terça-feira, 11 de junho de 2013

Época de mudanças


Não são poucas as pessoas que ultimamente comentam sobre a maneira das pessoas se comportarem atualmente, se queixam que as pessoas estão sempre com pressa, que só pensam em si mesmas, que não tem mais educação e respeito, mas o que eu observo é que além disso, infelizmente, de repente estamos fazendo a mesma coisa, ainda que em situações diferentes.

Por exemplo, hoje nos pegamos fechando o vidro do carro no farol quando vimos alguém ‘suspeito’, nem sabemos o que a pessoa pode querer, mas o medo da violência nos faz fechar o vidro na cara da pessoa. Também acontece de termos pouca paciência no trânsito se estivermos atrasados e dirigimos de modo que não é o habitual, se estamos no celular nem cumprimentamos o porteiro...e assim é hoje, todos reclamando uns dos outros sem se dar conta que também fazem parte do time, mesmo que esporadicamente.

Além disso tem uma questão que eu observo que é a forma mais comum das pessoas se comportarem hoje que se refere ao fato de acharem que sempre tem razão e merecimento de tudo, não importam os detalhes, sempre há desculpas, não é necessário esforço, parece que todo mundo pode tudo quando se refere a si mesmo e nenhum outro tem direitos. Tudo só tem um lado, o da pessoa, obviamente.

Outra questão é sobre quem quer as coisas bem feitas ser taxado de chato, porque querer tudo corretamente hoje deixou de ser exigência de qualidade é somente chatice.

Quanto aos relacionamentos amorosos ouvimos as pessoas dizerem que é difícil encontrar alguém, mas a maioria se defende, não fala o que realmente quer (relacionamento sério) espera sempre do outro a compreensão, a paciência e a quase perfeição, ou seja, dizem que querem uma coisa e não se comportam para tê-la. É tão fácil encontrar pessoas disponíveis que tentar um pouco mais, se esforçar para entender o outro tornou-se perda de tempo.

Não acredito que esses comportamentos são melhores ou piores do que em outra época, na verdade, cada época tem suas peculiaridades e existem as boas e as ruins. O que me chama à atenção é o fato da incoerência, como podem estar achando ruim e continuar como se nada fosse?

O que percebo é que agem de acordo com a massa, de acordo com o que a sociedade ‘espera’, trabalhando muito, fazendo o que quase todo mundo faz, preocupados com o que vão achar disso ou daquilo que fazem, querendo ser modernos e aceitando relacionamentos vazios, entre outras coisas. Quando, na verdade, não querem tudo isso desse jeito. A dificuldade em expor que quer uma vida mais tranqüila, com a família, querendo um relacionamento sério, escolhendo empregos mais perto para ter mais tempo, tudo isso passou a ser visto como acomodação e não escolha de qualidade.

De repente os valores são outros e há muita reclamação e ao mesmo tempo conformismo. Alíás hoje é muito comum as pessoas estarem depressivas por conta de não conseguirem se decidir se fazem o que querem ou se fazem o que esperam que ela faça.

A incoerência faz com que a pessoa viva em conflito, sempre pensando como vai fazer o que quer se acha que precisa estar a altura do que esperam dela. Sinceramente acho que ninguém espera tanto  de ninguém, acredito que muitas pessoas nem pensam em como estão vivendo, agem como se fossem robôs, nem questionam se isso é o que realmente querem, só reproduzem ações e isto em algum momento vai explodir contra a própria pessoa, porque o ser humano não é robô.

Acredito que esta seja a época em que a sociedade está mais alienada. É necessário fazer escolhas, seguir a massa ou seguir o seu desejo, cada qual tem suas consequências. Então antes de adoecer pense: O que é mais importante pra você?  
Boa semana. Adriana

 

 

      

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Vitória


Vitória
 
Vencer os outros não chega a ser uma grande vitória.
Vitorioso é aquele que consegue vencer a si mesmo
combatendo seus vícios e controlando suas paixões.
A vitória sobre nós mesmos é muito mais difícil.
Ela requer mais coragem mais disciplina e mais decisão.
Se você não conseguir na primeira vez tente de novo.
 O simples fato de tentar de novo já será sua primeira vitória.
Te desejo um Dia de Vitória !

Autor Desconhecido

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Aos Pais com Carinho


Depois de ouvir muitas historias de pais e professores percebo que a nossa educação tende a piorar muito se continuar desta forma, ou seja, muitos pais acham que a educação deve ser dada pela escola, mas se queixam quando os filhos são chamados à atenção ou quando perdem pontos porque não entregaram o trabalho na data certa, entre outras situações onde  a função da escola, por meio do professor, é auxiliar no limite necessário às crianças e jovens.

Esta incoerência dos pais em não saber ao certo o que é a educação dada na escola e qual é a educação dada por eles só traz um resultado: crianças e jovens sem limites, sem educação, fazendo o quer e na maioria das vezes tendendo a insegurança, indecisão e sem limites de certo, errado, respeito entre outras coisas.

Frases prontas não são inovadoras, mas “educação vem de berço” hoje em dia seria uma inovação já que a maioria das crianças não recebe educação em relação a respeitar os mais velhos, no caso os professores,  não aprendem a respeitar horários, prazos e regras e quando são cobrados por isso na escola acham que é normal atrasos, acham que tudo pode ser negociado. Acham o professor um chato.  

Evidentemente não podemos entender que o modo educacional antigo onde ninguém podia abrir a boca, nada se questionava e só faltava bater continência é o mais adequado, mas daí a achar  que o professor não tem autoridade nenhuma sobre os alunos deixados a sua confiança tem uma grande diferença.

Em muitos casos tenho a impressão de que alguns pais vêem a escola como um lugar seguro pra deixar os filhos e que de quebra tem uma baba boazinha que vai atender os pedidos dos filhos em seus lugares, já que estes, os pais, estão ocupados.

Só para relembrar a educação que a escola deve dar é no sentido cultural e reforçar a educação moral (respeito, cidadania, bom senso, etc) de convivência (interelação, onde começa o meu direito e onde esta o direito do próximo) e de bons modos (como se alimentar, se vestir, se comportar etc) que deve ser ensinada em casa, entre outras coisas, como cumprimento de tarefas, arrumar a cama, guardar seus pertences, cumprir regra como fazer as tarefas escolares, chegar no horário certo em suas atividades, entre outras coisas.

Hoje tudo tem justificativa, os pais dizem: “Ah, ele estava cansado por causa da aula de natação e por isso não terminou a lição de casa”, “Coitada, a amiguinha ligou bem na hora que ela sai para o colégio então ela perdeu a hora da primeira aula...”.

Cada um cria seus filhos da forma que achar mais correta, mas pense se a maneira que você escolheu é mais correta para o seu filho enfrentar a vida quando ele for crescendo. Fora de casa as coisas são diferentes. Por isso temos tantos jovens envolvidos com drogas, ele acham que tudo tem um jeitinho, não tem maturidade para entender que certas coisas da vida não tem jeito que dê jeito. Outros tem dificuldade de relacionamento porque não sabem respeitar o próximo. Tem ainda os que não conseguem se decidir por nada e vivem mudando de curso, ou começam e não terminam. Tem os que acreditam que tudo cai do céu, quando recebem uma negativa, se revolta, acham a vida injusta. Tem os que se deprimem, se isolam, quase desistem, perdem anos tentando se encontrar.  

A melhor educação é aquela que dosa respeito, limites, boas palavras e amor (entenda-se a forma de o expressar, dando atenção, presença, conversando, abraçando, porque só sentir não resolve) . Não vou dizer que em meio a vida turbulenta que a maioria de nós leva isso é tarefa fácil, mas depois que se escolhe ter filhos temos que arcar com as consequências e a maior delas é: um filho em formação é prioridade. E mais, pode-se ter quem os ajude a criá-los, mas a obrigação é dos pais. Não delegue a educação do seu filho a outros e não deixe de educar para ser bonzinho, depois que as coisas dão errado é muito mais difícil concertar e as conseqüência são arcadas pelos filhos, aí sofrem todos, pais e filhos.  

Boa semana. Adriana

 

 

     

     

quinta-feira, 21 de março de 2013

"Remédio não trata pensamento"

Depois de alguns meses volto a postar textos que espero poder contribuir para o desenvolvimento humano.

Hoje vou repassar um texto que relata uma realidade comum na minha profissão. Geralmente as pessoas acreditam ou querem acreditar que só a medicação resolve. Isto além de perigoso não é verdadeiro quando se trata de questões emocionais e ou práticas.


O texto abaixo é de autoria de Silvia Disitzer, psicanalista e psiquiatra, membro da Escola Letra Freudiana, publicado na revista SimplesMente em janeiro de 2013.

“Remédio não trata pensamento”

“A tarefa clínica nos coloca em contato profundo com o sofrimento do sujeito. Desde o início da minha formação, ainda nos ambulatórios da faculdade de Medicina, me chamava a atenção um fato recorrente: aquilo que era enunciado pelo paciente sobre a sua situação e os seus sintomas tinha mais efeito sobre a evolução de seu quadro do que a informação que recebíamos dos resultados dos exames ou dos procedimentos realizados. Tornou-se evidente que uma escuta atenciosa é fundamental para a melhora clínica, o que me levou posteriormente à psiquiatria e à psicanálise, não necessariamente nesta ordem.

Com os anos, fui percebendo que a diferença entre a prática psiquiátrica e a clínica psicanalítica é abismal. O psiquiatra identifica a doença de seu paciente e acredita saber qual o remédio certo para tratá-la. Já o psicanalista, ao escutar o sujeito, opera sobre matéria bem mais sutil, a cadeia de seus pensamentos, e se coloca a tecer os fios que possam levar seu paciente a tomar as rédeas de sua própria vida.

Seja pela pressão da indústria farmacêutica, seja pela necessidade de criar indivíduos funcionantes, o fato é que a sociedade contemporânea recorre cada vez mais a remédios numa busca rápida e, por vezes, fantasiosa de uma “cura” para a mente. É inquestionável que algumas substâncias psicoativas têm eficácias específicas comprovadas. Os neurolépticos, por exemplo, agem sobre a desordem psicótica aguda e, os antidepressivos, melhoram o ânimo e combatem a irritabilidade.

No entanto, a vivência clínica me leva à constatação de que o pensamento do sujeito é de certa forma “intratável”. A fixidez das ideias na certeza delirante, na persistência dos pensamentos obsessivos e na fantasia histérica ilustra esta observação. É com base nisto que venho consolidando a forte impressão de que remédio não trata pensamento. Que alívio! Afinal, como é possível um medicamento alterar o conteúdo de uma ideia? Como disse Freud: “A ciência moderna ainda não produziu um medicamento tão eficaz como poucas e boas palavras”. Em meio a avanços tecnológicos que criam soluções para quase tudo, é fundamental frisar que a psicanálise continua sendo uma práxis singular, a única efetivamente capaz de tratar e promover alguma pequena e preciosa modificação no campo do pensamento, ou seja, na associação de ideias do sujeito. “

Resumindo, para questões comuns, mas que às vezes, fogem ao controle busque terapia.

Boa semana. Adriana



quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Fé, qual é a sua?

Hoje eu queria expor um tema que gera polêmica, discussão e quase nenhum consenso, que é sobre a fé.


A princípio a fé é de ordem religiosa, ou seja, algo espiritual, portanto particular, muito individual, sendo assim cada pessoa entende, sente e vivencia a fé a seu modo. Eu entendo a maneira particular de cada pessoa vivenciar sua fé como algo muito bonito, tudo que vem do indivíduo me fascina pelo modo como é diferente e único em cada ser.

Mas a maioria das pessoas tem necessidade de controle, de manipulação, de reafirmação, de desrespeito quanto as particularidades e inclusive se sentem no direito de criticar, julgar, desconfiar da fé alheia. Não pensam que a fé é um relacionamento com Deus que somente Ele e a pessoa sabem como está, como é.

A fé que cada um tem, como tem, com o que tem, porque tem, deveria ser inquestionável, somente observada e admirada quando alcança a confiança e a satisfação da pessoa. Quando ouvimos uma pessoa falar da sua fé, e não da sua religião, tudo fica muito parecido, o sentimento, a emoção, a serenidade é a mesma independente de como e no que a pessoa tem fé.

Ter fé é acreditar, confiar e ter tranqüilidade em algo ou alguém. É saber que tudo se ajeita em algum momento, é aceitar que nem tudo está sob o nosso controle, é ter paz diante de situações conflituosas ou trágicas.

Querer unificar a fé é desconsiderar a criação de Deus, que fez a maravilha de criar o ser humano como único, nenhum igual ao outro, semelhante sim, mas com suas particularidades. Quando vejo alguém criticar, desconfiar ou julgar a fé alheia não sei se esta pessoa entende o que é ter fé, porque quando se tem fé sabe-se que só Deus conhece a real intenção de cada um e o porque de suas atitudes, portanto acredito que deveria bastar confiar na fé que o outro tem e ter a sua.

Boa semana. Adriana



sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Você precisa de uma consultoria pessoal ?

Vivemos atualmente de uma maneira que tudo parece normal mesmo quando nos incomoda, identificamos que algo esta fora do eixo, mas continuamos afinal não temos tempo para resolver uma ‘coisinha’ ou outra, desta forma nos acostumamos a viver mais ou menos, pensar em consultoria pessoal parece para quem tem dinheiro, tempo ou não tem o que fazer. Mas afinal o que é consultoria pessoal?


È o processo de diagnosticar o problema atual, o que te incomoda, e trabalhar com a programação da solução imediata, com isso provoca-se mudança no momento presente através das ações que te levam ao futuro desejado. Em apenas alguns encontros, mais ou menos 8, você encontra alternativas de viver mais leve fisicamente, mentalmente e emocionalmente.

O público alvo da consultoria são pessoas que estão passando há mais de dois meses por algum grau de insatisfação, seja no trabalho, vida pessoal, sentimental.

Aqueles que estão achando que algo poderia ser diferente, mesmo não sabendo exatamente o que.

Quando queremos mudar o estilo de vida, carreira.

Querendo encontrar algo para se distrair e não sabe por onde começar.

Com dificuldades em organizar as finanças, comprando demais, endividado.

Com hábitos alimentares pouco saudáveis que estão causando algum tipo de incômodo.

Com altos e baixos no humor.

Ansiedade persistente e nem sempre com motivo que justifique.

Stress físico e mental.

Ou seja, se você esta há mais de dois meses com algum incomodo seja de que ordem for, possivelmente a consultoria pode te ajudar.

Quando nos sentimos emperrados, desanimados ou querendo inovação, mudança, novidade, esta na hora de questionar se precisamos de um auxílio para definir com clareza o que, quanto e como modificar a questão e ainda definir as medidas e comportamentos práticos a serem reorganizados para alcançar os objetivos com satisfação.

O serviço de consultoria pessoal age nesse processo de organização geral ou específico da nova forma de direcionar o seu futuro. Muitas vezes a solução é simples e rápida, mas não identificamos sozinhos, em poucos encontros diagnosticamos os pontos necessários e fundamentais que necessitam de interferência direta dos seus comportamentos e atitudes.

Com orientações práticas e imediatas você reorganiza a forma de agir e alcança a satisfação.

A principal diferença entre terapia e consultoria pessoal é que na terapia visamos a solução da dificuldade que surge no passado e que interfere no emocional presente e na consultoria identificamos o problema atual visando o que a causa no presente, portanto a solução é quase imediata dependendo apenas do empenho da pessoa para resolver a questão.

Para mais informações entre em contato: ababpsico@gmail.com

Boa semana. Adriana





quinta-feira, 11 de outubro de 2012

União

O texto abaixo é um resumo da ‘Mensagem de Maria Modesto Cravo’, fonte Internet no Jornal Cevild ano II, número XV. Fala sobre a união.


“No esforço de unificar o pensamento em torno de uma ideia, muitas pessoas traduzem união por fusão de ideias. A união deve ser a base da unificação, sem nenhuma pretensão de superioridade para com aqueles que escolhem um caminho diferente do nosso.

União não é fusão.

Podemos ser e estar unidos sem que estabeleçamos regras de conduta para o outro seguir. Também não precisamos excluir aqueles que não pensam como nós. O projeto deveria ser de unificação e não padronização.

Unir, sem perder as características.

Unir, conservando o direito de pensar diferente.

Unir, sem perder a individualidade.

Unir, respeitando a pluralidade.

Unir, sem nos transformar em máquinas humanas.

A união pressupõe respeito ao outro, sem que o indivíduo seja marginalizado.

Unificar é algo mais interior do que interpretativo, sem as proibições e sem os preconceitos tão característicos dos movimentos humanos.

Precisamos rever urgentemente a nossa forma de agir e de comportar em relação aqueles que não comungam com os mesmos ideais. Respeitar as diferenças, a pluralidade de pensamento e o direito de agir por si mesmo, fora das regras estabelecidas pela ignorância e prepotência humana.”

Reveja seus conceitos.
Boa semana. Adriana



quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Imprevistos

Os imprevistos fazem parte da nossa vida, talvez nem deveriam chamar imprevisto, já que sabemos que algo pode acontecer a qualquer momento, o pior é que mesmo sabendo que acontecem com certa freqüência e mais sabendo que quase sempre damos conta deles ainda assim ficamos estressados, irritados e até descompensados.


Imprevistos são como o ar que respiramos, estão em todo lugar a qualquer momento e vivemos com eles. A questão é como lidamos com eles e não se vão ocorrer ou não, porque certo é que ocorrerão. Alguns causam pouca ou nenhuma conseqüência, quase nem o percebemos, mas em outras causam transtornos, atrasos, prejuízos, mal estar enfim são estes que precisam ser administrados e bem elaborados emocionalmente.

Entender que imprevistos fazem parte da vida já ameniza um pouco, ou seja, saber que a qualquer momento você terá que mudar seus planos já te faz mais flexível, depois pensar primeiro ou imediatamente após o ocorrido de forma racional, isto é, até que ponto tenho algum problema ou só teria que fazer alguns ajustes.

Agora quando o imprevisto causa um grande problema eu penso se realmente era imprevisto, será que não era algo que poderia ser evitado? Tirando acidentes, quase tudo pode ser evitado ou amenizado, quando envolve outras pessoas sabemos mais ou menos como costumam agir e pensar, portanto nem sempre somos pegos de surpresa.

O que acontece em alguns casos é que sabemos que pode não sair como queremos, mas insistimos, desconsideramos, forçamos uma situação e depois ainda ficamos inconformados com ela, será que não podia ser evitado se aceitasse antes que poderia ser de outra forma?

Como eu sempre lembro o ditado que alguém já disse e que se aplica muito bem aos imprevistos é: ”o problema não é o que acontece e sim como você enxerga e o que faz com o que acontece”.

Boa semana. Adriana



quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Ambição

Hoje falo sobre a ambição, um tema um pouco polêmico, pois a maioria das pessoas enxerga a ambição somente como uma característica negativa do ser humano, quando na verdade, precisamos entender que ter ambição só é negativo quando a pessoa passa por cima de outros, mas quando a ambição traz crescimento e desenvolvimento ela é muito positiva.


As pessoas ambiciosas sabem colocar em prática as idéias que tem, ou seja, tem iniciativa. È claro que a maneira e a freqüência da ambição varia de acordo com cada pessoa. E também devemos considerar que existem maneiras diferentes de ser ambicioso.

Geralmente pensamos em ambicioso aquele ser humano que só pensa em dinheiro e em bens materiais, eu entendo que este é um ganancioso, que quanto mais tem mais quer ter, independente se precisa ou não e do que faz para conseguir.

Acontece que na vida as coisas feitas com vontade e persistência levam a bons resultados e a ambição que as pessoas tem em aprender algo novo, em fazer coisas novas, em acreditar no potencial das pessoas, em ser uma pessoa melhor e tantas outras coisas que as pessoas desejam realizar, aí está a ambição.

Precisamos entender que a ambição é positiva sempre que vem junto com uma ideia de crescimento, de mudança, de transformação. Sempre que traz ao individuo a possibilidade de melhora interior e exteriormente, para ele e para os outros.

Enxergar a ambição desta forma pode ajudar muitas pessoas a saírem de uma postura de acomodação ou conformismo. Lembre-se de que algumas culturas e algumas religiões não veem como bons olhos a ambição porque só consideram o fator dinheiro, mas ambição é muito mais que dinheiro.

O que você vem ambicionando na sua vida ultimamente?

Boa semana. Adriana



quarta-feira, 18 de julho de 2012

Riscos da Terapia de Regressão

Recebo muitas perguntas sobre terapia de regressão e decidi postar um resumo da matéria que segue abaixo. Esclareço que de acordo com Conselho de Psicologia esta prática não é reconhecida como psicológica, nem terapêutica.


“Os riscos da Terapia de Regressão

Casos em que o terapeuta de regressão não sabe, realmente, o que esta fazendo, e confunde a terapia com ‘turismo por vidas passadas’

Por Mauro Kwitko para a Revista Cristã de Espiritismo, Ano X, Ed.82.

Quando me perguntam se a Terapia de Regressão é perigosa, se a pessoa pode ficar lá na vida passada que acessou, se tem riscos, eu respondo, sinceramente, que sim, e muito.

É uma terapia extremamente perigosa e como ela vem crescendo no Brasil e em todo o mundo, quero esclarecer seus riscos. É uma terapia que esta entrando na moda e alguns terapeutas acham que regressão é só a pessoa deitar, relaxar e começar a recordar vidas passadas. Cuidado. Não é bem assim.

Os riscos da Terapia de Regressão podem ser classificados em 3 grupos: físico, terapêutico e ético.

Riscos físicos:

Pessoas com problemas cardíacos, pessoas que já apresentaram problemas cerebrais, AVC ou sofrem de hipertensão arterial sem controle médico. Nas pessoas idosas deve-se avaliar a equação risco/benefício para a realização de regressão.

Riscos terapêuticos:

Encontramos casos em que o terapeuta não sabe realmente para que esta fazendo a regressão, para o que ela serve, qual a finalidade dessa terapia. Os riscos aí são muito grandes, pois existe uma lei que diz que “onde termina a regressão, fica a sintonia”. Se o terapeuta permite isso, ela fica sintonizada lá naquela vida. Ou seja, quando perguntam se uma pessoa pode ficar lá no passado, a resposta é sim.

Outro risco é a pessoa referir cansaço, dor de cabeça, frio, tristeza e o terapeuta interpretar isso como catarse quando na verdade, a pessoa esta indo para outra vida.

A regressão completa deixa a pessoa num estado maravilhoso, de paz, calma, sentindo-se muito bem.

Riscos éticos:

Aqui enquadram-se algumas Escolas que infringindo a Lei do Esquecimento, promovem o reconhecimento de pessoas do passado, ou seja, querem saber quem lhe matou, estuprou, roubou numa vida passada. Saber quem foi que lhe causou mal só pode agravar a situação. Outro risco é a pessoa ‘reconhecer’ alguém e estar enganada. Nesses casos a mágoa só aumenta, a raiva aumenta e tudo piora. Outro problema é o terapeuta assumir o comando do processo regressivo e atender ao desejo da pessoa, o que ela quer saber, ou o próprio terapeuta decidir o que é melhor que a pessoa acesse.

Aqui estão somente alguns dos riscos mais comuns, mas existem outros. Abrir o passado das pessoas não é uma coisinha qualquer; é um processo sério, delicadíssimo, sujeito às Leis Divinas e a minha sugestão é que se o terapeuta não tem muita confiança em sua postura moral e ética, se não tem certeza a respeito da finalidade, do objetivo, dos cuidados físicos, terapêuticos e cosmoéticos com a regressão, que não faça.”

Contato Mauro Kwitko: http://www.portalmaurokwitko.com.br/

Boa semana. Adriana

terça-feira, 5 de junho de 2012

Tocando em frente

Hoje eu deixo aletra da música: Tocando em frente de Almir Sater, preste atenção como viver parece bem mais simples.
"Ando devagar porque já tive pressa

E levo esse sorriso porque já chorei demais

Hoje me sinto mais forte, mais feliz, quem sabe

Só levo a certeza de que muito pouco sei,

Ou nada sei

Conhecer as manhas e as manhãs

O sabor das massas e das maçãs

É preciso amor pra poder pulsar

É preciso paz pra poder sorrir

É preciso a chuva para florir

Penso que cumprir a vida seja simplesmente

Compreender a marcha e ir tocando em frente

Como um velho boiadeiro levando a boiada

Eu vou tocando os dias pela longa estrada, eu vou

Estrada eu sou

Conhecer as manhas e as manhãs

O sabor das massas e das maçãs

É preciso amor pra poder pulsar

É preciso paz pra poder sorrir

É preciso a chuva para florir

Todo mundo ama um dia, todo mundo chora

Um dia a gente chega e no outro vai embora

Cada um de nós compõe a sua história

Cada ser em si carrega o dom de ser capaz

E ser feliz

Conhecer as manhas e as manhãs

O sabor das massas e das maçãs

É preciso amor pra poder pulsar

É preciso paz pra poder sorrir

É preciso a chuva para florir

Ando devagar porque já tive pressa

E levo esse sorriso porque já chorei demais

Cada um de nós compõe a sua história

Cada ser em si carrega o dom de ser capaz

E ser feliz."

Composição: Almir Sater e Renato Teixeira

Boa semana. Adriana
 

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Conectados 24 horas

Eu estava observando a atitude das pessoas diante dos celulares, independente da idade parece que as pessoas estão viciadas em olhar para o celular o tempo todo, os mais jovens dizem que estão se socializando, os mais velhos trabalhando, tudo bem, mas será que não estão exagerando, principalmente quando estão diante de uma pessoa e não dão atenção necessária a esta porque ficam o tempo todo se comunicando com outra por mensagem?


Acredito na importância e em alguns casos na necessidade da tecnologia, entendo que sem ela não teremos mais tantas facilidades, mas discordo desse comportamento de não ter limites em relação a estar de fato com quem esta ao seu lado naquele momento. Além de falta de educação parece desinteresse.

Entendo que esse comportamento pode ser um problema porque reforça a idéia de algumas pessoas de ter tudo, não abrir mão de nada, não precisar escolher com quem estar, mas ocorre que usufrui pouco de cada momento com cada pessoa.

Não sei até que ponto este tipo de socialização é positivo, pois socializar envolve convivio, atenção, interesse, não simplesmente estar de corpo presente, responder uma questão ou outra porque algumas passam despercebido já que estava conectado a outra pessoa. Talvez a definição de socialização esteja se modificando, mas não acredito que seja para melhor. Afinal encontros superficiais não dão bons resultados ou podem romper relações.

A maneira como cada um escolhe lidar com a tecnologia é pessoal, mas seria bom observar e repensar até que ponto ela ajuda. Questionar se há excesso ou se é a ocasião mais adequada pode evitar desatenção, desinteresse e desrespeito.

Boa semana. Adriana



quarta-feira, 23 de maio de 2012

A função do mal

É muito comum o ser humano querer ser o bonzinho da estória, muito comum ter dificuldade em falar não para as pessoas, muito comum acusar ou julgar as coisas ruins que os outros fazem, comum sentir-se injustiçado ou vitimado. Mas até que ponto as coisas ruins são tão ruins assim?


Muitas vezes as coisas ruins acontecem para nos alertar de algo ruim que nós estamos fazendo ou é conseqüência de algo ruim que fizemos e não nos damos conta. Pessoas tem atitudes ruins conosco e não percebemos que às vezes são só um troco do que já fizemos à ela sem perceber...ou a atitude ruim da pessoa nos leva a mudar de emprego, de casa, de atitude e no fim foi a melhor coisa que podia ter nos acontecido. Então esta é a função do mal, ou seja, nos mobilizar ou modificar algo para melhor.

O que nos impede de perceber a função do mal ou de entender seu lado positivo é o fato de querermos as coisas do nosso jeito, da forma como concebemos idealmente, acontece que podemos escolher errado, podemos querer algo que não é tão bom como pensamos, mas admitir isso é muitas vezes difícil e complicado então não enxergamos perdas, palavras duras, obstáculos como coisas boas, enxergamos só o lado mau.

Quando o mal se esconde fica mais difícil enxergar o bem, pense em quando esta tudo bem na sua vida, você dá o real valor as coisas que já tem ou fica procurando algo mais ou se queixando do que tem? Pois é, se algo ruim estivesse acontecendo você tentaria se agarrar as coisas boas que já tem.

Quando uma pessoa se incomoda muito com as coisas erradas que acontecem ou com atitudes que ela acha errado dos outros é porque ela esta querendo ser sempre boazinha, exemplar, melhor do que os outros, evidentemente ela não acha isso pensa só que tem razão, mas como já disse em outro texto, ter razão não resolve a questão e ter atitudes e fazer escolhas é uma decisão pessoal, se você quer ser bonzinho é escolha sua, nem todos querem ou concordam nas mesmas coisas.

O fato é que precisamos olhar para as coisas ruins enxergando seu lado positivo, na maioria das vezes só mudamos algo quando algo ruim acontece e só depois percebemos que o mal veio para o bem.

Temos o exemplo do universo infantil, as crianças percebem que é melhor ser o herói do que o bandido porque podem escolher entre os dois, quando só existe o lado bom a fixação do que isso significa não é tão evidente, ver o mal é o que dá ênfase a escolha pelo bem. Se somente o bom exemplo garantisse resultado não haveria pais bons com filhos desviados.

Desde que o mundo existe o mau existe e serve de equilíbrio para o bem, até porque o ser humano tende a acomodação e quando tudo esta bem ela pouco se empenha em melhorar. Todos os avanços que existiram e acontecem hoje são alcançados com o intuito de superar alguma dificuldade, com a intenção de melhorar a vida de modo geral, portanto se não fosse o mal não haveria porque procurar o melhor.

Existe também o lado mal em cada um de nós que nem percebemos ou negamos, quanto mais você nega menos resolve porque não lida com isso e só o deixa continuar existindo, só quando admitimos que também fazemos coisas ruins podemos melhorar. Essas coisas ruins são julgamentos, maledicência, acomodação, inveja, raiva, preconceito, acusação, coisas tão comuns que nem parecem tão ruins assim, mas são essas que minam a melhora do ser humano porque as grandes maldades são vistas e punidas.

Sei que este assunto é difícil, pois machuca a ferida de cada um, mas não há cura sem tratamento.

Boa semana. Adriana











quarta-feira, 16 de maio de 2012

Aprendendo sempre

De acordo com Arthur da Távola existem “coisas que você aprende depois dos 40” anos, mas eu acredito que a gente pode aprender antes. Abaixo segue o texto que são frases de reflexão.


"Amor não se implora, não se pede não se espera...

Amor se vive ou não.

Ciúmes é um sentimento inútil. Não torna ninguém fiel a você.

Animais são anjos disfarçados, mandados à terra por Deus para mostrar ao homem o que é fidelidade.

Crianças aprendem com aquilo que você faz, não com o que você diz.

As pessoas que falam dos outros pra você, vão falar de você para os outros.

Perdoar e esquecer nos torna mais jovens.

Água é um santo remédio.

Deus inventou o choro para o homem não explodir.

Ausência de regras é uma regra que depende do bom senso.

Não existe comida ruim, existe comida mal temperada.

A criatividade caminha junto com a falta de grana.

Ser autêntico é a melhor e única forma de agradar.

Amigos de verdade nunca te abandonam.

O carinho é a melhor arma contra o ódio.

As diferenças tornam a vida mais bonita e colorida.

Há poesia em toda a criação divina.

Deus é o maior poeta de todos os tempos.

A música é a sobremesa da vida.

Acreditar, não faz de ninguém um tolo. Tolo é quem mente.

Filhos são presentes raros.

De tudo, o que fica é o seu nome e as lembranças acerca de suas ações.

Obrigada, desculpa, por favor, são palavras mágicas, chaves que abrem portas para uma vida melhor.

O amor... Ah, o amor...

O amor quebra barreiras, une facções, destrói preconceitos, cura doenças...

Não há vida decente sem amor!

E é certo, quem ama, é muito amado.

E vive a vida mais alegremente..."

Recebi este texto por e-mail e veio identificado como:
“Smile”
Madeleine Peyroux

Boa semana. Adriana





quarta-feira, 9 de maio de 2012

SER mãe

Existe diferença entre ser mãe e ter filhos. A maioria das pessoas concorda com a frase, mas nem sempre identifica que não esta vivenciando a função materna tão bem assim. É difícil nos dias de hoje ser boa mãe, boa funcionária, boa esposa, boa dona de casa, boa filha etc...por isso é importante refletir o que você vem fazendo para seus filhos e principalmente, de quantos filhos você dá conta?


Algumas pessoas dizem onde comem três comem quatro, na prática não é bem assim, atualmente então nem se fala, porque precisamos colocar filhos na escola particular para ter um ensino um pouco melhor, quem trabalha precisa colocar o filho na creche pelo menos meio período ou pagar uma babá e assim por diante, então quem pode arcar com todas essas despesas para mais de um ou dois filhos? Se é que você quer que seu filho tenha uma vida no mínimo razoável.

Agora se você quer que seu filho tenha uma vida boa, saudável, alegre pense quantas horas precisa trabalhar, com quem ou onde ele vai ficar, onde vai estudar, que valores você quer passar para ele (não valores de escola, televisão, vizinhos)então quanto tempo precisa disponibilizar para ele?

As pessoas falam que se preocupam com isso, mas na prática, a maioria estuda em escola sem grande destaque, fica pouco tempo com os pais, assisti muito à televisão ou passa muitas horas computador, ou seja, por mais que isso seja natural, é pouco, pois as crianças precisam de mais. E quando os pais tem mais de um filho a coisa tende a piorar, tudo vai sendo feito de forma automática, acontece e dizem que: “no fim tudo dá certo”.

Não é isso que eu vejo, não é essa realidade que chega ao meu consultório. O que chega são pais desorientados sem saber onde erraram ou estão errando porque não se deram conta de que criança precisa que você tenha atenção no que está falando, como está falando, o que está fazendo. Viver simplesmente e achar que isso garante a criação dos filhos é viver por viver e não viver para ser mãe (e pai).

Mãe observa, sente, orienta o que o filho esta fazendo, dizendo, entendendo. Mãe é presente nas atividades que são importantes para a criança (e não naquelas que ela acha que são importantes). Mãe sabe que o filho antes de ser filho é ser humano e precisa ser educado para viver em sociedade. Mãe sabe que o filho cresce e para que o crescimento seja saudável ela cresce junto, não fica tratando-o como bebe quase o tempo todo.

Ser mãe não é fácil, o amor pelos filhos é natural, não precisamos de esforço para senti-lo, mas ser mãe é muito mais do que amar. Só o amor não garante uma boa educação, não garante o futuro do filho. SER mãe implica trabalho, atenção e disponibilidade em olhar para si mesma e entender porque você educa seu filho desta ou daquela maneira. Ser mãe é saber que sua função materna muda de acordo com a idade do seu filho, cada fase, cada etapa ele precisa de um tipo de atenção e você está atenta a isso?

Importante ressaltar que ninguém nasce sabendo ser mãe, aprendemos com os filhos e olhando para a nossa infância. Erros são comuns e normais, mas não podem ser persistentes, contínuos, isso sim acarreta dificuldades para a criança. E o que garante que erros sejam passageiros ou momentâneos é a atenção que você dá a sua função materna.

Lembre sempre do verbo SER mãe, para ser precisamos construir, para construir precisamos de diligência, atenção, carinho, disponibilidade e atualização. As crianças hoje são muito diferentes da criança que nós fomos, é necessário acompanhar a geração delas para desempenhar uma boa função materna.

Feliz dia das mães, para todas, porque nunca é tarde para consertar relações onde existe amor.

Boa semana. Adriana









quarta-feira, 2 de maio de 2012

Conviver ou não conviver...

Recebo muitas perguntas de como conviver e lidar com as pessoas que não entendem, não aceitam ou não respeitam seu jeito de ser e viver.


Primeiro é importante ressaltar que existe uma diferença entre lidar com as pessoas, que é você ter um relacionamento próximo, saudável, de compreensão e esforço para a com a pessoa e vice-versa para melhorar e conhecer esse relacionamento. Conviver é simplesmente estar perto da pessoa, é conversar sobre amenidades, não ter expectativa quanto a compreensão dela com você e as vezes nem respeito sobre duas posições e modo de vida.

Portanto primeiro precisamos identificar qual o grau de proximidade da pessoa conosco, aquelas que são nosso sangue temos no mínimo a obrigação de lidar, ou seja, de compreender e nos esforçar para ajudar ou estar disposto a deixar coisas pra lá.

Em casos muito complicados partimos para a convivência somente, onde você tem a postura de escolher assuntos para não criar clima, estar próximo em situações realmente importantes ou necessárias, nestes casos é importante ter consciência de que quando temos um familiar que não respeita seu jeito de ser foi ele quem se afastou de você e não você dele. Escolher atitudes diferentes não consiste no problema, na verdade o que gera problema é não respeitar a escolha do outro e querer impor a sua escolha ao outro.

Casos com familiares são sempre mais complicados porque existe o afeto, costumamos achar que tudo sempre tem de estar bem, infelizmente não é assim. Precisamos encarar o fato de que as pessoas são diferentes e isso deveria acrescentar coisas a sua vivência e não afastar as pessoas umas das outras. Também é importante lembrar que as suas expectativas em relação a pessoa deve ficar para trás, não leve comentários para o lado pessoal nem entenda como indiretas ainda que sejam, evite assuntos geradores de conflito, enfim você respeita o outro apesar dele não fazer o mesmo, pelo menos você se aborrece menos.

Agora se isso é muito difícil para você é fundamental entender porque você tem essa necessidade de querer que tudo sempre fique bem? porque todos tem que pensar, sentir e agir do mesmo modo? Não aceitar as diferenças individuas, de escolhas, crenças e opiniões também é querer impor seu jeito ao outro, também é falta de respeito quanto ao direito que o outro tem tanto quanto você.

Agora com as pessoas mais distantes como colegas de trabalho, vizinhos, parentes agregados à família entre outras pessoas mais distantes, você pode simplesmente conviver, ou seja, não crie expectativas, respeite o jeito da pessoa ela no mínimo terá da fazer o mesmo, seja educado, não crie clima ou situações que criem problemas, ou seja, fique na sua. Muitas vezes o que complica as coisas é você querer ser bonzinho, legal, apaziguador, simpático, conciliador ou coisa parecida. Basta não criar situações, não queira .

Ressalto que cada caso é um caso, cada pessoa tem mais facilidade ou dificuldades na convivência e relacionamento e tudo depende da maneira como você vê a vida, como você entende os relacionamentos e principalmente das expectativas que você cria em relação as pessoas. Por isso é extremamente importante você olhar primeiro para você mesmo e depois para os outros.

O assunto é vasto, tenho muito mais a dizer, mas o espaço é pequeno, então vou falando aos poucos. Qualquer dúvida mande por e-mail.

Boa semana. Adriana





quarta-feira, 25 de abril de 2012

Energia Pessoal

Resolvi falar sobre a energia pessoal porque atendo pessoas que tem dificuldades emocionais e na vida prática por causa da interferência da energia e porque não sabem, não acreditam ou desconsideram o que isto pode causar em nossas vidas.


Sei que algumas pessoas não acreditam ou tem receio de considerar que todos nós somos constituídos de energia, energia esta que é trocada constantemente entre nós. Nós não a vemos, mas sentimos. Alguns dizem que não sentem, pensam que seria sentir como um sentimento, mas este sentir é identificado como sintomas do tipo, melancolia, irritação, dores principalmente de cabeça e de estômago entre outros sintomas, ou seja, são afetados sem perceber e do mesmo jeito que sentem algo depois passa. Em casos mais sérios não passa ou a pessoa sente constantemente o incômodo.

É preciso saber como trocamos as energias, é muito simples, basta ficar alguns minutos próximo de alguém, no ônibus, no trabalho, em casa, na fila de espera, quer dizer é muito fácil trocar energia.

Você já observou que algumas pessoas se sentem incomodadas em hospitais, velórios, em situações de discussão, ou seja, em ocasiões em que o ambiente está ‘contaminado’, mas infelizmente isso acontece em todos os lugares porque a energia é liberada também pelo pensamento, portanto o que as pessoas pensam também esta no ar. Por isso nem é necessário conversar com a pessoa, basta estar no mesmo ambiente.

Temos que considerar que algumas pessoas são mais sensíveis do que outras perante as energias, mas todos somos afetados em algum grau.

Para se proteger das energias é necessário que você cuide da mente, do corpo e do espírito. Da mente você cuida com bons pensamentos, com firmeza de objetivos. Do espírito você cuida com orações e boas vibrações à humanidade e do corpo você cuida tomando um banho com o pensamento numa luz protetora que te limpa e protege de todo o mal. Tem pessoas que tomam banhos de ervas, outras de sal, tem pessoas que se sentem protegidas por cristais, pedras e amuletos.

Seja qual for a sua crença o que importa é ter em mente que o cuidado deve ser constante e que devemos cuidar de todas as partes: MENTE, CORPO E ESPÍRITO. Os três funcionam interligados, portanto o que afeta um afeta os três.

Se você ainda tem alguma dúvida ou repulsa quanto a isto, pesquise, não tenha medo de questionar sua crença, você encontrará respostas científicas, experiências vivenciais e muitos relatos de situações que praticamente todas as pessoas já experimentaram.

Cuide-se.

Boa semana. Adriana

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Reflita e aja

Hoje serei objetiva e rápida, reflita sobre a frase abaixo.

"Se você quer transformar o mundo, experimente primeiro, promover o


seu aperfeiçoamento pessoal e realizar inovações no seu próprio interior".

Dalai Lama

Refletir é a parte mais fácil, a ação leva mais tempo, mas vale a pena tentar, porque quando você transforma o mundo se transforma junto.
 
Boa semana.
Adriana

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Medo de quê? Pra quê?

Muitas pessoas passam a vida deixando de fazer algumas coisas por medo. Quando é para preservar a própria vida concorda, mas qaundo é para deixar de vivê-la, pra quê ter medo?

O texto abaixo chegou a mim por e-mail e relata o medo que nos impede de viver melhor. Chegou Pra mim sem autor, se alguém conhecer, por favor, me avise.

"MEDO DE QUÊ


O medo era meu companheiro constante, eu vivia com medo de perder o que tinha ou de não conseguir o que queria ter.

E se meus cabelos caírem? E se eu não conseguir comprar a casa que eu quero? E se eu engordar, ficar flácido e deixar de ser atraente?

E se eu tiver uma deficiência física e não puder jogar bola com o meu filho? e se eu ficar velho,frágil e não tiver nada a oferecer aos que me rodeiam?

Mas a vida ensina a quem quer aprender e hoje eu sei.

Se meus cabelos caírem,vou ser o careca mais simpático e agradecer pelas idéias que a minha cabeça produzir, apesar da falta de cabelo.

Não é a casa que faz alguém feliz,um coração infeliz não se sente melhor em nenhuma casa,mas um coração em paz torna qualquer casa feliz.

Se eu dedicar mais tempo a me desenvolver emocional, mental e espiritualmente, em vez de só me preocupar com o físico, vou me sentir cada vez mais atraente.

Se uma deficiência física me impedir de ensinar meu filho a encestar uma bola, vai me sobrar tempo para ensinar-lhe a resolver os problemas da vida, o que é um aprendizado muito mais útil.

E se a idade for me roubando as forças, a agilidade mental e a resistência física, posso oferecer aos que conviverem comigo a força das minhas convicções, a profundidade do meu amor e a solidez espiritual de uma alma cuidadosamente esculpida pelas arestas de uma longa vida.

Se o destino me trouxer perdas e desilusões, vou enfrentar os desafios com dignidade e determinação, porque são muitas as dádivas de Deus e posso substituir cada dádiva perdida por outras dez que eu nunca perceberia se a vida sempre fosse um mar-de-rosas.

Quando eu não puder mais dançar, vou cantar com alegria, quando não tiver mais forças para cantar, vou ouvir as músicas de que mais gosto.

Quando minha respiração for apenas um sopro, vou pensar nos meus entes queridos e meu coração vai se aquecer de amor.

E quando a luz mais brilhante se aproximar, vou orar em silêncio e entrar nela. Então terá chegado a hora de ir ao encontro de Deus de vou ter medo de quê???

"Na vida, não existe nada a temer,mas a entender."

Boa semana. Adriana 

OBS: acessem o link ao lado, intitulado: Aos nossos filhos, tem textos bem interessantes.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Renasça

Quando eu tinha 10 anos fazia catequese e no domingo de Páscoa o professor disse que o ovo foi escolhido para simbolizar a Pàscoa porque depois dele ser botado, nascer, o que estava dentro renascia quando a casca rompia, assim como Jesus que nasceu e ressuscitou. E que foi feito de chocolate porque este é doce assim como deveria ser nossa vida depois que Jesus morreu na cruz para nos livrar de nossos pecados.

Se essa estória é verdade eu não sei, mas tenho certeza que depois deste dia eu nunca mais esqueci que nasci livre e para ser feliz pela vontade de Deus e que nada nem ninguém tem o direito de dizer o contrário.

Pra mim a Páscoa lembra que eu tenho que viver procurando ser feliz, ser a cada dia um pouco melhor, isto implica julgar menos, sorrir mais, olhar para dentro e não os defeitos alheios, só é livre quem se deixa nascer, renascer e deixa o outro nascer e renascer do jeito dele.

A Páscoa é para nos lembrar dos ensinamentos de Jesus, que mostram como ser livre através da verdade. "busque a verdade e a verdade vos libertará".

Quando o ovo abre, quando renasce, você liberta, você pensa, você busca e acha a verdade. Ela é simples, está dentro de você, ela não se encontra em nenhuma religião, ela se encontra na Biblía (quando você a abre, renasce, encontra a verdade).

Por mais que datas comemorativas religiosas tenham se tornado também comercial, é você quem escolhe como passar a sua Páscoa, criticar a sociedade não vai mudar nada, mas ensinar ao seu filho o que o ovo de Páscoa pode representar faz diferença.

Boa semana e Feliz Páscoa. Adriana