicos estão em primeiro lugar, vindo em segundo e terceiro, respectivamente, as de agressão física e de recusa dos familiares em dar proteção.
Os maus-tratos ocorrem em famílias de todos os níveis sociais, mas os abusos aumentam quando as famílias enfrentam problemas econômicos e desorganização social.
As formas mais comuns de abuso são: negligência (exclusão social e abandono), violação (dos deveres humanos, legais, médicos), privação (financeira, de escolhas, de decisões). Os maus-tratos tem como fonte o isolamento social e o abandono na velhice.
Entre as conseqüências dos maus-tratos, estão as seguintes: depressão, alienação, desordem pós-traumática, sentimentos de culpa e negação das ocorrências e situações que levam os idosos a viver em desesperança.
Segundo a Americam Medical Association, entende-se por abuso “qualquer ato de comissão ou omissão que resulte em lesão ou ameaça de lesão à saúde e ao bem-estar de uma pessoa idosa”. O abuso pode ser físico, psicológico, sexual ou financeiro. Célia Afonso Gonçalves afirma que ele “pode ser intencional ou não intencional, ou resultar de negligência”.
FATORES DE RISCO PARA ABUSO DE IDOSOS
. idade avançada
. escassos recursos econômicos, sociais
. baixos rendimentos, precárias condições de salubridade
. Isolamento social
. nível sócio-econômico reduzido
. baixo nível educacional
. debilidade funcional
. abuso de substâncias pelo prestador de cuidados ou pelo idoso
. alterações psicológicas e personalidade patológica
. história anterior de violência
. frustração ou exaustão do prestador de cuidados
. limitação cognitiva.
(Adapt.de Swagerty DL Jr, Takahashi PY, Evans JM. Elder mistreatment. Am Fam Physician 1999 May 15;59 (10):2804-8).
Esse clima de indiferença e ingratidão precisa dar lugar a atitudes de solidariedade, respeito e cuidado. Não por mero dever, mas por amor e reconhecimento.
Neste texto percebemos que o abuso contra idoso pode ser cometido sem intenção, porém se prestarmos atenção podemos começar tendo mais paciência com todos os idosos que cruzam nosso caminho, sempre há o que melhorar, basta querer.
Boa semana. Adriana
Dia 03/05/11 às 19:30hs
Reserve sua vaga, deixe seu nome na lista de interessados, pois para nossa segurança ficará uma lista com os nomes na portaria do prédio.
Tel: 3485 8060 ou 9295 6522
Investimento: R$ 20,00
VIOLÊNCIA CONTRA IDOSOS
Hoje falo sobre a violência contra os idosos, principalmente no ambiente familiar e tenho como base o texto de Rubens Lessa, Respeito e Dignidade para a revista Sinais dos Tempos edição Especial 2010.
Desde 2003 temos o Estatuto do Idoso que afirma “o envelhecimento é um direito personalíssimo”. O Brasil vem melhorando e a expectativa de vida aumentou nos últimos anos. Infelizmente a medida que a população idosa aumenta cresce também o número de violência contra o idoso. Temos também o Conselho Nacional do Idoso pela lei nº 8.842/94 que viabiliza o convívio, integração e ocupação do idoso na sociedade.
No Artigo 3º das Disposições Preliminares, o Estatuto do Idoso diz: “É obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do Poder Público assegurar ao idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária.”
As políticas púbicas em favor dos idosos são indispensáveis, mas é no âmbito da família, acima de tudo, que os direitos deles precisam ser respeitados. No Brasil, mais de 90% das pessoas acima de 60 anos moram com parentes ou vivem em suas próprias casas. A maioria das queixas é contra filhos, netos ou cônjuges, ao passo que 7% dos casos tem que ver com outros parentes.
As denúncias de abusos econômicos estão em primeiro lugar, vindo em segundo e terceiro, respectivamente, as de agressão física e de recusa dos familiares em dar proteção.
Os maus-tratos ocorrem em famílias de todos os níveis sociais, mas os abusos aumentam quando as famílias enfrentam problemas econômicos e desorganização social.
As formas mais comuns de abuso são: negligência (exclusão social e abandono), violação (dos deveres humanos, legais, médicos), privação (financeira, de escolhas, de decisões). Os maus-tratos tem como fonte o isolamento social e o abandono na velhice.
Entre as conseqüências dos maus-tratos, estão as seguintes: depressão, alienação, desordem pós-traumática, sentimentos de culpa e negação das ocorrências e situações que levam os idosos a viver em desesperança.
Segundo a Americam Medical Association, entende-se por abuso “qualquer ato de comissão ou omissão que resulte em lesão ou ameaça de lesão à saúde e ao bem-estar de uma pessoa idosa”. O abuso pode ser físico, psicológico, sexual ou financeiro. Célia Afonso Gonçalves afirma que ele “pode ser intencional ou não intencional, ou resultar de negligência”.
FATORES DE RISCO PARA ABUSO DE IDOSOS
. idade avançada
. escassos recursos econômicos, sociais
. baixos rendimentos, precárias condições de salubridade
. Isolamento social
. nível sócio-econômico reduzido
. baixo nível educacional
. debilidade funcional
. abuso de substâncias pelo prestador de cuidados ou pelo idoso
. alterações psicológicas e personalidade patológica
. história anterior de violência
. frustração ou exaustão do prestador de cuidados
. limitação cognitiva.
(Adapt.de Swagerty DL Jr, Takahashi PY, Evans JM. Elder mistreatment. Am Fam Physician 1999 May 15;59 (10):2804-8).
Esse clima de indiferença e ingratidão precisa dar lugar a atitudes de solidariedade, respeito e cuidado. Não por mero dever, mas por amor e reconhecimento.
Neste texto percebemos que o abuso contra idoso pode ser cometido sem intenção, porém se prestarmos atenção podemos começar tendo mais paciência com todos os idosos que cruzam nosso caminho, sempre há o que melhorar, basta querer.
Boa semana. Adriana
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Como se recuperar do abuso emocional
PÁSCOA
Desejo que os ensinamentos de Jesus renasçam em seu coração nesta Páscoa e perdure ao longo dos anos.
Feliz Páscoa para você e sua família.
PALESTRA: Como lidar com pessoas difíceis
Irei comentar sobre as pessoas que querem tudo do jeito delas e também ajudar a enfrentar o seu medo de rejeição, a lidar com a sua raiva entre outros sentimentos que as pessoas difíceis despertam em nós.
Dia 03/05/11 às 19:30hs
Local: Av: Abilio Pedro Ramos, nº 266 Jaçanã
Investimento: R$ 20,00
OBS: Peço que os interessados deixem seu nome com antecedência, pois para a nossa segurança a lista com os nomes dos participantes ficará na portaria do prédio.
Tel: 3485 8060 ou 9295 6522
COMO VOCÊ SE RECUPERA DO ABUSO EMOCIONAL?
Primeiro, entenda que a mudança é inevitável e que você tem forças para fazer as mudanças que quer e que precisa fazer. Com certeza, você não vai conseguir todas de uma só vez, porque até pode nem saber exatamente o que quer e o que precisa. Você pode começar a cuidar um pouco de você, sentar à mesa para tomar o café da manhã, fazer um exercício, tomar um banho gostoso e demorado.
Segundo, comece a reprogramar sua mente. Você pode até esperar que as coisas melhorem para começar a acreditar que elas vão melhorar; ou pode acelerar a marcha da sua recuperação começando a acreditar nas melhoras, independente das mudanças. Mesmo que o quadro continue o mesmo ou tenha mudado pouco, a grande diferença será como você se sente a respeito dele. Sua atitude mental fará a diferença.
Terceiro, procure ajuda e apoio. Existem grupos de apoio, terapeutas, conselheiros, amigas e outros profissionais da saúde que entendem o quanto você está sofrendo e que poderão ajudá-la. Não se confunda: abuso emocional é violência doméstica, sim.
Quarto, procure informações. Você não é a única a estar nas mãos de um parceiro abusador. Alguns batem, outros não, mas todos se comportam de modo muito parecido. Todos dizem mais ou menos as mesmas coisas cruéis. Você logo vai perceber que, como todos trabalham com o mesmo script, o que eles dizem não é sobre você, mas sobre eles.
Por último, comece a contar suas bênçãos. Sim, você passou por situações inimagináveis, dor e sofrimento que você não merecia. Reserve um tempo do seu dia para agradecer pelas coisas boas, saúde, trabalho, sorrisos dos filhos, qualquer coisa boa que tenha acontecido no seu dia. Essas ideias são apenas o começo, todas as sugestões são para afastar você da sua dor, sua mente de vítima para a conscientização de que é uma pessoa de valor e de que há muitas coisas para você conseguir e conquistar na vida. Você não sabe o que a aguarda no futuro, mas tenha certeza de que será muito, muito mais feliz do que você pode imaginar agora.
Esta primeira parte foi um resumo do texto Abuso ssssilencioso, de Claudia Bruscagin para a revista Sinais dos Tempos, edição especial 2010.
Ainda na mesma revista, mas no texto de Ivan Saraiva, Perdoar ou não: eis a questão; vejo que podemos refletir sobre a questão de modo simples e útil. Analisando três questões.
Questão 1. O perdão é algo que precisa ser aprendido e desenvolvido.
Quando falamos de perdão, estamos falando da obrigatoriedade de recriar relacionamentos destruídos pelos erros e pelas mágoas. É claro que essa obrigatoriedade é relativa. Perdoar tem um alto preço e nem todos estão dispostos a pagar. Em nossos relacionamentos sempre teremos de escolher o preço do perdão ou do não perdão. Mas teremos, inevitavelmente, um preço a pagar. Essa escolha é sempre muito difícil porque, em qualquer uma das decisões haverá perdas e muita dor.
Quanto ao perdão não se trata de merecimento ou justiça, e sim de graça. Perdão é oferecido para quem precisa e não para quem merece.
Questão 2. Perdão não implica convívio.
Não se deve reforçar nenhum comportamento negativo. Quando algum filho erra, nós o perdoamos, mas exigimos que mudem de atitude. O mesmo princípio deve ser aplicado a todos os relacionamentos. Até porque para que haja convívio mínimo o agressor precisa:
. Aceitar a responsabilidade pelo ocorrido.
. Expressar sincero pesar e arrependimento.
. De alguma forma, oferecer compensação conveniente.
. Prometer não repetir a conduta e
. Pedir perdão.
Caso isso não aconteça, você deve perdoar e cicatrizar qualquer mágoa, mas também deve tomar atitude cuidando de você, de sua saúde física e emocional.
Questão 3. O perdão tem muito mais a ver com o que Deus fez por mim do que com o que os outros fizeram contra mim.
A liberdade emocional e espiritual que você quer e precisa só é encontrada no perdão. Assim, a questão não é perdoar ou não e sim, perdoar ou morrer aos poucos.
Deixo um lembrete: no texto sobre como lidar com pessoas difíceis (duas semanas atrás) expliquei como lidar com a raiva, as mesmas citações ajudam na questão do perdoar.
Boa semana. Adriana
Desejo que os ensinamentos de Jesus renasçam em seu coração nesta Páscoa e perdure ao longo dos anos.
Feliz Páscoa para você e sua família.
PALESTRA: Como lidar com pessoas difíceis
Irei comentar sobre as pessoas que querem tudo do jeito delas e também ajudar a enfrentar o seu medo de rejeição, a lidar com a sua raiva entre outros sentimentos que as pessoas difíceis despertam em nós.
Dia 03/05/11 às 19:30hs
Local: Av: Abilio Pedro Ramos, nº 266 Jaçanã
Investimento: R$ 20,00
OBS: Peço que os interessados deixem seu nome com antecedência, pois para a nossa segurança a lista com os nomes dos participantes ficará na portaria do prédio.
Tel: 3485 8060 ou 9295 6522
COMO VOCÊ SE RECUPERA DO ABUSO EMOCIONAL?
Primeiro, entenda que a mudança é inevitável e que você tem forças para fazer as mudanças que quer e que precisa fazer. Com certeza, você não vai conseguir todas de uma só vez, porque até pode nem saber exatamente o que quer e o que precisa. Você pode começar a cuidar um pouco de você, sentar à mesa para tomar o café da manhã, fazer um exercício, tomar um banho gostoso e demorado.
Segundo, comece a reprogramar sua mente. Você pode até esperar que as coisas melhorem para começar a acreditar que elas vão melhorar; ou pode acelerar a marcha da sua recuperação começando a acreditar nas melhoras, independente das mudanças. Mesmo que o quadro continue o mesmo ou tenha mudado pouco, a grande diferença será como você se sente a respeito dele. Sua atitude mental fará a diferença.
Terceiro, procure ajuda e apoio. Existem grupos de apoio, terapeutas, conselheiros, amigas e outros profissionais da saúde que entendem o quanto você está sofrendo e que poderão ajudá-la. Não se confunda: abuso emocional é violência doméstica, sim.
Quarto, procure informações. Você não é a única a estar nas mãos de um parceiro abusador. Alguns batem, outros não, mas todos se comportam de modo muito parecido. Todos dizem mais ou menos as mesmas coisas cruéis. Você logo vai perceber que, como todos trabalham com o mesmo script, o que eles dizem não é sobre você, mas sobre eles.
Por último, comece a contar suas bênçãos. Sim, você passou por situações inimagináveis, dor e sofrimento que você não merecia. Reserve um tempo do seu dia para agradecer pelas coisas boas, saúde, trabalho, sorrisos dos filhos, qualquer coisa boa que tenha acontecido no seu dia. Essas ideias são apenas o começo, todas as sugestões são para afastar você da sua dor, sua mente de vítima para a conscientização de que é uma pessoa de valor e de que há muitas coisas para você conseguir e conquistar na vida. Você não sabe o que a aguarda no futuro, mas tenha certeza de que será muito, muito mais feliz do que você pode imaginar agora.
Esta primeira parte foi um resumo do texto Abuso ssssilencioso, de Claudia Bruscagin para a revista Sinais dos Tempos, edição especial 2010.
Ainda na mesma revista, mas no texto de Ivan Saraiva, Perdoar ou não: eis a questão; vejo que podemos refletir sobre a questão de modo simples e útil. Analisando três questões.
Questão 1. O perdão é algo que precisa ser aprendido e desenvolvido.
Quando falamos de perdão, estamos falando da obrigatoriedade de recriar relacionamentos destruídos pelos erros e pelas mágoas. É claro que essa obrigatoriedade é relativa. Perdoar tem um alto preço e nem todos estão dispostos a pagar. Em nossos relacionamentos sempre teremos de escolher o preço do perdão ou do não perdão. Mas teremos, inevitavelmente, um preço a pagar. Essa escolha é sempre muito difícil porque, em qualquer uma das decisões haverá perdas e muita dor.
Quanto ao perdão não se trata de merecimento ou justiça, e sim de graça. Perdão é oferecido para quem precisa e não para quem merece.
Questão 2. Perdão não implica convívio.
Não se deve reforçar nenhum comportamento negativo. Quando algum filho erra, nós o perdoamos, mas exigimos que mudem de atitude. O mesmo princípio deve ser aplicado a todos os relacionamentos. Até porque para que haja convívio mínimo o agressor precisa:
. Aceitar a responsabilidade pelo ocorrido.
. Expressar sincero pesar e arrependimento.
. De alguma forma, oferecer compensação conveniente.
. Prometer não repetir a conduta e
. Pedir perdão.
Caso isso não aconteça, você deve perdoar e cicatrizar qualquer mágoa, mas também deve tomar atitude cuidando de você, de sua saúde física e emocional.
Questão 3. O perdão tem muito mais a ver com o que Deus fez por mim do que com o que os outros fizeram contra mim.
A liberdade emocional e espiritual que você quer e precisa só é encontrada no perdão. Assim, a questão não é perdoar ou não e sim, perdoar ou morrer aos poucos.
Deixo um lembrete: no texto sobre como lidar com pessoas difíceis (duas semanas atrás) expliquei como lidar com a raiva, as mesmas citações ajudam na questão do perdoar.
Boa semana. Adriana
terça-feira, 12 de abril de 2011
Palestra: Como lidar com pessoas difíceis
A Palestra trata de técnicas para lidar com estas pessoas, além de auxiliar na administração das dificuldades que temos no trato com as pessoas difíceis.
Dia: 03/05 às 19:30 hs.
Investimento: R$ 20,00
Informações e inscrição: 3485 8060 ou 9295 6522
Dia: 03/05 às 19:30 hs.
Investimento: R$ 20,00
Informações e inscrição: 3485 8060 ou 9295 6522
Abuso Emocional, identifique.
Hoje inicio uma nova série de textos, desta vez sobre violência emocional também conhecida como abuso psicológico ou abuso emocional. Esta série de textos faz parte da campanha que iniciei em 8 de março sobre violência contra a mulher, idosos e crianças.
O abuso emocional é muito difícil de ser reconhecido, até mesmo pela própria vítima, quanto mais por quem está à sua volta. Por acontecer de forma sutil muitas vezes passa despercebido pelos familiares e amigos das vítimas. Em geral, a vítima não pensa nem sente que o abuso é abuso, e vai se anestesiando em relação a ele. Essa forma de abuso afeta principalmente mulheres e crianças, não deixa marcas roxas, cortes nem ossos quebrados, mas deixa cicatrizes psicológicas profundas, destrói a autoconfiança e autoestima da pessoa que vive o abuso e das crianças que estão à sua volta, marcando um padrão futuro de comportamento.
O abuso emocional é definido como qualquer julgamento, não importa a origem, que paralisa ou humilha uma pessoa, mantendo-a presa ao passado, ao mesmo tempo que o futuro só é visto através da perspectiva negativa do relacionamento abusivo.
O abuso emocional funciona como uma ‘lavagem cerebral’ e a vítima aprende que tudo o que faz é errado, tudo é sua culpa, não sabe nem pode nada. Se as palavras do parceiro a fazem sentir-se pequena, sem valor ou humilhada, e se ele não a respeita nem, leva em conta como você se sente, isso é abuso emocional. Mais importante ainda: isso é inaceitável.
Os relacionamentos abusivos são caracterizados por muito ciúme, negação da emoção, falta de intimidade, acessos de raiva, coerção sexual, infidelidade, ameaças, mentiras, promessas quebradas, jogos de poder e controle.
O abuso emocional é tão destruidor quanto o abuso físico. É tipicamente alternado com declarações de amor e afirmações de que tudo vai mudar. Os relacionamentos abusivos pioram com o tempo.
Os abusos emocional e verbal mudam, com freqüência, para ameaças mais abertas ou para abuso físico, particularmente em períodos de stress. Os abusadores são carentes e controladores; o abuso se intensifica quando eles sentem que vão perder o parceiro ou quando o relacionamento acaba (75% das mortes violentas de mulheres ocorrem depois da separação).
Até que você consiga reconhecer o abuso emocional e verbal, você continuará a sofrê-lo em sua vida, porque vai deixar que amigos, conhecidos e até estranhos a agridam de forma que a machuquem ou não levem em conta os seus sentimentos. Muitas vezes você até confunde ações abusivas contra você como realistas. Qualquer julgamento que você faça sobre si mesma que negue sua habilidade para criar bons relacionamentos e uma vida positiva para você, é abusivo e errado.
CICLO DO ABUSO
Abuso: o parceiro agride com palavras, atitudes ou comportamentos agressivos e/ou que humilham. O abuso é um jogo de poder para mostrar ‘quem manda’.
Culpa: depois do abuso, o parceiro sente culpa, mas não pelo que fez. Ele está mais preocupado com a possibilidade de ser pego e com as consequências causadas pelo seu comportamento abusivo.
Comportamento ‘normal’: o abusador faz de tudo para conseguir o controle novamente e manter a vítima no relacionamento. Ele pode agir como se nada tivesse acontecido, ou ele pode agir muito sedutoramente, jogando todo o seu charme sobre a parceira. Esse momento de doce paz, pode dar a esperança de que ele realmente mudou desta vez (quantas vezes isso já aconteceu?).
Fantasia e planejamento: o abusador começa a fantasiar sobre a maneira de abusar novamente da parceira. Gasta muito tempo pensando sobre o que ela fez de errado, com quem ela fala no celular e como ela vai pagar pelo mal feito. Então, ele planeja transformar a fantasia do abuso em realidade.
Armadilha: o abusador fica à espreita e põe seu plano em ação, criando uma situação em que ele possa justificar o abuso.
FORMAS DE ABUSO EMOCIONAL
. Colocar para baixo, chamar nomes, fazer pensar que está louca, fazer jogos mentais.
. Ameaças de machucar física ou emocionalmente. Ameaças de divórcio, traição, suicídio, levar as crianças embora, contar a todos sobre intimidades.
. Deixar com medo através do olhar, gestos, voz alta, quebrar coisas, destruir propriedade, dirigir em alta velocidade.
. Ameaçar fazê-la de empregada. Tomar todas as grandes decisões, agir como ‘mestre da casa’, negligenciar responsabilidades com trabalho, cuidado dos filhos e responsabilidades da casa.
. Padrões abusivos de sedução. Forçar a fazer coisas contra sua vontade. Criticar performance sexual. Contar sobre relacionamentos fora da relação.
. Não deixar que você trabalhe ou atrapalhar seu trabalho, controlar seu acesso ao dinheiro, esconder investimentos.
. Controlar o que você faz, com quem sai, com quem se encontra, com quem fala. Negar acesso ao carro. Deliberadamente afastar dos seus contatos de apoio.
Este texto é um resumo do texto “Abuso ssssilencioso” de Claudia Bruscagin para a revista Sinais dos Tempos, edição especial 2010, “Quebrando o Silêncio”.
Na semana que vem o texto é sobre como se recuperar do abuso emocional, ainda para mulheres, além de explicar mais sobre tal abuso e nas próximas semanas falarei sobre o abuso contra idosos e crianças.
Boa semana. Adriana
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Considerações Finais sobre: Como lidar com pessoas difíceis
PALESTRA: COMO LIDAR COM PESSOAS DIFÍCEIS
DIA 03/05/11 ÀS 19:30 HS
LOCAL: AVENIDA ABILIO PEDRO RAMOS, Nº 266, JAÇANÃ
PALESTRANTE: ADRIANA BARRETO
VALOR: R$ 20,00
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÃO: 3485 8060 E 9295 6522
VAGAS LIMITADAS, RESERVE A SUA.
Considerações Finais: como lidar com pessoas difíceis.
Hoje, finalmente, é o último texto do resumo do livro de Paul Hauck, Como lidar com pessoas que te deixam louco.
Sei que o livro concentra nas características feias das pessoas, não nos méritos e que as orientações são para deixar de lado a gentileza e a paciência com essas pessoas difíceis, mesmo sabendo que muitos tem dificuldade em ser firmes com sua família, parceiros e amigos.
As pessoas costuma achar que se queremos cooperação, respeito e amor, devemos agradar às pessoas ao ponto de sentirem obrigadas a não poderem nos recusar nada. Não só isso, mas se formos excepcionalmente generosos, somos levados a supor que as pessoas nos serão tão gratas que não nos negarão nada.
Quem dera fosse assim! Não é que este método não funcione. Funciona. Mas as coisas operam dessa forma apenas com pessoas maduras e sem distúrbios. Quando lidamos com pessoas imaturas e perturbadas, os ideais sublimes não dão resultado. Essa foi a clara conclusão da psicologia moderna. Quando estamos lidando com indivíduos imaturos e que sofrem de algum distúrbio, pioramos a situação quando oferecemos a outra face.
Para conseguir isso devemos aceitar os três princípios da interação humana que explicam como resolvemos os problemas com as pessoas e as três regras da determinação, que explicam o que devemos fazer para corrigir esses problemas. Mas, se você perceber que tem alguma objeção a essas ideias deve descobrir quais são e afastá-las, ou será impossível conseguir efetuar alguma mudança.
Os três princípios da interação humana
1. Você recebe o comportamento que tolera.
2. Os outros não vão mudar a menos que você mude primeiro.
3. Controle a sua tolerância excessiva.
As tres regras da determinação
1. Se uma pessoa faz algo bom para você, faça algo bom para ela.
2. Se uma pessoa faz algo ruim para você e não percebeu que estava se comportando mal, converse com ela, mas só por duas vezes, em duas ocasiões.
3. Se uma pessoa não tiver consideração por você uma terceira vez, faça algo igualmente perturbador com ela, mas isso deve ser feito sem raiva, sem culpa, sem pena, sem medo de rejeição, sem medo de agressão física ou prejuízo financeiro. (como vimos no capítulo da semana passada).
Observações:
Quando retribuímos um incômodo com outro e fazemos isso com a intenção de ajudar o outro a corrigir um mau hábito sem consideração, então não podemos ver essa reação como boa ou ruim. Se nossos esforços acabarem com os hábitos ruins e também levarem a correção deles, então devemos ver o sofrimento causado como bom. Não é o ato em si que é moral ou imoral, é a intenção por trás do ato, machucar ou ajudar, que determina o que é moral e ético.
O que faz toda a diferença é que essas atitudes sejam tomadas sem raiva, ódio ou sentimento de vingança. Do contrário, a regra número três seria uma definição de agressão e não de determinação.
A comunicação nunca é eficaz se não falamos a língua de quem escuta.
Qual é o papel do amor e do perdão nesse esquema?
Tal abordagem costuma chocar as pessoas e pode parecer negligente, insensível e puramente maldosa. Mas aqueles que ficam avisando os outros sobre seus atos impensados e que nada fazem além de reclamar são os verdadeiros negligentes e insensíveis.
A maioria das pessoas acredita que mostra o quanto ama alguém pelo quanto faz por essa pessoa: “Se você realmente me ama, faça o que est0u pedindo” é como aprenderam a entender o amor. Chamo a atenção para o fato de que o amor maduro e duradouro também é demonstrado pelo que não fazemos pelos outros. Das as nossas caras-metades tudo que pedem é como dar a uma criança todas as balas que deseja. Pode levar a distúrbios físicos e emocionais. Está na hora de dar um basta na indulgência como forma de amor.
Quanto ao perdão, lembremos que: não existem pessoas boas ou más e sim comportamentos bons e ruins, portanto devemos perdoar todo mundo, por qualquer coisa. Ninguém é mau, mas passível de cometer erros. Frequentemente, somos lembrados de que somos pecadores, é claro que somos, senão teríamos de ser perfeitos.
Quando você se opõe ao comportamento de uma pessoa, mas não fica com raiva dela, isso é perdão. Só quando conseguimos evitar a raiva é possível perdoar. Isto quer dizer que perdoar não significa continuar dando a outra face nem tampouco significa continuar convivendo com a pessoa. Basta não sentir raiva. A maioria das pessoas confunde tolerância com perdão.
Acredito que somos todos responsáveis por nossos irmãos. Somos seres humanos tentando viver melhor da forma que podemos. Alguns de nós levam uma vida na boa, outros nem tanto. Alguns são civilizados, outros não. Não importa.
Quando lidamos com os DESEJOS mais profundos de alguém, ajudamos mais quando perdoamos e não esquecemos. Queremos amá-los com a condição de que conquistem nosso amor. Mas quando lidamos com as NECESSIDADES das pessoas, queremos perdoar e esquecer.
Viu a diferença? Vamos sempre distinguir essas duas formas de amor e aplicá-las com sabedoria. Talvez, como resultado, consigamos reduzir o número de fazedores de louco em nossas vidas, ou pelo menos tornar a convivência com eles menos difícil.
Boa semana. Adriana
quarta-feira, 30 de março de 2011
Como lidar com os Desleixados, Maníacos por limpeza e Malas
Hoje é o penúltimo texto resumido do livro “como lidar com pessoas que te deixam louco” de Paul Hauck.
Os Desleixados, Os Maníacos por limpeza e os Malas.
Os desleixados e os maníacos por limpeza são tipos opostos e não vamos defender nenhum dos dois comportamentos até porque é perfeitamente possível viver feliz e criar uma família saudável sendo desorganizado ou perfeccionista, mas os problemas começam quando um é desleixado e o outro maníaco por limpeza.
Já os malas não se consideram como tal, mas costumam ser aqueles que reclamam do parceiro, ficam dando ordens desde que roupa usar até com quem saem; os que se acham ‘the best’ e contam suas exageradas proezas; os que gostam de irritar quem está dirigindo, cozinhando, trabalhando não os deixando fazer a tarefa do modo como estão acostumados; os muito pessimistas; pessoas que abusam da bebida; os descontentes; os que respondem uma pergunta com outra; os que tentam impor seus pontos de vista religiosos, políticos e esportivos a amigos e familiares. Ou seja, a lista é imensa e os problemas que parecem não ser nada mais do que irritação, na verdade são uma neurose, e os neuróticos se comportam como neuróticos.
Para que você consiga lidar com um neurótico, que são todos os tipos citados desde o primeiro texto e vamos chamá-los assim porque são pessoas que não são estúpidas, mas agem de forma estúpida. Então é preciso evitar algumas situações, que são: a culpa, sentir pena dos outros, medo da rejeição, medo de agressão física ou medo de prejuízo financeiro e a raiva.
Vamos começar pela raiva.
Existem quatro crenças que todos temos quando estamos com raiva, a primeira é que coisas ou pessoas deixaram você com raiva, a verdade é que você causou a sua raiva com pensamentos amargos e estes dominam seu corpo. Se você se treinar para questionar a ideia de que pessoas ou acontecimentos deixam você furioso e parar de pensar dessa forma, a raiva vai passar. Não é fácil de fazer, mas simples de entender.
O segundo erro é acreditar que se desejamos algo temos que tê-lo. Quando transforma desejos saudáveis em exigências neuróticas você acaba gerando a raiva dentro de você. Deixe de fazer exigências, principalmente quanto ao modo como os outros tem que se comportar, e deixará de se enfurecer ou se irritar.
O terceiro erro de quem está enfurecido é acreditar que quando alguém faz alguma coisa má, significa que ela é má. Pessoas fazem coisas negativas porque são deficientes, ignorantes ou perturbadas, não porque são más. Precisamos separar a classificação das pessoas da classificação dos comportamentos. Mas, isso não significa que só porque perdoamos as pessoas por nos fazerem algum mal, vamos ignorar seus abusos.
O último erro dos enfurecidos é acreditar que ser duro e cruel transforma pessoas más em boas. Isso faz com que odeiem ainda mais aqueles que as acusam, além de fazê-las muito menos dispostas a mudar.
A culpa
Se quiser confrontar um fazedor de louco e conseguir que ele respeite você, é essencial que não se sinta culpado quando deliberadamente resistir a ele. Enfrentar aqueles que nos enlouquecem é saudável para eles e para todo mundo. Lembre-se de que como não existem pessoas boas ou más e somente comportamentos bons ou maus, você logicamente não pode se sentir culpado. Você é humano, portanto imperfeito. Então, aprenda com seus erros, garanta que os outros tratem você com dignidade e não se sinta culpado por isso ou vai acabar recompensado com um comportamento ruim.
Sentir pena dos outros
Quando você fica firme e se recusa a deixar que seu parceiro ou filho imaturo conduza a sua vida com egoísmo, certamente vai receber lágrimas, gritos de ódio e acusações de injustiça. Eles fazem isso na esperança de que você se sinta culpado e tenha pena deles. Quando perceber este grau de perturbação naqueles que são próximos a você e que precisam de rédeas, fique feliz. É melhor que eles aprendam a dar valor ao que tem e deixarem de ser tão egocêntricos. Frustrá-los para conseguir trazê-los para a realidade é exatamente o seu objetivo.
Medo da rejeição
A rejeição não machuca, é inofensiva. Todos nós passamos por isso várias vezes ao longo da vida e conseguimos superar muito bem na maioria dos casos. Se você aprender a ignorar a rejeição que leva ao ponto de ficar imobilizado, está condenado a ser escravo das exigências dos outros. O seu medo de que pensem mal de você o enfraquecerá e fará com que continue se submetendo sempre.
Medo da agressão física ou prejuízo financeiro
Não faz sentido ter medo de ser rejeitado, mas faz muito sentido temer pela segurança física e financeira. Quando uma pessoa enfrenta uma dessas ameaças é perfeitamente racional que não resista. Aconselho que elas tolerem estes fazedores de loucos até que a ameaça passe ou que possam fugir.
Mas, é possível viver com todos os tipos de personalidades estranhas, você só precisa repetir para si mesmo algumas coisas sensatas como:
1. As coisas não precisam ser do seu jeito.
2. Mesmo se você não conseguir o que deseja, não é o fim do mundo.
3. Cedendo ao seu parceiro desleixado ou maníaco por limpeza, você pode acabar conhecendo comportamentos dos quais pode gostar, nunca se sabe!
Observe estes dois conselhos:
Primeiro: não espere que as pessoas façam o que ainda não conseguem. Tolere o que não pode mudar; é mais fácil do que dar murro em ponta de faca. Lembre-se de que nada aborrece você a menos que você permita.
Segundo: não leve os hábitos irritantes dos outros para o lado pessoal. Ignore o comportamento deles com elegância e siga adiante com a sua vida com serenidade. Aceite que existem pessoas excêntricas, cuide da sua vida e deixe que estraguem a delas se não querem escutar os seus conselhos.
Na próxima semana farei o resumo das considerações finais do livro e certamente há mais informações úteis para lidar com pessoas difíceis.
Boa semana. Adriana
Os Desleixados, Os Maníacos por limpeza e os Malas.
Os desleixados e os maníacos por limpeza são tipos opostos e não vamos defender nenhum dos dois comportamentos até porque é perfeitamente possível viver feliz e criar uma família saudável sendo desorganizado ou perfeccionista, mas os problemas começam quando um é desleixado e o outro maníaco por limpeza.
Já os malas não se consideram como tal, mas costumam ser aqueles que reclamam do parceiro, ficam dando ordens desde que roupa usar até com quem saem; os que se acham ‘the best’ e contam suas exageradas proezas; os que gostam de irritar quem está dirigindo, cozinhando, trabalhando não os deixando fazer a tarefa do modo como estão acostumados; os muito pessimistas; pessoas que abusam da bebida; os descontentes; os que respondem uma pergunta com outra; os que tentam impor seus pontos de vista religiosos, políticos e esportivos a amigos e familiares. Ou seja, a lista é imensa e os problemas que parecem não ser nada mais do que irritação, na verdade são uma neurose, e os neuróticos se comportam como neuróticos.
Para que você consiga lidar com um neurótico, que são todos os tipos citados desde o primeiro texto e vamos chamá-los assim porque são pessoas que não são estúpidas, mas agem de forma estúpida. Então é preciso evitar algumas situações, que são: a culpa, sentir pena dos outros, medo da rejeição, medo de agressão física ou medo de prejuízo financeiro e a raiva.
Vamos começar pela raiva.
Existem quatro crenças que todos temos quando estamos com raiva, a primeira é que coisas ou pessoas deixaram você com raiva, a verdade é que você causou a sua raiva com pensamentos amargos e estes dominam seu corpo. Se você se treinar para questionar a ideia de que pessoas ou acontecimentos deixam você furioso e parar de pensar dessa forma, a raiva vai passar. Não é fácil de fazer, mas simples de entender.
O segundo erro é acreditar que se desejamos algo temos que tê-lo. Quando transforma desejos saudáveis em exigências neuróticas você acaba gerando a raiva dentro de você. Deixe de fazer exigências, principalmente quanto ao modo como os outros tem que se comportar, e deixará de se enfurecer ou se irritar.
O terceiro erro de quem está enfurecido é acreditar que quando alguém faz alguma coisa má, significa que ela é má. Pessoas fazem coisas negativas porque são deficientes, ignorantes ou perturbadas, não porque são más. Precisamos separar a classificação das pessoas da classificação dos comportamentos. Mas, isso não significa que só porque perdoamos as pessoas por nos fazerem algum mal, vamos ignorar seus abusos.
O último erro dos enfurecidos é acreditar que ser duro e cruel transforma pessoas más em boas. Isso faz com que odeiem ainda mais aqueles que as acusam, além de fazê-las muito menos dispostas a mudar.
A culpa
Se quiser confrontar um fazedor de louco e conseguir que ele respeite você, é essencial que não se sinta culpado quando deliberadamente resistir a ele. Enfrentar aqueles que nos enlouquecem é saudável para eles e para todo mundo. Lembre-se de que como não existem pessoas boas ou más e somente comportamentos bons ou maus, você logicamente não pode se sentir culpado. Você é humano, portanto imperfeito. Então, aprenda com seus erros, garanta que os outros tratem você com dignidade e não se sinta culpado por isso ou vai acabar recompensado com um comportamento ruim.
Sentir pena dos outros
Quando você fica firme e se recusa a deixar que seu parceiro ou filho imaturo conduza a sua vida com egoísmo, certamente vai receber lágrimas, gritos de ódio e acusações de injustiça. Eles fazem isso na esperança de que você se sinta culpado e tenha pena deles. Quando perceber este grau de perturbação naqueles que são próximos a você e que precisam de rédeas, fique feliz. É melhor que eles aprendam a dar valor ao que tem e deixarem de ser tão egocêntricos. Frustrá-los para conseguir trazê-los para a realidade é exatamente o seu objetivo.
Medo da rejeição
A rejeição não machuca, é inofensiva. Todos nós passamos por isso várias vezes ao longo da vida e conseguimos superar muito bem na maioria dos casos. Se você aprender a ignorar a rejeição que leva ao ponto de ficar imobilizado, está condenado a ser escravo das exigências dos outros. O seu medo de que pensem mal de você o enfraquecerá e fará com que continue se submetendo sempre.
Medo da agressão física ou prejuízo financeiro
Não faz sentido ter medo de ser rejeitado, mas faz muito sentido temer pela segurança física e financeira. Quando uma pessoa enfrenta uma dessas ameaças é perfeitamente racional que não resista. Aconselho que elas tolerem estes fazedores de loucos até que a ameaça passe ou que possam fugir.
Mas, é possível viver com todos os tipos de personalidades estranhas, você só precisa repetir para si mesmo algumas coisas sensatas como:
1. As coisas não precisam ser do seu jeito.
2. Mesmo se você não conseguir o que deseja, não é o fim do mundo.
3. Cedendo ao seu parceiro desleixado ou maníaco por limpeza, você pode acabar conhecendo comportamentos dos quais pode gostar, nunca se sabe!
Observe estes dois conselhos:
Primeiro: não espere que as pessoas façam o que ainda não conseguem. Tolere o que não pode mudar; é mais fácil do que dar murro em ponta de faca. Lembre-se de que nada aborrece você a menos que você permita.
Segundo: não leve os hábitos irritantes dos outros para o lado pessoal. Ignore o comportamento deles com elegância e siga adiante com a sua vida com serenidade. Aceite que existem pessoas excêntricas, cuide da sua vida e deixe que estraguem a delas se não querem escutar os seus conselhos.
Na próxima semana farei o resumo das considerações finais do livro e certamente há mais informações úteis para lidar com pessoas difíceis.
Boa semana. Adriana
quarta-feira, 23 de março de 2011
Como lidar com pessoas difíceis: Fracassados
Hoje resumo sobre o comportamento dos Fracassados, segundo Paul Hauck em seu livro “Como lidar com pessoas que te deixam louco”.
É difícil imaginar como uma pessoa pode fazer da infelicidade um hábito, mas isso é exatamente o que acontece com os fracassados. Eles fazem qualquer coisa para sabotar o próprio sucesso e esse ciclo se repete, eles não aprendem com o próprio comportamento negativo. Os fracassados autodestrutivos são pessoas que simplesmente evitam ou sabotam qualquer experiência prazerosa que tenham. Entram em relacionamentos e situações que todo mundo, fora eles, sabe que vão resultar em sofrimento. Quando alguém se oferece para ajudar, eles tendem a recusar a ajuda, como se preferissem sofrer. Eles manipulam a situação de forma que se torne totalmente ineficaz.
Eles também instigam sentimentos de raiva nas pessoas que lhe são importantes, sabendo que serão rejeitados. E quando isso acontece, ficam magoados e se sentem humilhados pela experiência. Quando tem a chance de curtir a vida boa e se divertir, eles tendem a não admitir que estão felizes. Eles podem até ajudar alguém em uma tarefa e ser bem sucedido, mas não fariam isso por si próprio. Geralmente rejeitam as pessoas que podem lhes fazer bem.
O nível de autopunição, que obviamente traz sofrimento e dor, é tão estável e consistente que mostra que eles desejam ser infelizes, embora ninguém tenha lhes pedido para fazer tais sacrifícios.
A causa do comportamento autodestrutivo
Os principais fatores psicológicos que fazem com que uma pessoa seja tão autodestrutiva são os sentimentos de culpa e inferioridade. Os sentimentos de rejeição são intensos. Essas pessoas costumam vir de lares onde havia violência, gritaria, discussões, muita infelicidade e pouca demonstração de amor. Essas pessoas aprendem a ver a si mesmas como imprestáveis, não merecedoras e inferiores. Eles vão fazer de tudo para convencer os outros de que as coisas boas ditas sobre eles são falsas. Outro sentimento que motiva os autodestrutivos é a culpa. Nós nos sentimos culpados apenas quando nos odiamos por causa do nosso comportamento indesejável, não porque simplesmente nos comportamos mal. É fácil perceber que o fracassado é um masoquista que vive se punindo. Embora eles possam ser gentis e generosos, são mestres na arte de sofrer e recusam a ajuda de amigos e entes queridos para acabar com o sofrimento.
Como lidar com os fracassados
Não se pode classificar as pessoas através da lógica. Você pode avaliar a aparência, a inteligência, o talento, a personalidade, a riqueza, e os valores. Entretanto, não é racionalmente possível classificar um ser humano. Você só consegue classificar coisas sobre a pessoa, mas não a pessoa como um todo. Ninguém em sã consciência julgaria um ser humano por uma única característica. Mesmo que chegássemos a um acordo a respeita de uma pessoa ser boa ou ruim, a questão de quem seria o juiz ainda permaneceria.
Nunca se pode dizer que alguém é melhor ou pior que você como ser humano.
Pessoas autodestrutivas não entendem isso, elas escolhem acontecimentos inocentes e os usam para magoar a si mesmas. Essas pessoas que se odeiam passaram por uma lavagem cerebral poderosa quando crianças que aceitam ser inferiores.
Dê a seus parceiros e amigos os melhores conselhos que puder. E isso é tudo que pode fazer por eles. Tome cuidado pra não ser prestativo demais, porque só vai se machucar cada vez que eles sabotarem seus melhores esforços. Não tenha pena do autodestrutivo, não faça rodeios, mostre respeito e compaixão adequados as enrascadas em que ele se mete, ofereça ajuda. Não devemos gritar nem criticar, simplesmente deixar que sofram por seus erros. O que você não pode deixar que façam é arrastá-lo para baixo junto com eles até que fique deprimido também. Não se exaspere no processo de tentar ajudá-los. Quanto mais perturbado você fica com o sofrimento que eles causam a si próprios, mais eles vão se sentir recompensados pelo que fizeram e pela pena que conseguiram, assim essa tendência só se fortalece.
Lembre-se de que eles olham para você como uma fonte de castigo e infelicidade para satisfazer suas necessidades neuróticas de serem infelizes.
Existe uma categoria de fracassado que podemos chamar de mártir, são pobres de alma que sofrem de autopiedade. Independente do motivo, não se preocupe desnecessariamente com esses indivíduos cheios de autopiedade. Quanto mais você der atenção a eles, mais estará recompensando suas neuroses. Ofereça ajuda, dê conselhos e motive-os a serem mais generosos consigo mesmos. Coloque o peso sobre as costas deles e mostre que eles, e não os outros, são responsáveis por suas vidas infelizes.
Importante: a terapia não costuma funcionar com esse tipo, a única coisa que funciona é o sofrimento contínuo propiciado por suas ações malucas durante anos. Quando realmente machuca, é mais provável que mudem, mas mesmo assim, não conte com isso. Se você se encontra em relacionamentos assim, deve estar lidando com pessoas tão rígidas, com tanto complexo de inferioridade e tão completamente descontroladas que terá de ser você a pessoa a mudar se de fato quiser manter o relacionamento.
Boa semana. Adriana
É difícil imaginar como uma pessoa pode fazer da infelicidade um hábito, mas isso é exatamente o que acontece com os fracassados. Eles fazem qualquer coisa para sabotar o próprio sucesso e esse ciclo se repete, eles não aprendem com o próprio comportamento negativo. Os fracassados autodestrutivos são pessoas que simplesmente evitam ou sabotam qualquer experiência prazerosa que tenham. Entram em relacionamentos e situações que todo mundo, fora eles, sabe que vão resultar em sofrimento. Quando alguém se oferece para ajudar, eles tendem a recusar a ajuda, como se preferissem sofrer. Eles manipulam a situação de forma que se torne totalmente ineficaz.
Eles também instigam sentimentos de raiva nas pessoas que lhe são importantes, sabendo que serão rejeitados. E quando isso acontece, ficam magoados e se sentem humilhados pela experiência. Quando tem a chance de curtir a vida boa e se divertir, eles tendem a não admitir que estão felizes. Eles podem até ajudar alguém em uma tarefa e ser bem sucedido, mas não fariam isso por si próprio. Geralmente rejeitam as pessoas que podem lhes fazer bem.
O nível de autopunição, que obviamente traz sofrimento e dor, é tão estável e consistente que mostra que eles desejam ser infelizes, embora ninguém tenha lhes pedido para fazer tais sacrifícios.
A causa do comportamento autodestrutivo
Os principais fatores psicológicos que fazem com que uma pessoa seja tão autodestrutiva são os sentimentos de culpa e inferioridade. Os sentimentos de rejeição são intensos. Essas pessoas costumam vir de lares onde havia violência, gritaria, discussões, muita infelicidade e pouca demonstração de amor. Essas pessoas aprendem a ver a si mesmas como imprestáveis, não merecedoras e inferiores. Eles vão fazer de tudo para convencer os outros de que as coisas boas ditas sobre eles são falsas. Outro sentimento que motiva os autodestrutivos é a culpa. Nós nos sentimos culpados apenas quando nos odiamos por causa do nosso comportamento indesejável, não porque simplesmente nos comportamos mal. É fácil perceber que o fracassado é um masoquista que vive se punindo. Embora eles possam ser gentis e generosos, são mestres na arte de sofrer e recusam a ajuda de amigos e entes queridos para acabar com o sofrimento.
Como lidar com os fracassados
Não se pode classificar as pessoas através da lógica. Você pode avaliar a aparência, a inteligência, o talento, a personalidade, a riqueza, e os valores. Entretanto, não é racionalmente possível classificar um ser humano. Você só consegue classificar coisas sobre a pessoa, mas não a pessoa como um todo. Ninguém em sã consciência julgaria um ser humano por uma única característica. Mesmo que chegássemos a um acordo a respeita de uma pessoa ser boa ou ruim, a questão de quem seria o juiz ainda permaneceria.
Nunca se pode dizer que alguém é melhor ou pior que você como ser humano.
Pessoas autodestrutivas não entendem isso, elas escolhem acontecimentos inocentes e os usam para magoar a si mesmas. Essas pessoas que se odeiam passaram por uma lavagem cerebral poderosa quando crianças que aceitam ser inferiores.
Dê a seus parceiros e amigos os melhores conselhos que puder. E isso é tudo que pode fazer por eles. Tome cuidado pra não ser prestativo demais, porque só vai se machucar cada vez que eles sabotarem seus melhores esforços. Não tenha pena do autodestrutivo, não faça rodeios, mostre respeito e compaixão adequados as enrascadas em que ele se mete, ofereça ajuda. Não devemos gritar nem criticar, simplesmente deixar que sofram por seus erros. O que você não pode deixar que façam é arrastá-lo para baixo junto com eles até que fique deprimido também. Não se exaspere no processo de tentar ajudá-los. Quanto mais perturbado você fica com o sofrimento que eles causam a si próprios, mais eles vão se sentir recompensados pelo que fizeram e pela pena que conseguiram, assim essa tendência só se fortalece.
Lembre-se de que eles olham para você como uma fonte de castigo e infelicidade para satisfazer suas necessidades neuróticas de serem infelizes.
Existe uma categoria de fracassado que podemos chamar de mártir, são pobres de alma que sofrem de autopiedade. Independente do motivo, não se preocupe desnecessariamente com esses indivíduos cheios de autopiedade. Quanto mais você der atenção a eles, mais estará recompensando suas neuroses. Ofereça ajuda, dê conselhos e motive-os a serem mais generosos consigo mesmos. Coloque o peso sobre as costas deles e mostre que eles, e não os outros, são responsáveis por suas vidas infelizes.
Importante: a terapia não costuma funcionar com esse tipo, a única coisa que funciona é o sofrimento contínuo propiciado por suas ações malucas durante anos. Quando realmente machuca, é mais provável que mudem, mas mesmo assim, não conte com isso. Se você se encontra em relacionamentos assim, deve estar lidando com pessoas tão rígidas, com tanto complexo de inferioridade e tão completamente descontroladas que terá de ser você a pessoa a mudar se de fato quiser manter o relacionamento.
Boa semana. Adriana
quarta-feira, 16 de março de 2011
Como lidar com os Mimados
Hoje resumo o capítulo sobre os Mimados do livro de Paul Hauck, intitulado: Como lidar com pessoas que te deixam louco.
Os mimados são pessoas que controlam os outros ao se mostrarem indefesas, choramingando e agindo de forma imatura, só conseguem sobreviver quando tem pessoas mãos fortes à sua volta para satisfazer às suas necessidades. São egocêntricos e não tem compaixão, reclamam constantemente e não aceitam não como resposta. Embota tenham alguma semelhança com os controladores, já que exigem que as coisas sejam feitas do seu jeito, não costumam ficar violentos ou agressivos. Eles choram, lamentam-se, fazem bico, imploram ou ficam magoados. Usam a culpa deliberadamente para conseguir o que desejam. O que você faz hoje não é suficiente para amanhã, amanhã você terá de repetir e fazer a mesma coisa ou até mais do que fez ontem. Eles acreditam que nasceram para ter uma vida boa e que os outros devem que se sacrificar por eles. Os mimados só pensam naquilo que faz com que se sintam bem e não no direito dos outros.
Tendem a ser teatrais, são muito emocionais, querem atenção o tempo todo e costumam ser exigentes demais. Já outros são narcisistas, além das características dos teatrais tem um senso de grandiosidade, um desejo de ser admirado e visto com altamente especial e importante. Eles esperam reconhecimento por todas as suas habilidades especiais e seus grandes sucessos e ainda assim, raramente demonstram ter recebido esse reconhecimento. Os narcisistas são exploradores, tiram vantagem, não se importam e não tem sentimento pelos outros. Costuma ter inveja das outras pessoas e acreditam que elas tem inveja deles. É claro que se acham superiores, são arrogantes e vaidosos. Fechando os tipos temos o mimado dependente, geralmente tem muita dificuldade em tomar decisões e costumam precisar de conselhos e garantias dos outros para terem certeza de que suas decisões são seguras. Tem medo de assumir responsabilidades nas áreas mais importantes de suas vidas. Apreciam quando os outros assumem as responsabilidades por eles. Tem medo de perder a aprovação e o amor, não se sente confiante nem habilidoso, não se sente à vontade quando está sozinho porque existe a possibilidade de ter de cuidar de si mesmo.
Como lidar com os mimados
Lembre-se, toda vez que você tênar mudar um hábito enraizado em outra pessoa, não será a pessoa mais popular do mundo. Embora esteja fazendo um favor a essa pessoa no longo prazo, ela não vai perceber isso. Espere ser rejeitado. Como o lema delas é “me dá, me dá, me dá”, a idéia de que deveriam retribuir escapa delas, portanto ensine-a lei da reciprocidade e interação social. Se começar a tratar-la como adulto que deve pensar nos outros, elas vão se tornar adultos mais atenciosos com um alto nível de tolerância à frustração. O objetivo da chantagem emocional do mimado é deixar você com medo dele enlouquecer ou cometer suicídio e você acaba cedendo. Então, não se sinta culpado quando enfrentá-lo, não volte atrás e não ceda. Não se sinta culpado quando estiver tentando fazer alguém crescer. Quando você for duro ele vai reclamar, chorar e sentir pensa de si mesmo, se você realmente o ama não ceda sempre a tudo que ele quiser, em vez disso dê o que é bom para ele. Agora se você tem medo de ser rejeitado lembre-se de que não precisa ter o amor a provação de todo o mundo com quem se envolve. Tolere a rejeição, mostre a ele que não pode controlar você com reclamações e choros.
Essas pessoas são perturbadas e se você acha que vão fazer alguma coisa que possa machucá-la seriamente, chame um médico. Se não for tão grave, deixe que sofram com o próprio comportamento manipulador até que percebam que não vão conseguir nada com isso. Nunca se esqueça que recebemos o comportamento que toleramos.
Sentir-se excessivamente mal e perturbado por causa dos problemas dos outros é neurótico. Nós nos importamos com as outras pessoas, sentimos por elas, mostramos compaixão e as defendemos. Entretanto, isso não significa que precisamos sofrer junto com elas e no mesmo grau de intensidade. Não ajudamos as pessoas quando ficamos perturbados a ponto de também estarmos em um estágio de confusão emocional. Se você sente muita pena dessa pessoa ou sofre junto com ela, vai recuar e, então, perpetuar o mesmo comportamento imaturo que ela teve a vida inteira. Quando você controlar sua culpa, a pena pelos outros e o medo de ser rejeitado, então poderá ser realmente uma pessoa amorosa com esses indivíduos; eles precisam de ajuda e de alguém com a cabeça no lugar, não de alguém que ceda aos seus caprichos e loucuras porque foi exatamente assim que essas pessoas ficaram do jeito que são.
Boa semana. Adriana
Os mimados são pessoas que controlam os outros ao se mostrarem indefesas, choramingando e agindo de forma imatura, só conseguem sobreviver quando tem pessoas mãos fortes à sua volta para satisfazer às suas necessidades. São egocêntricos e não tem compaixão, reclamam constantemente e não aceitam não como resposta. Embota tenham alguma semelhança com os controladores, já que exigem que as coisas sejam feitas do seu jeito, não costumam ficar violentos ou agressivos. Eles choram, lamentam-se, fazem bico, imploram ou ficam magoados. Usam a culpa deliberadamente para conseguir o que desejam. O que você faz hoje não é suficiente para amanhã, amanhã você terá de repetir e fazer a mesma coisa ou até mais do que fez ontem. Eles acreditam que nasceram para ter uma vida boa e que os outros devem que se sacrificar por eles. Os mimados só pensam naquilo que faz com que se sintam bem e não no direito dos outros.
Tendem a ser teatrais, são muito emocionais, querem atenção o tempo todo e costumam ser exigentes demais. Já outros são narcisistas, além das características dos teatrais tem um senso de grandiosidade, um desejo de ser admirado e visto com altamente especial e importante. Eles esperam reconhecimento por todas as suas habilidades especiais e seus grandes sucessos e ainda assim, raramente demonstram ter recebido esse reconhecimento. Os narcisistas são exploradores, tiram vantagem, não se importam e não tem sentimento pelos outros. Costuma ter inveja das outras pessoas e acreditam que elas tem inveja deles. É claro que se acham superiores, são arrogantes e vaidosos. Fechando os tipos temos o mimado dependente, geralmente tem muita dificuldade em tomar decisões e costumam precisar de conselhos e garantias dos outros para terem certeza de que suas decisões são seguras. Tem medo de assumir responsabilidades nas áreas mais importantes de suas vidas. Apreciam quando os outros assumem as responsabilidades por eles. Tem medo de perder a aprovação e o amor, não se sente confiante nem habilidoso, não se sente à vontade quando está sozinho porque existe a possibilidade de ter de cuidar de si mesmo.
Como lidar com os mimados
Lembre-se, toda vez que você tênar mudar um hábito enraizado em outra pessoa, não será a pessoa mais popular do mundo. Embora esteja fazendo um favor a essa pessoa no longo prazo, ela não vai perceber isso. Espere ser rejeitado. Como o lema delas é “me dá, me dá, me dá”, a idéia de que deveriam retribuir escapa delas, portanto ensine-a lei da reciprocidade e interação social. Se começar a tratar-la como adulto que deve pensar nos outros, elas vão se tornar adultos mais atenciosos com um alto nível de tolerância à frustração. O objetivo da chantagem emocional do mimado é deixar você com medo dele enlouquecer ou cometer suicídio e você acaba cedendo. Então, não se sinta culpado quando enfrentá-lo, não volte atrás e não ceda. Não se sinta culpado quando estiver tentando fazer alguém crescer. Quando você for duro ele vai reclamar, chorar e sentir pensa de si mesmo, se você realmente o ama não ceda sempre a tudo que ele quiser, em vez disso dê o que é bom para ele. Agora se você tem medo de ser rejeitado lembre-se de que não precisa ter o amor a provação de todo o mundo com quem se envolve. Tolere a rejeição, mostre a ele que não pode controlar você com reclamações e choros.
Essas pessoas são perturbadas e se você acha que vão fazer alguma coisa que possa machucá-la seriamente, chame um médico. Se não for tão grave, deixe que sofram com o próprio comportamento manipulador até que percebam que não vão conseguir nada com isso. Nunca se esqueça que recebemos o comportamento que toleramos.
Sentir-se excessivamente mal e perturbado por causa dos problemas dos outros é neurótico. Nós nos importamos com as outras pessoas, sentimos por elas, mostramos compaixão e as defendemos. Entretanto, isso não significa que precisamos sofrer junto com elas e no mesmo grau de intensidade. Não ajudamos as pessoas quando ficamos perturbados a ponto de também estarmos em um estágio de confusão emocional. Se você sente muita pena dessa pessoa ou sofre junto com ela, vai recuar e, então, perpetuar o mesmo comportamento imaturo que ela teve a vida inteira. Quando você controlar sua culpa, a pena pelos outros e o medo de ser rejeitado, então poderá ser realmente uma pessoa amorosa com esses indivíduos; eles precisam de ajuda e de alguém com a cabeça no lugar, não de alguém que ceda aos seus caprichos e loucuras porque foi exatamente assim que essas pessoas ficaram do jeito que são.
Boa semana. Adriana
quarta-feira, 9 de março de 2011
Como lidar com pessoas difíceis: Controladores
Continuando a sequencia de comportamentos difíceis hoje resumo sobre os Controladores, de acordo com o livro: “Como lidar com pessoas que te deixam louco” de Paul Hauck.
Primeiro este tipo precisa organizar a festa, tudo tem de ser feito da sua maneira, se não é o líder, fica chateado, pois sente que precisa tomar todas as decisões. Quando diz algo todos tem de concordar com ele, se outras pessoas expressam opiniões diferentes das dele, isto soa como uma ameaça. Ele sente-se ameaçado porque quer se sentir superior, acredita que líderes são melhores que seguidores.
Atenção: nem sempre o controlador se vê desta forma, ele justifica as ordens porque se acha mais habilidoso, mais adaptado, que enxerga melhor as coisas ou simplesmente porque é mais organizado. Outra justificativa comum é que o controlador sempre diz que tem boa intenção.
Além disso, sua capacidade de tolerância à frustração é muito baixa, fica entediado e irritado quando precisa fazer algo para outra pessoa, mas trabalha como um condenado para conseguir qualquer coisa que entenda como um benefício para si próprio. Ou seja, tem sede de poder, não necessariamente físico, mas forças econômicas e políticas.
Tipos de controladores:
Paranoico
Controladores existem em todos os graus de intensidade, os paranóicos podem chegar a representar uma ameaça ou causar muita frustração, por exemplo, eles podem exigir que a família toda deixe de comer determinado alimento, por acreditar que faz mal a saúde. Pare ele, não importa se o resto da família concorda ou não com a idéia, ele simplesmente exige que seja feito do seu jeito.
Obsessivo compulsivo
Está preocupado em manter tudo em ordem, num grau absolutamente perfeito. Se preocupa em controlar o que as pessoas pensam e dizem, até nos seus relacionamentos mais íntimos. Tem a tendência a se preocupar demais em criar regras, listas e detalhes. É perfeccionista e naturalmente rigoroso ao extremo. O sistema de valores não t5em desvios. O que é certo é certo; o que é errado é errado e os dois nunca se misturam. Quando encontra pessoas com valores diferentes dos seus acaba sendo intolerante.
Tem dificuldade em delegar tarefas porque eles não farão “da forma como deve ser feito”. Essas características tornam o controlador muito rígido e teimoso, aspecto fundamental desse tipo de controlador. É comum também ter a mania de guardar e apego ao dinheiro. Alguns são tiranos e tratam seus subordinados como escravos.
Iludido
Acredita que alguém famoso ou da alta sociedade está apaixonado por ele.
Acredita que é especial, poderoso, brilhante ou que tem um relacionamento íntimo com uma pessoa famosa.
Acha que está sendo tratado de forma injusta e ameaçadora e que as pessoas estão tramando para machucá-lo ou difamá-lo.
Acredita que você ou outra pessoa tem uma doença ou deformidade física.
Ciumento
São tão inseguros de si que sempre acham que saem perdendo ao se comparar com as outras pessoas com quem seus parceiros se relacionam. Essas pessoas não acreditam que seus parceiros as amam e que são fiéis porque sofrem de um caso grave de baixa autoestima ou, simplificando, complexo de inferioridade.
Lidando com os controladores
Como o primeiro princípio diz que recebemos o comportamento que toleramos, pense como você ensinou-o a controlar a sua vida? Permitindo que conseguisse fazer o que desejava quando tentava controlar a sua vida. Você recompensou o comportamento dele e isso fez com que ficasse mais forte.
O segundo princípio da interação humana diz que nós precisamos mudar primeiro para que os outros mudem.
O terceiro princípio pergunta: o que devemos mudar? A resposta é: o excesso de passividade. E como devemos fazer isso? Sendo determinado, ou seja, defendendo seus direitos sem raiva.
Existem pessoas que tem dificuldades em ser determinadas, em não sentir raiva, em lidar com a pena, a culpa e o medo de rejeição, se esse é o seu caso terá dificuldades em lidar com os controladores e certamente precisa de ajuda.
Especificamente para lidar com obsessivos compulsivos
Não deixe muito tempo passar antes de protestar ou então eles vão se acostumar a lhe dar ordens. Depois converse, se não adiantar, faça coisas como: se ele se atrasa, deixo-o esperando da próxima vez. Se ele o tratar mal em uma festa, vá embora e deixe-o sozinho. Se não funcionar, aumente a pressão e se nada ajudar tente o castigo. Ou desista e tolere a situação sem ressentimento. Tenha cuidado, pois as coisas costumam ficar feias e você vai ter de pagar para romper com os velhos hábitos dos controladores, mas se a sua escolha foi querer conviver, então tem de pagar o preço.
Lembre-se quando nos deparamos com pessoas que além de controladoras são más e cruéis e que vão nos machucar se não fizermos o que desejam, a melhor coisas é ceder.
Este é apenas um resumo. Não é possível classificar um ser humano inteiro com base em uma ou meia dúzia de características, uma pessoa pode ser avaliada de milhões de formas. Não podemos classificar as pessoas. Podemos apenas fazer avaliações detalhadas sobre sua personalidade e as características de determinada pessoa. Isso vale para todos.
Boa semana. Adriana
Primeiro este tipo precisa organizar a festa, tudo tem de ser feito da sua maneira, se não é o líder, fica chateado, pois sente que precisa tomar todas as decisões. Quando diz algo todos tem de concordar com ele, se outras pessoas expressam opiniões diferentes das dele, isto soa como uma ameaça. Ele sente-se ameaçado porque quer se sentir superior, acredita que líderes são melhores que seguidores.
Atenção: nem sempre o controlador se vê desta forma, ele justifica as ordens porque se acha mais habilidoso, mais adaptado, que enxerga melhor as coisas ou simplesmente porque é mais organizado. Outra justificativa comum é que o controlador sempre diz que tem boa intenção.
Além disso, sua capacidade de tolerância à frustração é muito baixa, fica entediado e irritado quando precisa fazer algo para outra pessoa, mas trabalha como um condenado para conseguir qualquer coisa que entenda como um benefício para si próprio. Ou seja, tem sede de poder, não necessariamente físico, mas forças econômicas e políticas.
Tipos de controladores:
Paranoico
Controladores existem em todos os graus de intensidade, os paranóicos podem chegar a representar uma ameaça ou causar muita frustração, por exemplo, eles podem exigir que a família toda deixe de comer determinado alimento, por acreditar que faz mal a saúde. Pare ele, não importa se o resto da família concorda ou não com a idéia, ele simplesmente exige que seja feito do seu jeito.
Obsessivo compulsivo
Está preocupado em manter tudo em ordem, num grau absolutamente perfeito. Se preocupa em controlar o que as pessoas pensam e dizem, até nos seus relacionamentos mais íntimos. Tem a tendência a se preocupar demais em criar regras, listas e detalhes. É perfeccionista e naturalmente rigoroso ao extremo. O sistema de valores não t5em desvios. O que é certo é certo; o que é errado é errado e os dois nunca se misturam. Quando encontra pessoas com valores diferentes dos seus acaba sendo intolerante.
Tem dificuldade em delegar tarefas porque eles não farão “da forma como deve ser feito”. Essas características tornam o controlador muito rígido e teimoso, aspecto fundamental desse tipo de controlador. É comum também ter a mania de guardar e apego ao dinheiro. Alguns são tiranos e tratam seus subordinados como escravos.
Iludido
Acredita que alguém famoso ou da alta sociedade está apaixonado por ele.
Acredita que é especial, poderoso, brilhante ou que tem um relacionamento íntimo com uma pessoa famosa.
Acha que está sendo tratado de forma injusta e ameaçadora e que as pessoas estão tramando para machucá-lo ou difamá-lo.
Acredita que você ou outra pessoa tem uma doença ou deformidade física.
Ciumento
São tão inseguros de si que sempre acham que saem perdendo ao se comparar com as outras pessoas com quem seus parceiros se relacionam. Essas pessoas não acreditam que seus parceiros as amam e que são fiéis porque sofrem de um caso grave de baixa autoestima ou, simplificando, complexo de inferioridade.
Lidando com os controladores
Como o primeiro princípio diz que recebemos o comportamento que toleramos, pense como você ensinou-o a controlar a sua vida? Permitindo que conseguisse fazer o que desejava quando tentava controlar a sua vida. Você recompensou o comportamento dele e isso fez com que ficasse mais forte.
O segundo princípio da interação humana diz que nós precisamos mudar primeiro para que os outros mudem.
O terceiro princípio pergunta: o que devemos mudar? A resposta é: o excesso de passividade. E como devemos fazer isso? Sendo determinado, ou seja, defendendo seus direitos sem raiva.
Existem pessoas que tem dificuldades em ser determinadas, em não sentir raiva, em lidar com a pena, a culpa e o medo de rejeição, se esse é o seu caso terá dificuldades em lidar com os controladores e certamente precisa de ajuda.
Especificamente para lidar com obsessivos compulsivos
Não deixe muito tempo passar antes de protestar ou então eles vão se acostumar a lhe dar ordens. Depois converse, se não adiantar, faça coisas como: se ele se atrasa, deixo-o esperando da próxima vez. Se ele o tratar mal em uma festa, vá embora e deixe-o sozinho. Se não funcionar, aumente a pressão e se nada ajudar tente o castigo. Ou desista e tolere a situação sem ressentimento. Tenha cuidado, pois as coisas costumam ficar feias e você vai ter de pagar para romper com os velhos hábitos dos controladores, mas se a sua escolha foi querer conviver, então tem de pagar o preço.
Lembre-se quando nos deparamos com pessoas que além de controladoras são más e cruéis e que vão nos machucar se não fizermos o que desejam, a melhor coisas é ceder.
Este é apenas um resumo. Não é possível classificar um ser humano inteiro com base em uma ou meia dúzia de características, uma pessoa pode ser avaliada de milhões de formas. Não podemos classificar as pessoas. Podemos apenas fazer avaliações detalhadas sobre sua personalidade e as características de determinada pessoa. Isso vale para todos.
Boa semana. Adriana
quinta-feira, 3 de março de 2011
Contra a violência
Hoje vou iniciar mais uma campanha contra a violência de modo geral, porém vou falar mais sobre violência psicológica também conhecida como abuso emocional.
Como havia dito na postagem anterior vou postar uma série de textos sobre comportamentos difíceis de lidar, porém como o comportamento da semana passada (bullies) e o da próxima (controladores) são os perfis mais comuns dos(as) abusadores (as) decidi colocar a campanha entre eles.
CAMPANHA CONTRA A VIOLÊNCIA E O ABUSO
CONTRA A VIOLÊNCIA E ABUSO CONTRA CRIANÇAS, MULHERES, HOMENS E IDOSOS
CONTRA A VIOLÊNCIA FÍSICA E ABUSO EMOCIONAL
O que me mobilizou a ser mais uma a aderir ao movimento e iniciar mais uma campanha foram os números assustadores que eu encontrei na revista Sinais dos Tempos, edição de 2010, intitulada” Quebrando o silêncio, Violência contra a mulher, Acabe agora com isso”.
Vamos as estatísticas, segundo a Sociedade Mundial de Vitimologia, o Brasil é campeão de violência doméstica num ranking de países, a cada 16 segundos uma mulher é agredida por seu companheiro e 70% das mulheres assassinadas foram vítimas de seus próprios maridos.
Pesquisa feita pela Fundação Perseu Abramo e divulgada no ano de 2002 mostra que:
43% das mulheres foram vítimas de violência sexual;
33% de alguma forma de violência física.
27% de violências psíquicas
24% de ameaças com armas ao cerceamento de ir e vir
22% de agressão propriamente dita
13% de estupro conjugal ou abuso
11% de assédio sexual.
Somente 57% das mulheres brasileiras nunca sofreram qualquer tipo de violência por parte de algum homem.
Dados da OMS apontam que 1% a 10% dos idosos de países desenvolvidos sofram algum tipo de violência. Nos países pobres ou em desenvolvimento, as taxas são ainda maiores.
A organização não governamental SaferNet Brasil recebe uma média diária de 500 denúncias de pornografia infantil.
Ao longo das semanas irei publicando outras informações e principalmente como identificar agressores e comportamentos das vítimas.
Agora encerro como os dizeres da campanha SEDH contra violência sexual contra criança e adolescentes:
QUEM NÃO DENUNCIA TAMBÉM VIOLENTA
DISQUE DENUNCIA: 100
Eu vou me ater nas questões da violência psíquica também chamada de abuso emocional.
A violência psicológica é caracterizada por rejeição, depreciação, discriminação, humilhação, desrespeito e punições exageradas. Existem vários tipos de agressão que falarei em outros textos
Abaixo segue uma lista de comportamentos apresentados por abusadores (as). Identifique-os.
Colocar para baixo, chamar nomes, fazer pensar que está louca, fazer jogos mentais.
Ameaças de machucar física ou emocionalmente. Ameaças de divórcio, traição, suicídio, levar as crianças embora, contar a todos sobre intimidades.
Deixar com medo através do olhar, gestos, voz alta, quebrar coisas, destruir propriedade, dirigir em alta velocidade.
Ameaçar fazê-la de empregada. Tomar todas as grandes decisões, agir como “mestre da casa”, negligenciar responsabilidades com trabalho, cuidado com os filhos e responsabilidades da casa.
Padrões abusivos de sedução. Forçar a fazer coisas contra sua vontade. Criticar performance sexual. Contar sobre relacionamentos fora da relação.
Não deixar que você trabalhe ou atrapalhar seu trabalho, controlar seu acesso ao dinheiro, esconder investimentos.
Controlar o que você faz, com quem sai, com quem se encontra, com quem fala. Negar acesso ao carro. Deliberadamente afastar de seus contatos de apoio.
Importante lembrar que não precisa ter todos os comportamentos da lista acima para se encaixar no perfil de agressor, basta a constância do comportamento.
Boa semana. Adriana
Como havia dito na postagem anterior vou postar uma série de textos sobre comportamentos difíceis de lidar, porém como o comportamento da semana passada (bullies) e o da próxima (controladores) são os perfis mais comuns dos(as) abusadores (as) decidi colocar a campanha entre eles.
CAMPANHA CONTRA A VIOLÊNCIA E O ABUSO
CONTRA A VIOLÊNCIA E ABUSO CONTRA CRIANÇAS, MULHERES, HOMENS E IDOSOS
CONTRA A VIOLÊNCIA FÍSICA E ABUSO EMOCIONAL
O que me mobilizou a ser mais uma a aderir ao movimento e iniciar mais uma campanha foram os números assustadores que eu encontrei na revista Sinais dos Tempos, edição de 2010, intitulada” Quebrando o silêncio, Violência contra a mulher, Acabe agora com isso”.
Vamos as estatísticas, segundo a Sociedade Mundial de Vitimologia, o Brasil é campeão de violência doméstica num ranking de países, a cada 16 segundos uma mulher é agredida por seu companheiro e 70% das mulheres assassinadas foram vítimas de seus próprios maridos.
Pesquisa feita pela Fundação Perseu Abramo e divulgada no ano de 2002 mostra que:
43% das mulheres foram vítimas de violência sexual;
33% de alguma forma de violência física.
27% de violências psíquicas
24% de ameaças com armas ao cerceamento de ir e vir
22% de agressão propriamente dita
13% de estupro conjugal ou abuso
11% de assédio sexual.
Somente 57% das mulheres brasileiras nunca sofreram qualquer tipo de violência por parte de algum homem.
Dados da OMS apontam que 1% a 10% dos idosos de países desenvolvidos sofram algum tipo de violência. Nos países pobres ou em desenvolvimento, as taxas são ainda maiores.
A organização não governamental SaferNet Brasil recebe uma média diária de 500 denúncias de pornografia infantil.
Ao longo das semanas irei publicando outras informações e principalmente como identificar agressores e comportamentos das vítimas.
Agora encerro como os dizeres da campanha SEDH contra violência sexual contra criança e adolescentes:
QUEM NÃO DENUNCIA TAMBÉM VIOLENTA
DISQUE DENUNCIA: 100
Eu vou me ater nas questões da violência psíquica também chamada de abuso emocional.
A violência psicológica é caracterizada por rejeição, depreciação, discriminação, humilhação, desrespeito e punições exageradas. Existem vários tipos de agressão que falarei em outros textos
Abaixo segue uma lista de comportamentos apresentados por abusadores (as). Identifique-os.
Colocar para baixo, chamar nomes, fazer pensar que está louca, fazer jogos mentais.
Ameaças de machucar física ou emocionalmente. Ameaças de divórcio, traição, suicídio, levar as crianças embora, contar a todos sobre intimidades.
Deixar com medo através do olhar, gestos, voz alta, quebrar coisas, destruir propriedade, dirigir em alta velocidade.
Ameaçar fazê-la de empregada. Tomar todas as grandes decisões, agir como “mestre da casa”, negligenciar responsabilidades com trabalho, cuidado com os filhos e responsabilidades da casa.
Padrões abusivos de sedução. Forçar a fazer coisas contra sua vontade. Criticar performance sexual. Contar sobre relacionamentos fora da relação.
Não deixar que você trabalhe ou atrapalhar seu trabalho, controlar seu acesso ao dinheiro, esconder investimentos.
Controlar o que você faz, com quem sai, com quem se encontra, com quem fala. Negar acesso ao carro. Deliberadamente afastar de seus contatos de apoio.
Importante lembrar que não precisa ter todos os comportamentos da lista acima para se encaixar no perfil de agressor, basta a constância do comportamento.
Boa semana. Adriana
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