Para quem não sabe dia 02 de setembro a Campanha VOCÊ FAZ A DIFERENÇA completará dois anos, lembrando que se trata de uma campanha para observarmos o que as pessoas ao nosso redor fazem que as diferencia das demais e dizer isso a elas, é uma campanha já que peço que para cada pessoa que você disser no que ela faz diferença peça a ela que faça o mesmo e assim sucessivamente, ou seja, para cada pessoa que você elogiar esta vai fazer no mesmo com pelo menos mais uma.
A intenção da campanha é fazer com que enxerguemos as qualidades, o lado bom das pessoas e ouvir no que estamos indo bem é muito bom, faz com que se adquira um novo hábito, o do elogio.
Estou postando esta mensagem hoje porque no dia do aniversário da campanha quero postar as histórias que vocês vão me mandar contando como foi a experiência de interagir de forma positiva com as pessoas, quais as reações e sentimentos seus e delas.
Conto coma sua colaboração para a campanha, tenho certeza que você terá vivências interessantes.
Qualquer dúvida entre em contato: ababpsico@gmail.com
Boa semana. Adriana
Blog destinado a pessoas interessadas em manter e estabelecer relacionamentos saudáveis e adquirir controle emocional e mental.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Reinício
As férias do meio de ano estão acabando e o inicio do segundo semestre chega e ouço muitas pessoas falarem que o ano está no fim e não realizaram o que queriam, parecem meio desmotivadas e derrotadas, mas ainda temos cinco meses para correr atrás.
Porque será que algumas pessoas desistem no meio do caminho, quer dizer, do ano?
Precisamos ter determinação, objetivo, paciência e esperança. Quando queremos algo não podemos desistir tão cedo, se ainda temos alguns meses podemos pelo menos iniciar o que queremos. Desistir traz arrependimento, podemos passar o resto do ano lamentando que não deu ao invés de tentar.
Para se motivar pense no que fez você querer algo, depois lembre do passo a passo para começar, depois tenha iniciativa e coloque em prática o seu objetivo. Tenho certeza de que vale a pena.
Espero que você não desista no meio do ano dos seus objetivos, desejos ou necessidades. Motive-se, ainda dá tempo. Reinicie, reprograme, reaja, realize.
Boa semana e começo de semestre. Adriana
Porque será que algumas pessoas desistem no meio do caminho, quer dizer, do ano?
Precisamos ter determinação, objetivo, paciência e esperança. Quando queremos algo não podemos desistir tão cedo, se ainda temos alguns meses podemos pelo menos iniciar o que queremos. Desistir traz arrependimento, podemos passar o resto do ano lamentando que não deu ao invés de tentar.
Para se motivar pense no que fez você querer algo, depois lembre do passo a passo para começar, depois tenha iniciativa e coloque em prática o seu objetivo. Tenho certeza de que vale a pena.
Espero que você não desista no meio do ano dos seus objetivos, desejos ou necessidades. Motive-se, ainda dá tempo. Reinicie, reprograme, reaja, realize.
Boa semana e começo de semestre. Adriana
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Aos Amigos
Hoje é o dia da amizade e do amigo, considero vocês todos amigos que compartilham as mesmas ideias assim como dúvidas e desejo a todos uma vida cheia de amigos, já que estes são escolhidos por nós.
Deixo uma mensagem que, na verdade, é uma oração, mas que descreve o que desejo que todos tenham em suas vidas.
“Senhor, no silencio deste dia venho pedir-te a paz, a sabedoria e a força.
Quero olhar o mundo com os olhos cheios de amor, ser paciente e compreensivo, manso e prudente.
Ver além das aparências teus filhos como tu mesmo os vê. E assim não ver senão o bem em cada um.
Serra meus ouvidos a todas as calúnias, guarda minha língua de todas as maldades.
Que só de bênçãos encha meu espírito, que eu seja tão bondoso e alegre que todos que chegarem a mim sintam a tua presença.
Reveste-me de tua beleza e que no decurso deste dia eu te revele a todos.”
Autor desconhecido, se alguém conhecer, por favor, me avise.
Boa semana amigos. Adriana
Deixo uma mensagem que, na verdade, é uma oração, mas que descreve o que desejo que todos tenham em suas vidas.
“Senhor, no silencio deste dia venho pedir-te a paz, a sabedoria e a força.
Quero olhar o mundo com os olhos cheios de amor, ser paciente e compreensivo, manso e prudente.
Ver além das aparências teus filhos como tu mesmo os vê. E assim não ver senão o bem em cada um.
Serra meus ouvidos a todas as calúnias, guarda minha língua de todas as maldades.
Que só de bênçãos encha meu espírito, que eu seja tão bondoso e alegre que todos que chegarem a mim sintam a tua presença.
Reveste-me de tua beleza e que no decurso deste dia eu te revele a todos.”
Autor desconhecido, se alguém conhecer, por favor, me avise.
Boa semana amigos. Adriana
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Dia da Liberdade de Pensamento
Amanhã, dia 14/07, comemora-se o DIA DA LIBERDADE DE PENSAMENTO, eu gosto muito deste dia para lembrar que cada um pensa o que quer e como quer e eu acredito que quanto mais pensamentos diferentes mais possibilidades de crescimento e soluções.
Aliás, a intenção do meu blog PENSAR PARA REALIZAR é justamente oferecer mais um pensamento que pode ajudar nas escolhas e soluções da sua vida.
Então hoje eu deixo uma frase de Jung para vocês terem a liberdade de pensar o que quiserem a respeito.
“QUEM OLHA PARA FORA, SONHA. QUEM OLHA PARA DENTRO, DESPERTA.”
Boa semana. Adriana
Aliás, a intenção do meu blog PENSAR PARA REALIZAR é justamente oferecer mais um pensamento que pode ajudar nas escolhas e soluções da sua vida.
Então hoje eu deixo uma frase de Jung para vocês terem a liberdade de pensar o que quiserem a respeito.
“QUEM OLHA PARA FORA, SONHA. QUEM OLHA PARA DENTRO, DESPERTA.”
Boa semana. Adriana
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Desabafo de uma motorista revoltada
Vou começar esclarecendo que a motorista revoltada sou eu!
Eu estava tentando me adaptar a situação de usar o carro somente nos fins de semana, estava indo bem até chegar este frio e resolvi usar o carro todos os dias.
Para a minha surpresa as ruas por onde eu passo, em dois anos, se tornaram verdadeiros caos, não há NENHUMA RUA sem remendo , ondulação ou buraco mesmo que sejam pequenos. A primeira revolta é para onde vai o imposto do IPVA? Porque para melhoria nas vias não é...
Outra situação constante que me faz sentir um E.T. ou uma idiota é a educação, ou melhor a falta dela, as pessoas usam pouco a seta, não respeitam a faixa nem as sinalizações, na verdade poucas pessoas respeitam algumas regras de transito, acho que não leram o livrinho na formação de condutores...e ainda xingam quando você respeita (é aí que me sinto um E.T.) parece que você é o errado.
Outra situação perigosa é quando a pessoa vai sair do carro e abre a porta sem olhar se há espaço para a porta dela mais o carro que vai passar ao lado. Simplesmente abre e sai e quem passar que se dane!!!!!!!!!!!!!!!!!Dá vontade de levar a porta junto. Só a porta o motorista imbecil pode ficar. Nesses momentos me sinto idiota, será que só eu penso (e ajo)que além de mim existem outras pessoas no trânsito?
Mas a situação mais perigosa é com os pedestres, depois que noticiou na TV que eles podem passar apenas sinalizando com as mãos eles acham que dá para parar a qualquer momento, eu concordo em parar para o pedestre, mas sendo motorista sei que muitas vezes não é possível, vem carros atrás numa velocidade que se você frear ele vai bater. Mas eu quase atropelei, ou melhor fui atropelada, por pedestre duas vezes nesses quinzes dias em que voltei ao transito. Isso me deixou preocupada e em alguns lugares hoje tenho medo de passar, fico receosa de alguém sair da calçada e atravessar sem olhar, como já aconteceu numa dessas vezes.
Desculpe o desabafo, mas mesmo estando revoltada eu percebo que não exagerei nas situações, elas são freqüentes e perigosas, queria saber como isso poderia acabar, acredito que a educação resolve, mas ela depende de cada um, então duvido que melhore em pouco tempo, enquanto isso eu penso se volto a ser ecológica e ando a pé novamente ou se encaro todo esse STRESS...
Desejo uma boa semana sem percalços no trânsito pra você. Rsrsrsrsrsrs
Adriana
Eu estava tentando me adaptar a situação de usar o carro somente nos fins de semana, estava indo bem até chegar este frio e resolvi usar o carro todos os dias.
Para a minha surpresa as ruas por onde eu passo, em dois anos, se tornaram verdadeiros caos, não há NENHUMA RUA sem remendo , ondulação ou buraco mesmo que sejam pequenos. A primeira revolta é para onde vai o imposto do IPVA? Porque para melhoria nas vias não é...
Outra situação constante que me faz sentir um E.T. ou uma idiota é a educação, ou melhor a falta dela, as pessoas usam pouco a seta, não respeitam a faixa nem as sinalizações, na verdade poucas pessoas respeitam algumas regras de transito, acho que não leram o livrinho na formação de condutores...e ainda xingam quando você respeita (é aí que me sinto um E.T.) parece que você é o errado.
Outra situação perigosa é quando a pessoa vai sair do carro e abre a porta sem olhar se há espaço para a porta dela mais o carro que vai passar ao lado. Simplesmente abre e sai e quem passar que se dane!!!!!!!!!!!!!!!!!Dá vontade de levar a porta junto. Só a porta o motorista imbecil pode ficar. Nesses momentos me sinto idiota, será que só eu penso (e ajo)que além de mim existem outras pessoas no trânsito?
Mas a situação mais perigosa é com os pedestres, depois que noticiou na TV que eles podem passar apenas sinalizando com as mãos eles acham que dá para parar a qualquer momento, eu concordo em parar para o pedestre, mas sendo motorista sei que muitas vezes não é possível, vem carros atrás numa velocidade que se você frear ele vai bater. Mas eu quase atropelei, ou melhor fui atropelada, por pedestre duas vezes nesses quinzes dias em que voltei ao transito. Isso me deixou preocupada e em alguns lugares hoje tenho medo de passar, fico receosa de alguém sair da calçada e atravessar sem olhar, como já aconteceu numa dessas vezes.
Desculpe o desabafo, mas mesmo estando revoltada eu percebo que não exagerei nas situações, elas são freqüentes e perigosas, queria saber como isso poderia acabar, acredito que a educação resolve, mas ela depende de cada um, então duvido que melhore em pouco tempo, enquanto isso eu penso se volto a ser ecológica e ando a pé novamente ou se encaro todo esse STRESS...
Desejo uma boa semana sem percalços no trânsito pra você. Rsrsrsrsrsrs
Adriana
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Diferente é bom
A questão da diferença tem alguns aspectos, o preconceito é um deles, como sabemos pessoas de raças, crenças, orientação sexual e religiões diferentes sofrem preconceitos, ultimamente isto vem diminuindo, mas infelizmente na maioria dos casos por medo de sofrer processos e não exatamente por entender que diferente não é ruim.
Outro aspecto são as opiniões diferentes, existem brigas, fim de relacionamento, mortes, mágoas entre outras consequências porque as pessoas são sabem, não conseguem respeitar opiniões diferentes das suas.
Então é notável que o diferente traz incômodo, insatisfação, medo porque o diferente traz o novo, aquilo que eu entendo pouco ou não entendo, não sei o que fazer, como agir, então passo a rejeitar.
O que rejeito parece ruim, portanto evito, não aceito, não quero saber, não vou pensar a respeito achando que assim me protejo.
Como o ser humano busca a estabilidade é compreensível que o diferente lhe cause incômodo, pois as coisas saem da rotina com as diferenças de qualquer ordem, mas o diferente deveria ser entendido como bom e não ruim, o que faz as pessoas pensarem, melhorarem, crescerem, inovarem é a diferença, é a busca de algo novo, é a necessidade de adaptação.
Infelizmente não é assim que acontece, algumas pessoas até tem facilidade de lidar com o diferente no trabalho, mas em casa não ou vive-versa, tem facilidade de entender a diferença de classe social, mas não de religião, por exemplo.
Enfim aceitamos ou entendemos determinadas diferenças, mas não outras. Porque será? E isso não se restringe aos outros se estende em tudo na nossa vida, até situações diferentes do cotidiano tendemos a recusar, nos irritamos, nos chateamos, mas nada disso resolve, o que resolve é aceitar que as coisas acontecem de maneiras diferentes, as pessoas agem e pensam de forma diferente e isso é bom porque faz com que temos a oportunidade de experimentar diferentes formas de viver.
O diferente traz o novo, traz a chance de poder ser diferente, de se superar, de ver o mundo de outra maneira. O diferente não precisa assustar, fazer desistir, recuar, condenar, achar que é o fim, basta aceitar e pensar que é para melhor não para pior.
Pense nas coisas que foram ou são diferentes do que você gostaria, elas foram ou são tão ruins assim?
Boa semana. Adriana
Outro aspecto são as opiniões diferentes, existem brigas, fim de relacionamento, mortes, mágoas entre outras consequências porque as pessoas são sabem, não conseguem respeitar opiniões diferentes das suas.
Então é notável que o diferente traz incômodo, insatisfação, medo porque o diferente traz o novo, aquilo que eu entendo pouco ou não entendo, não sei o que fazer, como agir, então passo a rejeitar.
O que rejeito parece ruim, portanto evito, não aceito, não quero saber, não vou pensar a respeito achando que assim me protejo.
Como o ser humano busca a estabilidade é compreensível que o diferente lhe cause incômodo, pois as coisas saem da rotina com as diferenças de qualquer ordem, mas o diferente deveria ser entendido como bom e não ruim, o que faz as pessoas pensarem, melhorarem, crescerem, inovarem é a diferença, é a busca de algo novo, é a necessidade de adaptação.
Infelizmente não é assim que acontece, algumas pessoas até tem facilidade de lidar com o diferente no trabalho, mas em casa não ou vive-versa, tem facilidade de entender a diferença de classe social, mas não de religião, por exemplo.
Enfim aceitamos ou entendemos determinadas diferenças, mas não outras. Porque será? E isso não se restringe aos outros se estende em tudo na nossa vida, até situações diferentes do cotidiano tendemos a recusar, nos irritamos, nos chateamos, mas nada disso resolve, o que resolve é aceitar que as coisas acontecem de maneiras diferentes, as pessoas agem e pensam de forma diferente e isso é bom porque faz com que temos a oportunidade de experimentar diferentes formas de viver.
O diferente traz o novo, traz a chance de poder ser diferente, de se superar, de ver o mundo de outra maneira. O diferente não precisa assustar, fazer desistir, recuar, condenar, achar que é o fim, basta aceitar e pensar que é para melhor não para pior.
Pense nas coisas que foram ou são diferentes do que você gostaria, elas foram ou são tão ruins assim?
Boa semana. Adriana
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Caminhos Pessoais
Hoje deixo um texto com 12 passos para você viver melhor e encontrar o seu caminho pessoal, o texto é de Alan Cohen, espero que se encontrem num caminho cada vez melhor.
"Diga a verdade para você mesmo: divida uma folha de papel em duas colunas e escreva do lado esquerdo tudo que adoraria fazer. Depois, escreva do lado direito tudo que está fazendo sem entusiasmo. Escreva como se ninguém fosse ler o que está ali; não censure nem julgue suas respostas.
Comece devagar, mas comece: chame o agente de viagens, procure algo que se encaixe no seu orçamento, vá assistir ao filme que está adiando, compre o livro que desejava. Seja generoso consigo mesmo e verá que mesmo estes pequenos passos lhe farão sentir mais vivo.
Vá parando devagar, mas pare: há coisas que tiram por completo sua energia. Você precisa mesmo ir à tal reunião do comitê? Precisa ajudar quem não quer ser ajudado? Ao parar de fazer o que não lhe interessa, vai notar que você estava exigindo de si mais do que os outros realmente pediam.
Descubra seus pequenos talentos: o que os amigos dizem que você faz bem? O que você faz com vontade, mesmo que não seja perfeito na sua execução? Estes pequenos talentos são mensagens escondidas de seus grandes talentos ocultos.
Comece a escolher: se algo lhe dá prazer, não hesite. Se você está em dúvida, feche os olhos, imagine que tomou a decisão A e veja tudo que ela acarretará. Faça o mesmo com a decisão B. A decisão que lhe fizer sentir mais conectado com a vida é a certa, mesmo que não seja a mais fácil.
Não baseie suas decisões em ganhos financeiros: ele virão, se você realmente fizer algo com entusiasmo. O mesmo vaso, feito por um oleiro que adora o que faz, ou por um homem que detesta seu ofício, tem uma alma. Ele será rapidamente vendido (no primeiro caso) ou ficará encalhado (no segundo caso).
Siga sua intuição: o trabalho mais interessante é aquele em que você se permite ser criativo. Einstein dizia: "Eu não cheguei à minha compreensão do Universo usando apenas a matemática." Descartes, o pai da lógica, desenvolveu seu método baseado em um sonho que teve.
Não tenha medo de mudar de idéia: se você deixou uma decisão de lado, e ela o incomoda, repense o que escolheu. Não lute contra aquilo que lhe dá prazer.
Saiba descansar: um dia por semana, sem pensar no trabalho, termine permitindo que o subconsciente o ajude. Muitos (mas não todos) problemas se solucionam sem ajuda da razão.
Deixe que as coisas mostrem o caminho mais alegre: se você está lutando demais por algo, e não tem resultados, seja mais flexível e se entregue aos caminhos que a vida mostra. Isso não significa renunciar à luta, ter preguiça ou deixar as coisas nas mãos dos outros , significa entender que o trabalho com amor nos dá forças, jamais desespero.
Leia os sinais: é uma linguagem individual, unida à intuição, que aparece nos momentos certos. Mesmo que os sinais indiquem uma direção oposta àquela que você planejou, siga-os. Às vezes você vai errar, mas é a única maneira de aprender essa nova linguagem.
Finalmente, arrisque! Os homens que mudaram o mundo começaram seus caminhos através de um ato de fé. Acredite na força dos seus sonhos. Deus é justo e não colocaria em seu coração um desejo impossível de ser realizado".
Alan Cohen
Boa semana. Adriana
"Diga a verdade para você mesmo: divida uma folha de papel em duas colunas e escreva do lado esquerdo tudo que adoraria fazer. Depois, escreva do lado direito tudo que está fazendo sem entusiasmo. Escreva como se ninguém fosse ler o que está ali; não censure nem julgue suas respostas.
Comece devagar, mas comece: chame o agente de viagens, procure algo que se encaixe no seu orçamento, vá assistir ao filme que está adiando, compre o livro que desejava. Seja generoso consigo mesmo e verá que mesmo estes pequenos passos lhe farão sentir mais vivo.
Vá parando devagar, mas pare: há coisas que tiram por completo sua energia. Você precisa mesmo ir à tal reunião do comitê? Precisa ajudar quem não quer ser ajudado? Ao parar de fazer o que não lhe interessa, vai notar que você estava exigindo de si mais do que os outros realmente pediam.
Descubra seus pequenos talentos: o que os amigos dizem que você faz bem? O que você faz com vontade, mesmo que não seja perfeito na sua execução? Estes pequenos talentos são mensagens escondidas de seus grandes talentos ocultos.
Comece a escolher: se algo lhe dá prazer, não hesite. Se você está em dúvida, feche os olhos, imagine que tomou a decisão A e veja tudo que ela acarretará. Faça o mesmo com a decisão B. A decisão que lhe fizer sentir mais conectado com a vida é a certa, mesmo que não seja a mais fácil.
Não baseie suas decisões em ganhos financeiros: ele virão, se você realmente fizer algo com entusiasmo. O mesmo vaso, feito por um oleiro que adora o que faz, ou por um homem que detesta seu ofício, tem uma alma. Ele será rapidamente vendido (no primeiro caso) ou ficará encalhado (no segundo caso).
Siga sua intuição: o trabalho mais interessante é aquele em que você se permite ser criativo. Einstein dizia: "Eu não cheguei à minha compreensão do Universo usando apenas a matemática." Descartes, o pai da lógica, desenvolveu seu método baseado em um sonho que teve.
Não tenha medo de mudar de idéia: se você deixou uma decisão de lado, e ela o incomoda, repense o que escolheu. Não lute contra aquilo que lhe dá prazer.
Saiba descansar: um dia por semana, sem pensar no trabalho, termine permitindo que o subconsciente o ajude. Muitos (mas não todos) problemas se solucionam sem ajuda da razão.
Deixe que as coisas mostrem o caminho mais alegre: se você está lutando demais por algo, e não tem resultados, seja mais flexível e se entregue aos caminhos que a vida mostra. Isso não significa renunciar à luta, ter preguiça ou deixar as coisas nas mãos dos outros , significa entender que o trabalho com amor nos dá forças, jamais desespero.
Leia os sinais: é uma linguagem individual, unida à intuição, que aparece nos momentos certos. Mesmo que os sinais indiquem uma direção oposta àquela que você planejou, siga-os. Às vezes você vai errar, mas é a única maneira de aprender essa nova linguagem.
Finalmente, arrisque! Os homens que mudaram o mundo começaram seus caminhos através de um ato de fé. Acredite na força dos seus sonhos. Deus é justo e não colocaria em seu coração um desejo impossível de ser realizado".
Alan Cohen
Boa semana. Adriana
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Comparação
Você compara os preços, as coisas, as pessoas?
Acredito que a comparação é positiva somente no sentido de ver que podemos melhorar, de resto é sempre negativa.
Por exemplo, se você compara preços e somente isso, vai escolher o menor ou intermediário, mas se comparar a qualidade então é mais abrangente, por exemplo: sabão em pó, você vai comparar o que rende mais, a qualidade, o preço, o cheiro, seja o que for, esta comparação já está equivocada se você desconsiderar o tipo de sujeira e a capacidade da máquina de lavar. Este é exemplo simples, de uma coisa e é necessário considerar várias situações para ser uma comparação justa, imagine como é comparar pessoas...
Quero dizer que não devemos comparar as pessoas, podemos comparar comportamentos, no máximo e ainda assim com muito cuidado, por exemplo: pessoas impacientes, são muitas, mas tem algumas que são impacientes às vezes outras quase sempre, outras sempre e tem aquelas impacientes discretas, outras de armar barraco, outras de somente valer seus direitos, e ainda tem aquelas que são impacientes com determinados tipos de pessoas outras com animais ou no trânsito oi quando as coisas não saem como elas querem, ou seja, são impacientes por muitos motivos diferentes.
Gostaria que você se lembrasse de não comparar, principalmente, as crianças, irmãos (seus filhos), primos e também que deixasse de lado seu preconceito, caso tenha algum. Na verdade, seria bom comparar coisas e esquecer de comparar pessoas.
Você já deve ter sido vítima da comparação e provavelmente não gostou, até porque como eu falei na semana passada, as pessoas não tem o hábito de elogiar então quando criticam é porque já houve comparação e na maioria das vezes equivocada, insuficiente, injusta ou preconcebida.
Como anda seu grau de comparação?
Boa semana. Adriana
Acredito que a comparação é positiva somente no sentido de ver que podemos melhorar, de resto é sempre negativa.
Por exemplo, se você compara preços e somente isso, vai escolher o menor ou intermediário, mas se comparar a qualidade então é mais abrangente, por exemplo: sabão em pó, você vai comparar o que rende mais, a qualidade, o preço, o cheiro, seja o que for, esta comparação já está equivocada se você desconsiderar o tipo de sujeira e a capacidade da máquina de lavar. Este é exemplo simples, de uma coisa e é necessário considerar várias situações para ser uma comparação justa, imagine como é comparar pessoas...
Quero dizer que não devemos comparar as pessoas, podemos comparar comportamentos, no máximo e ainda assim com muito cuidado, por exemplo: pessoas impacientes, são muitas, mas tem algumas que são impacientes às vezes outras quase sempre, outras sempre e tem aquelas impacientes discretas, outras de armar barraco, outras de somente valer seus direitos, e ainda tem aquelas que são impacientes com determinados tipos de pessoas outras com animais ou no trânsito oi quando as coisas não saem como elas querem, ou seja, são impacientes por muitos motivos diferentes.
Gostaria que você se lembrasse de não comparar, principalmente, as crianças, irmãos (seus filhos), primos e também que deixasse de lado seu preconceito, caso tenha algum. Na verdade, seria bom comparar coisas e esquecer de comparar pessoas.
Você já deve ter sido vítima da comparação e provavelmente não gostou, até porque como eu falei na semana passada, as pessoas não tem o hábito de elogiar então quando criticam é porque já houve comparação e na maioria das vezes equivocada, insuficiente, injusta ou preconcebida.
Como anda seu grau de comparação?
Boa semana. Adriana
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Você já elogiou alguém hoje?
Tenho percebido como as pessoas andam distraídas, ultimamente comum é dizer palavrões, faltar com respeito, falar mal dos outros, criticar enfim olhar o lado ruim das pessoas e das coisas. Será que ninguém presta atenção a quem é educado, respeitoso, culto, observador das qualidades?
Parece mais fácil, hoje em dia, criticar quem tem esses comportamentos.
Eu quero chamar a atenção para os elogios, alguém sabe fazê-los?
Como é difícil ouvir alguém elogiar algo ou alguém, tudo que está bom e fez bem parece simplesmente a obrigação, mesmo que seja, não deixa de ser bem feito. E por isso merece elogio.
Estamos preocupados com o que falta e não como que já está bom, claro que procurar melhora é uma qualidade, é esforço e comprometimento, mas não reconhecer o bem feito, o bom, as qualidades é ignorar a qualidade, o esforço e o comprometimento de alguém.
Mas só reconhecemos algo que também temos, será que estamos tão ruins assim?
A propaganda da Coca-cola diz: “existem razões para acreditar que os bons são maioria”, eu acredito e você?
Queria saber como anda sua avaliação a respeito dos serviços prestados, das pessoas de modo geral e de você, sim de você. Anda se cobrando tanto no trabalho que esquece da família? Tem tantas atividades que não sobra tempo para os amigos e para a consulta ao médico? Se você anda com pressa vai ser difícil perceber as coisas e pessoas boas. Sua atenção está naquilo que precisa ser feito e não no adquirido, no que falta e não no que é suficiente.
Se tentar elogiar as pessoas e enxergar as coisas boas realizadas certamente irá te sobrar mais tempo.
Você já elogiou alguém hoje?
Boa semana. Adriana
Parece mais fácil, hoje em dia, criticar quem tem esses comportamentos.
Eu quero chamar a atenção para os elogios, alguém sabe fazê-los?
Como é difícil ouvir alguém elogiar algo ou alguém, tudo que está bom e fez bem parece simplesmente a obrigação, mesmo que seja, não deixa de ser bem feito. E por isso merece elogio.
Estamos preocupados com o que falta e não como que já está bom, claro que procurar melhora é uma qualidade, é esforço e comprometimento, mas não reconhecer o bem feito, o bom, as qualidades é ignorar a qualidade, o esforço e o comprometimento de alguém.
Mas só reconhecemos algo que também temos, será que estamos tão ruins assim?
A propaganda da Coca-cola diz: “existem razões para acreditar que os bons são maioria”, eu acredito e você?
Queria saber como anda sua avaliação a respeito dos serviços prestados, das pessoas de modo geral e de você, sim de você. Anda se cobrando tanto no trabalho que esquece da família? Tem tantas atividades que não sobra tempo para os amigos e para a consulta ao médico? Se você anda com pressa vai ser difícil perceber as coisas e pessoas boas. Sua atenção está naquilo que precisa ser feito e não no adquirido, no que falta e não no que é suficiente.
Se tentar elogiar as pessoas e enxergar as coisas boas realizadas certamente irá te sobrar mais tempo.
Você já elogiou alguém hoje?
Boa semana. Adriana
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Exigência
Hoje vou falar sobre a exigência, percebo que muitas pessoas exageram em sua exigência, outras quase não tem nenhuma, outras ainda oscilam, na verdade tem situações em que é bom ser exigente e outras ocasiões em que ser exigente traz problemas e significa intolerância ou autoritarismo.
Vejo que nos dias de hoje é comum as pessoas se contentarem com serviços mal feitos ou de pouca qualidade tudo para não perder mais tempo; falta de respeito e educação também são tolerados e isto é ruim, porque temos o direito de ter serviços eficientes e de qualidade, principalmente quando pagamos por isso. Exigir respeito das pessoas e para as pessoas é outra coisa rara no dia a dia, as pessoas se empurram até para entrar no ônibus e no metrô.
Quanto a exigência de comportamentos temos de ter muito cuidado, você pode até achar que tem autoridade para exigir determinados comportamentos de certas pessoas, mas ainda assim a pessoa tem o direito de não aceitar e sair andando ou de querer se justificar. As pessoas não são só um comportamento, elas são seres complexos e cheios de qualidades e defeitos, por isso a tolerância é a mais importante das qualidades para lidar com as pessoas, quando você é pouco tolerante torna-se exigente em demasia e nem percebe. Pode ser até autoritário e afastar as pessoas.
Lembrar que as coisas e as pessoas não são sempre como queremos ajuda a ser mais tolerante e exigente na medida certa.
E você faz valer os seus direitos e respeita os dos outros?
Boa semana. Adriana
Vejo que nos dias de hoje é comum as pessoas se contentarem com serviços mal feitos ou de pouca qualidade tudo para não perder mais tempo; falta de respeito e educação também são tolerados e isto é ruim, porque temos o direito de ter serviços eficientes e de qualidade, principalmente quando pagamos por isso. Exigir respeito das pessoas e para as pessoas é outra coisa rara no dia a dia, as pessoas se empurram até para entrar no ônibus e no metrô.
Quanto a exigência de comportamentos temos de ter muito cuidado, você pode até achar que tem autoridade para exigir determinados comportamentos de certas pessoas, mas ainda assim a pessoa tem o direito de não aceitar e sair andando ou de querer se justificar. As pessoas não são só um comportamento, elas são seres complexos e cheios de qualidades e defeitos, por isso a tolerância é a mais importante das qualidades para lidar com as pessoas, quando você é pouco tolerante torna-se exigente em demasia e nem percebe. Pode ser até autoritário e afastar as pessoas.
Lembrar que as coisas e as pessoas não são sempre como queremos ajuda a ser mais tolerante e exigente na medida certa.
E você faz valer os seus direitos e respeita os dos outros?
Boa semana. Adriana
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Depressão de inverno
Hoje venho esclarecer um assunto que gera dúvidas e desconfiança em muitas pessoas, trata-se do Transtorno Afetivo Sazonal (TAS), ou seja, um transtorno que afeta as pessoas no período do final de outono e inverno.
As pessoas afetadas apresentam queda no humor, tendem e a comer demais e engordar, ficam apáticas e letárgicas e dormem muito mais que o habitual. Quando acaba o inverno acabam também os sintomas.
Mudanças na alimentação e estilo de vida podem minimizar o impacto negativo do inverno no humor. A prevenção e o tratamento podem ser simplesmente fazer uma caminhada de meia hora de manhã cedo e maior exposição à luz.
Esse transtorno foi identificado pela primeira vez pelo dr. Norman Rosenthal nos EUA na década de 1980.
Abaixo segue um questionário que ajuda a identificar se você sofre da depressão de inverno
Notas de 0 a 4 de acordo com a mudança do seu humor no inverno:
0 se seu humor não muda
1 se seu humor muda ligeiramente
2 se ocorre uma mudança moderada no seu humor
3 se ocorre uma mudança acentuada no seu humor
4 se ocorre uma mudança radical no seu humor
Para os seguintes sintomas abaixo dê a nota de 0 a 4:
Horas de sono
Atividade social
Humor (sensação geral de bem-estar)
Peso corporal
Apetite
Nível de energia
Some os pontos de todos os seis aspectos acima para obter a pontuação final.
Resultado
De 4 a 7 pontos: na média
De 8 a 10 pontos: indica um quadro leve de depressão de inverno
De 11 ou mais pontos: maior probabilidade de TAS, procure um médico
Se você tem depressão de inverno, talvez ache que fica mais triste ou irritável porque odeia inverno e frio e explica o aumento de apetite e as horas a mais na cama para manter o corpo aquecido. Por mais lógicas que essas explicações possam parecer, alguns estudos bastante cuidadosos demonstram que o fator fundamental é a exposição reduzida à luz solar.
O melhor tratamento para transtorno afetivo sazonal é maior exposição à luz, de preferência pela manhã. Exercícios ao ar livre quando a temperatura permite, andar a pé e trabalhar perto de uma janela são abordagens sadias capazes de melhorar o humor.
Fonte: livro Segredos da Serotonina, Dra. Carol Hart, Ed.Cultrix
Boa semana. Adriana
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Hoje convido vocês a participarem da 2ª Feira do Empreendedorismo: Mostre o que você faz
Será realizada na sede da Missão Integral, localizada na Rua: Abilio Pedro Ramos, nº 266, Jaçanã
Dia: 31 de Maio, terça feira, das 14 às 17 horas.
Teremos uma palestra sobre o tema com o convidado Roberto Trindade, administrador de empresas. Logo após as expositoras irão apresentar seus trabalhos explicando passo a passo sua trajetória no empreendedorismo. Os participantes recebem um manual incluindo informações e orientações de como iniciar seu negócio, onde conseguir empréstimo e trabalhar legalizado, entre outras.
Como estou falando de negócios, trabalho. Deixo um texto (de Roberto Shinyashiki) sobre trabalhar com amor e no que você gosta.
TRABALHAR É AMAR O OUTRO
Uma das idéias que mais tem levado o profissional à acomodação é a de amar somente o que faz. Quando a pessoa somente se preocupa em amar o que faz corre o risco de se identificar com a máquina de escrever que usa no escritório, com o elevador do qual é ascensorista e com o computador que tem na mesa em vez de olhar para o cliente.
Não ame simplesmente o que você faz, ame o próximo!
Quando você ama o que faz pode se tornar um prisioneiro da rotina e uma vítima da acomodação. Ame a pessoa que está a sua frente, procurando-a com seus dramas e desejos. Existe um ser humano a sua frente que precisa se sentir importante.
Quem trabalha com amor e por amor não vai tratar os outros como coisas ou como pedaços de uma engrenagem.
Certa vez eu visitava um hospital e vi um médico que tratava mal uma criança. Quando tive oportunidade fui conversar com ele sobre o ocorrido e ouvi a seguinte resposta : “Roberto, o que você quer? Com o salário ridículo que eu recebo, isso é o máximo que posso dar”. É verdade que é ridículo o salário de um médico de hospital público, como também é ridículo o que a maioria dos professores ganha nas escolas públicas. Contudo, um médico que maltrata seu paciente ou um professor que humilha o aluno não merece sequer esse salário.
O primeiro compromisso do profissional é com o outro, e não com o salário que ganha. Ele precisa ver claramente qual é a sua missão no planeta Terra. A motivação do bom profissional vem da consciência da sua importância na vida das pessoas.
O bom professor dá uma boa aula não porque ganha bem, mas pela consciência da sua importância na formação do aluno que está cruzando o seu caminho. O cientista dentro do laboratório, deve ter a consciência de como o seu trabalho pode criar uma vida melhor para gente que ele nunca vai conhecer pessoalmente.
Você já imaginou a motivação de um soldado da Polícia Militar que ganha um salário ridículo e que se despede da família dando um beijo nos filhos e sai para enfrentar os bandidos arriscando a própria vida?
Quando alguém realiza o seu trabalho com a consciência da sua importância, nem precisa receber “muito obrigado” da pessoa que ajudou, pois o seu sentimento de servir é maior do que a sua ação.
Um grande amigo meu, certo dia me disse algo lindo : “Eu faço o meu trabalho o melhor que posso porque, na verdade, não estou preocupado em agradar o meu chefe, mas em servir a Deus”. É pouco provável que ele se sinta frustrado se alguém não agradecer por seus esforços. Mas é certo que se sente mais feliz com seu trabalho do que a maioria das pessoas.
Além do mais, o médico que trata bem as crianças de um hospital que lhe paga pouco vai conquistar uma clientela satisfeita com seus serviços, e o seu consultório particular acabará ficando lotado. Quem trabalha com amor no coração consegue evoluir financeiramente.
Se você ganha um salário pequeno, tenha certeza de que, servindo ao próximo com competência, receberá recompensas – e a melhor de todas é a convicção de estar cumprindo a sua missão.
(Roberto Shinyashiki escreveu na Revista Psique Ciência e Vida, ano II,15.)
Boa semana. Adriana
Será realizada na sede da Missão Integral, localizada na Rua: Abilio Pedro Ramos, nº 266, Jaçanã
Dia: 31 de Maio, terça feira, das 14 às 17 horas.
Teremos uma palestra sobre o tema com o convidado Roberto Trindade, administrador de empresas. Logo após as expositoras irão apresentar seus trabalhos explicando passo a passo sua trajetória no empreendedorismo. Os participantes recebem um manual incluindo informações e orientações de como iniciar seu negócio, onde conseguir empréstimo e trabalhar legalizado, entre outras.
A Feira é gratuita.
Contamos com a sua presença.
Como estou falando de negócios, trabalho. Deixo um texto (de Roberto Shinyashiki) sobre trabalhar com amor e no que você gosta.
TRABALHAR É AMAR O OUTRO
Uma das idéias que mais tem levado o profissional à acomodação é a de amar somente o que faz. Quando a pessoa somente se preocupa em amar o que faz corre o risco de se identificar com a máquina de escrever que usa no escritório, com o elevador do qual é ascensorista e com o computador que tem na mesa em vez de olhar para o cliente.
Não ame simplesmente o que você faz, ame o próximo!
Quando você ama o que faz pode se tornar um prisioneiro da rotina e uma vítima da acomodação. Ame a pessoa que está a sua frente, procurando-a com seus dramas e desejos. Existe um ser humano a sua frente que precisa se sentir importante.
Quem trabalha com amor e por amor não vai tratar os outros como coisas ou como pedaços de uma engrenagem.
Certa vez eu visitava um hospital e vi um médico que tratava mal uma criança. Quando tive oportunidade fui conversar com ele sobre o ocorrido e ouvi a seguinte resposta : “Roberto, o que você quer? Com o salário ridículo que eu recebo, isso é o máximo que posso dar”. É verdade que é ridículo o salário de um médico de hospital público, como também é ridículo o que a maioria dos professores ganha nas escolas públicas. Contudo, um médico que maltrata seu paciente ou um professor que humilha o aluno não merece sequer esse salário.
O primeiro compromisso do profissional é com o outro, e não com o salário que ganha. Ele precisa ver claramente qual é a sua missão no planeta Terra. A motivação do bom profissional vem da consciência da sua importância na vida das pessoas.
O bom professor dá uma boa aula não porque ganha bem, mas pela consciência da sua importância na formação do aluno que está cruzando o seu caminho. O cientista dentro do laboratório, deve ter a consciência de como o seu trabalho pode criar uma vida melhor para gente que ele nunca vai conhecer pessoalmente.
Você já imaginou a motivação de um soldado da Polícia Militar que ganha um salário ridículo e que se despede da família dando um beijo nos filhos e sai para enfrentar os bandidos arriscando a própria vida?
Quando alguém realiza o seu trabalho com a consciência da sua importância, nem precisa receber “muito obrigado” da pessoa que ajudou, pois o seu sentimento de servir é maior do que a sua ação.
Um grande amigo meu, certo dia me disse algo lindo : “Eu faço o meu trabalho o melhor que posso porque, na verdade, não estou preocupado em agradar o meu chefe, mas em servir a Deus”. É pouco provável que ele se sinta frustrado se alguém não agradecer por seus esforços. Mas é certo que se sente mais feliz com seu trabalho do que a maioria das pessoas.
Além do mais, o médico que trata bem as crianças de um hospital que lhe paga pouco vai conquistar uma clientela satisfeita com seus serviços, e o seu consultório particular acabará ficando lotado. Quem trabalha com amor no coração consegue evoluir financeiramente.
Se você ganha um salário pequeno, tenha certeza de que, servindo ao próximo com competência, receberá recompensas – e a melhor de todas é a convicção de estar cumprindo a sua missão.
(Roberto Shinyashiki escreveu na Revista Psique Ciência e Vida, ano II,15.)
Boa semana. Adriana
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Ser feliz ou ter razão?
Hoje deixo um texto de autoria desconhecida, recebi por e-mail, que acredito ser útil.
Evidentemente nem sempre ter razão implica ser infeliz, mas na prática arrumamos situações desnecessárias só por ter razão. Esta é a razão pela qual publico este texto.
"Ser feliz ou ter razão?
Oito da noite, numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo e ela consultou no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem.
Percebendo que além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado.
Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer saber: - Se tinha tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais... E ela diz: - Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!
MORAL DA HISTÓRIA
Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais freqüência: 'Quero ser feliz ou ter razão?’ "
"Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam."
Boa semana. Adriana
Evidentemente nem sempre ter razão implica ser infeliz, mas na prática arrumamos situações desnecessárias só por ter razão. Esta é a razão pela qual publico este texto.
"Ser feliz ou ter razão?
Oito da noite, numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo e ela consultou no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem.
Percebendo que além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado.
Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer saber: - Se tinha tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais... E ela diz: - Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!
MORAL DA HISTÓRIA
Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais freqüência: 'Quero ser feliz ou ter razão?’ "
"Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam."
Boa semana. Adriana
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Amor, respeito e liberdade!
Dedico o texto abaixo, de autoria de Kalil Mascarenhas, às mães.
Que Deus abençoe, proteja e ilumine às mães que sempre estão presentes, afetuosas e dispostas.
Um abraço com carinho em todas as que desempenham a FUNÇÃO DE MÃE.
Amor, Respeito e Liberdade!
Autor: Kali Mascarenhas
Aquilo que existe em mim e faz parte de mim pode ser transformado se eu quiser.
Aquilo que é do outro só pode ser transformado por ele, e será compreendido e aceito por mim, dentro dos meus limites, se existir respeito.
Posso falar ao outro conforme me sinto em relação ao que ele faz ou diz, se houver liberdade.
Não posso afirmar: “Aquilo que o outro fez ou disse me feriu.”
Eu é que me feri com AQUILO que ele fez ou disse, tenho opções.
Eu sou dono das minhas emoções, sensações e sentimentos. Também das minhas atitudes,
pensamentos e palavras!
Maravilha.
Não é coerente dizer que fiz algo para alguém só porque alguém fez isso comigo primeiro. Se eu agisse assim eu seria apenas resposta e eco, sem vida.
É mais valioso optar por agir ao invés de apenas reagir.
É mais sensato perceber que sou dono das minhas ações e se faço algo sou o responsável por isso.
Tenho escolhas.
Reconheço que as rédeas do meu destino estão nas minhas mãos e me recuso a segurar as rédeas do destino do outro. É meu direito.
Busco o AMOR em sua mais bela expressão e por isso abro mão de querer ter o controle sobre a vida do outro.
Quero amar com liberdade.
Quero amar com plenitude.
Quero amar porque é bom. Com RESPEITO e LIBERDADE AMOR.
Boa semana. Adriana
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Comunicado
Comunico que a Palestra: Como Lidar com Pessoas Difíceis, foi cancelada.
Os interessados podem ligar para informações sobre próximas datas.
Contato: 3485 8060 ou 9295 6522
Obrigada
Adriana
Os interessados podem ligar para informações sobre próximas datas.
Contato: 3485 8060 ou 9295 6522
Obrigada
Adriana
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Violência contra os idosos
PALESTRA Como lidar com pessoas difíceis
Dia 03/05/11 às 19:30hs
Reserve sua vaga, deixe seu nome na lista de interessados, pois para nossa segurança ficará uma lista com os nomes na portaria do prédio.
Tel: 3485 8060 ou 9295 6522
Investimento: R$ 20,00
VIOLÊNCIA CONTRA IDOSOS
Hoje falo sobre a violência contra os idosos, principalmente no ambiente familiar e tenho como base o texto de Rubens Lessa, Respeito e Dignidade para a revista Sinais dos Tempos edição Especial 2010.
Desde 2003 temos o Estatuto do Idoso que afirma “o envelhecimento é um direito personalíssimo”. O Brasil vem melhorando e a expectativa de vida aumentou nos últimos anos. Infelizmente a medida que a população idosa aumenta cresce também o número de violência contra o idoso. Temos também o Conselho Nacional do Idoso pela lei nº 8.842/94 que viabiliza o convívio, integração e ocupação do idoso na sociedade.
No Artigo 3º das Disposições Preliminares, o Estatuto do Idoso diz: “É obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do Poder Público assegurar ao idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária.”
As políticas púbicas em favor dos idosos são indispensáveis, mas é no âmbito da família, acima de tudo, que os direitos deles precisam ser respeitados. No Brasil, mais de 90% das pessoas acima de 60 anos moram com parentes ou vivem em suas próprias casas. A maioria das queixas é contra filhos, netos ou cônjuges, ao passo que 7% dos casos tem que ver com outros parentes.
As denúncias de abusos econômicos estão em primeiro lugar, vindo em segundo e terceiro, respectivamente, as de agressão física e de recusa dos familiares em dar proteção.
Os maus-tratos ocorrem em famílias de todos os níveis sociais, mas os abusos aumentam quando as famílias enfrentam problemas econômicos e desorganização social.
As formas mais comuns de abuso são: negligência (exclusão social e abandono), violação (dos deveres humanos, legais, médicos), privação (financeira, de escolhas, de decisões). Os maus-tratos tem como fonte o isolamento social e o abandono na velhice.
Entre as conseqüências dos maus-tratos, estão as seguintes: depressão, alienação, desordem pós-traumática, sentimentos de culpa e negação das ocorrências e situações que levam os idosos a viver em desesperança.
Segundo a Americam Medical Association, entende-se por abuso “qualquer ato de comissão ou omissão que resulte em lesão ou ameaça de lesão à saúde e ao bem-estar de uma pessoa idosa”. O abuso pode ser físico, psicológico, sexual ou financeiro. Célia Afonso Gonçalves afirma que ele “pode ser intencional ou não intencional, ou resultar de negligência”.
FATORES DE RISCO PARA ABUSO DE IDOSOS
. idade avançada
. escassos recursos econômicos, sociais
. baixos rendimentos, precárias condições de salubridade
. Isolamento social
. nível sócio-econômico reduzido
. baixo nível educacional
. debilidade funcional
. abuso de substâncias pelo prestador de cuidados ou pelo idoso
. alterações psicológicas e personalidade patológica
. história anterior de violência
. frustração ou exaustão do prestador de cuidados
. limitação cognitiva.
(Adapt.de Swagerty DL Jr, Takahashi PY, Evans JM. Elder mistreatment. Am Fam Physician 1999 May 15;59 (10):2804-8).
Esse clima de indiferença e ingratidão precisa dar lugar a atitudes de solidariedade, respeito e cuidado. Não por mero dever, mas por amor e reconhecimento.
Neste texto percebemos que o abuso contra idoso pode ser cometido sem intenção, porém se prestarmos atenção podemos começar tendo mais paciência com todos os idosos que cruzam nosso caminho, sempre há o que melhorar, basta querer.
Boa semana. Adriana
Dia 03/05/11 às 19:30hs
Reserve sua vaga, deixe seu nome na lista de interessados, pois para nossa segurança ficará uma lista com os nomes na portaria do prédio.
Tel: 3485 8060 ou 9295 6522
Investimento: R$ 20,00
VIOLÊNCIA CONTRA IDOSOS
Hoje falo sobre a violência contra os idosos, principalmente no ambiente familiar e tenho como base o texto de Rubens Lessa, Respeito e Dignidade para a revista Sinais dos Tempos edição Especial 2010.
Desde 2003 temos o Estatuto do Idoso que afirma “o envelhecimento é um direito personalíssimo”. O Brasil vem melhorando e a expectativa de vida aumentou nos últimos anos. Infelizmente a medida que a população idosa aumenta cresce também o número de violência contra o idoso. Temos também o Conselho Nacional do Idoso pela lei nº 8.842/94 que viabiliza o convívio, integração e ocupação do idoso na sociedade.
No Artigo 3º das Disposições Preliminares, o Estatuto do Idoso diz: “É obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do Poder Público assegurar ao idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária.”
As políticas púbicas em favor dos idosos são indispensáveis, mas é no âmbito da família, acima de tudo, que os direitos deles precisam ser respeitados. No Brasil, mais de 90% das pessoas acima de 60 anos moram com parentes ou vivem em suas próprias casas. A maioria das queixas é contra filhos, netos ou cônjuges, ao passo que 7% dos casos tem que ver com outros parentes.
As denúncias de abusos econômicos estão em primeiro lugar, vindo em segundo e terceiro, respectivamente, as de agressão física e de recusa dos familiares em dar proteção.
Os maus-tratos ocorrem em famílias de todos os níveis sociais, mas os abusos aumentam quando as famílias enfrentam problemas econômicos e desorganização social.
As formas mais comuns de abuso são: negligência (exclusão social e abandono), violação (dos deveres humanos, legais, médicos), privação (financeira, de escolhas, de decisões). Os maus-tratos tem como fonte o isolamento social e o abandono na velhice.
Entre as conseqüências dos maus-tratos, estão as seguintes: depressão, alienação, desordem pós-traumática, sentimentos de culpa e negação das ocorrências e situações que levam os idosos a viver em desesperança.
Segundo a Americam Medical Association, entende-se por abuso “qualquer ato de comissão ou omissão que resulte em lesão ou ameaça de lesão à saúde e ao bem-estar de uma pessoa idosa”. O abuso pode ser físico, psicológico, sexual ou financeiro. Célia Afonso Gonçalves afirma que ele “pode ser intencional ou não intencional, ou resultar de negligência”.
FATORES DE RISCO PARA ABUSO DE IDOSOS
. idade avançada
. escassos recursos econômicos, sociais
. baixos rendimentos, precárias condições de salubridade
. Isolamento social
. nível sócio-econômico reduzido
. baixo nível educacional
. debilidade funcional
. abuso de substâncias pelo prestador de cuidados ou pelo idoso
. alterações psicológicas e personalidade patológica
. história anterior de violência
. frustração ou exaustão do prestador de cuidados
. limitação cognitiva.
(Adapt.de Swagerty DL Jr, Takahashi PY, Evans JM. Elder mistreatment. Am Fam Physician 1999 May 15;59 (10):2804-8).
Esse clima de indiferença e ingratidão precisa dar lugar a atitudes de solidariedade, respeito e cuidado. Não por mero dever, mas por amor e reconhecimento.
Neste texto percebemos que o abuso contra idoso pode ser cometido sem intenção, porém se prestarmos atenção podemos começar tendo mais paciência com todos os idosos que cruzam nosso caminho, sempre há o que melhorar, basta querer.
Boa semana. Adriana
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Como se recuperar do abuso emocional
PÁSCOA
Desejo que os ensinamentos de Jesus renasçam em seu coração nesta Páscoa e perdure ao longo dos anos.
Feliz Páscoa para você e sua família.
PALESTRA: Como lidar com pessoas difíceis
Irei comentar sobre as pessoas que querem tudo do jeito delas e também ajudar a enfrentar o seu medo de rejeição, a lidar com a sua raiva entre outros sentimentos que as pessoas difíceis despertam em nós.
Dia 03/05/11 às 19:30hs
Local: Av: Abilio Pedro Ramos, nº 266 Jaçanã
Investimento: R$ 20,00
OBS: Peço que os interessados deixem seu nome com antecedência, pois para a nossa segurança a lista com os nomes dos participantes ficará na portaria do prédio.
Tel: 3485 8060 ou 9295 6522
COMO VOCÊ SE RECUPERA DO ABUSO EMOCIONAL?
Primeiro, entenda que a mudança é inevitável e que você tem forças para fazer as mudanças que quer e que precisa fazer. Com certeza, você não vai conseguir todas de uma só vez, porque até pode nem saber exatamente o que quer e o que precisa. Você pode começar a cuidar um pouco de você, sentar à mesa para tomar o café da manhã, fazer um exercício, tomar um banho gostoso e demorado.
Segundo, comece a reprogramar sua mente. Você pode até esperar que as coisas melhorem para começar a acreditar que elas vão melhorar; ou pode acelerar a marcha da sua recuperação começando a acreditar nas melhoras, independente das mudanças. Mesmo que o quadro continue o mesmo ou tenha mudado pouco, a grande diferença será como você se sente a respeito dele. Sua atitude mental fará a diferença.
Terceiro, procure ajuda e apoio. Existem grupos de apoio, terapeutas, conselheiros, amigas e outros profissionais da saúde que entendem o quanto você está sofrendo e que poderão ajudá-la. Não se confunda: abuso emocional é violência doméstica, sim.
Quarto, procure informações. Você não é a única a estar nas mãos de um parceiro abusador. Alguns batem, outros não, mas todos se comportam de modo muito parecido. Todos dizem mais ou menos as mesmas coisas cruéis. Você logo vai perceber que, como todos trabalham com o mesmo script, o que eles dizem não é sobre você, mas sobre eles.
Por último, comece a contar suas bênçãos. Sim, você passou por situações inimagináveis, dor e sofrimento que você não merecia. Reserve um tempo do seu dia para agradecer pelas coisas boas, saúde, trabalho, sorrisos dos filhos, qualquer coisa boa que tenha acontecido no seu dia. Essas ideias são apenas o começo, todas as sugestões são para afastar você da sua dor, sua mente de vítima para a conscientização de que é uma pessoa de valor e de que há muitas coisas para você conseguir e conquistar na vida. Você não sabe o que a aguarda no futuro, mas tenha certeza de que será muito, muito mais feliz do que você pode imaginar agora.
Esta primeira parte foi um resumo do texto Abuso ssssilencioso, de Claudia Bruscagin para a revista Sinais dos Tempos, edição especial 2010.
Ainda na mesma revista, mas no texto de Ivan Saraiva, Perdoar ou não: eis a questão; vejo que podemos refletir sobre a questão de modo simples e útil. Analisando três questões.
Questão 1. O perdão é algo que precisa ser aprendido e desenvolvido.
Quando falamos de perdão, estamos falando da obrigatoriedade de recriar relacionamentos destruídos pelos erros e pelas mágoas. É claro que essa obrigatoriedade é relativa. Perdoar tem um alto preço e nem todos estão dispostos a pagar. Em nossos relacionamentos sempre teremos de escolher o preço do perdão ou do não perdão. Mas teremos, inevitavelmente, um preço a pagar. Essa escolha é sempre muito difícil porque, em qualquer uma das decisões haverá perdas e muita dor.
Quanto ao perdão não se trata de merecimento ou justiça, e sim de graça. Perdão é oferecido para quem precisa e não para quem merece.
Questão 2. Perdão não implica convívio.
Não se deve reforçar nenhum comportamento negativo. Quando algum filho erra, nós o perdoamos, mas exigimos que mudem de atitude. O mesmo princípio deve ser aplicado a todos os relacionamentos. Até porque para que haja convívio mínimo o agressor precisa:
. Aceitar a responsabilidade pelo ocorrido.
. Expressar sincero pesar e arrependimento.
. De alguma forma, oferecer compensação conveniente.
. Prometer não repetir a conduta e
. Pedir perdão.
Caso isso não aconteça, você deve perdoar e cicatrizar qualquer mágoa, mas também deve tomar atitude cuidando de você, de sua saúde física e emocional.
Questão 3. O perdão tem muito mais a ver com o que Deus fez por mim do que com o que os outros fizeram contra mim.
A liberdade emocional e espiritual que você quer e precisa só é encontrada no perdão. Assim, a questão não é perdoar ou não e sim, perdoar ou morrer aos poucos.
Deixo um lembrete: no texto sobre como lidar com pessoas difíceis (duas semanas atrás) expliquei como lidar com a raiva, as mesmas citações ajudam na questão do perdoar.
Boa semana. Adriana
Desejo que os ensinamentos de Jesus renasçam em seu coração nesta Páscoa e perdure ao longo dos anos.
Feliz Páscoa para você e sua família.
PALESTRA: Como lidar com pessoas difíceis
Irei comentar sobre as pessoas que querem tudo do jeito delas e também ajudar a enfrentar o seu medo de rejeição, a lidar com a sua raiva entre outros sentimentos que as pessoas difíceis despertam em nós.
Dia 03/05/11 às 19:30hs
Local: Av: Abilio Pedro Ramos, nº 266 Jaçanã
Investimento: R$ 20,00
OBS: Peço que os interessados deixem seu nome com antecedência, pois para a nossa segurança a lista com os nomes dos participantes ficará na portaria do prédio.
Tel: 3485 8060 ou 9295 6522
COMO VOCÊ SE RECUPERA DO ABUSO EMOCIONAL?
Primeiro, entenda que a mudança é inevitável e que você tem forças para fazer as mudanças que quer e que precisa fazer. Com certeza, você não vai conseguir todas de uma só vez, porque até pode nem saber exatamente o que quer e o que precisa. Você pode começar a cuidar um pouco de você, sentar à mesa para tomar o café da manhã, fazer um exercício, tomar um banho gostoso e demorado.
Segundo, comece a reprogramar sua mente. Você pode até esperar que as coisas melhorem para começar a acreditar que elas vão melhorar; ou pode acelerar a marcha da sua recuperação começando a acreditar nas melhoras, independente das mudanças. Mesmo que o quadro continue o mesmo ou tenha mudado pouco, a grande diferença será como você se sente a respeito dele. Sua atitude mental fará a diferença.
Terceiro, procure ajuda e apoio. Existem grupos de apoio, terapeutas, conselheiros, amigas e outros profissionais da saúde que entendem o quanto você está sofrendo e que poderão ajudá-la. Não se confunda: abuso emocional é violência doméstica, sim.
Quarto, procure informações. Você não é a única a estar nas mãos de um parceiro abusador. Alguns batem, outros não, mas todos se comportam de modo muito parecido. Todos dizem mais ou menos as mesmas coisas cruéis. Você logo vai perceber que, como todos trabalham com o mesmo script, o que eles dizem não é sobre você, mas sobre eles.
Por último, comece a contar suas bênçãos. Sim, você passou por situações inimagináveis, dor e sofrimento que você não merecia. Reserve um tempo do seu dia para agradecer pelas coisas boas, saúde, trabalho, sorrisos dos filhos, qualquer coisa boa que tenha acontecido no seu dia. Essas ideias são apenas o começo, todas as sugestões são para afastar você da sua dor, sua mente de vítima para a conscientização de que é uma pessoa de valor e de que há muitas coisas para você conseguir e conquistar na vida. Você não sabe o que a aguarda no futuro, mas tenha certeza de que será muito, muito mais feliz do que você pode imaginar agora.
Esta primeira parte foi um resumo do texto Abuso ssssilencioso, de Claudia Bruscagin para a revista Sinais dos Tempos, edição especial 2010.
Ainda na mesma revista, mas no texto de Ivan Saraiva, Perdoar ou não: eis a questão; vejo que podemos refletir sobre a questão de modo simples e útil. Analisando três questões.
Questão 1. O perdão é algo que precisa ser aprendido e desenvolvido.
Quando falamos de perdão, estamos falando da obrigatoriedade de recriar relacionamentos destruídos pelos erros e pelas mágoas. É claro que essa obrigatoriedade é relativa. Perdoar tem um alto preço e nem todos estão dispostos a pagar. Em nossos relacionamentos sempre teremos de escolher o preço do perdão ou do não perdão. Mas teremos, inevitavelmente, um preço a pagar. Essa escolha é sempre muito difícil porque, em qualquer uma das decisões haverá perdas e muita dor.
Quanto ao perdão não se trata de merecimento ou justiça, e sim de graça. Perdão é oferecido para quem precisa e não para quem merece.
Questão 2. Perdão não implica convívio.
Não se deve reforçar nenhum comportamento negativo. Quando algum filho erra, nós o perdoamos, mas exigimos que mudem de atitude. O mesmo princípio deve ser aplicado a todos os relacionamentos. Até porque para que haja convívio mínimo o agressor precisa:
. Aceitar a responsabilidade pelo ocorrido.
. Expressar sincero pesar e arrependimento.
. De alguma forma, oferecer compensação conveniente.
. Prometer não repetir a conduta e
. Pedir perdão.
Caso isso não aconteça, você deve perdoar e cicatrizar qualquer mágoa, mas também deve tomar atitude cuidando de você, de sua saúde física e emocional.
Questão 3. O perdão tem muito mais a ver com o que Deus fez por mim do que com o que os outros fizeram contra mim.
A liberdade emocional e espiritual que você quer e precisa só é encontrada no perdão. Assim, a questão não é perdoar ou não e sim, perdoar ou morrer aos poucos.
Deixo um lembrete: no texto sobre como lidar com pessoas difíceis (duas semanas atrás) expliquei como lidar com a raiva, as mesmas citações ajudam na questão do perdoar.
Boa semana. Adriana
terça-feira, 12 de abril de 2011
Palestra: Como lidar com pessoas difíceis
A Palestra trata de técnicas para lidar com estas pessoas, além de auxiliar na administração das dificuldades que temos no trato com as pessoas difíceis.
Dia: 03/05 às 19:30 hs.
Investimento: R$ 20,00
Informações e inscrição: 3485 8060 ou 9295 6522
Dia: 03/05 às 19:30 hs.
Investimento: R$ 20,00
Informações e inscrição: 3485 8060 ou 9295 6522
Abuso Emocional, identifique.
Hoje inicio uma nova série de textos, desta vez sobre violência emocional também conhecida como abuso psicológico ou abuso emocional. Esta série de textos faz parte da campanha que iniciei em 8 de março sobre violência contra a mulher, idosos e crianças.
O abuso emocional é muito difícil de ser reconhecido, até mesmo pela própria vítima, quanto mais por quem está à sua volta. Por acontecer de forma sutil muitas vezes passa despercebido pelos familiares e amigos das vítimas. Em geral, a vítima não pensa nem sente que o abuso é abuso, e vai se anestesiando em relação a ele. Essa forma de abuso afeta principalmente mulheres e crianças, não deixa marcas roxas, cortes nem ossos quebrados, mas deixa cicatrizes psicológicas profundas, destrói a autoconfiança e autoestima da pessoa que vive o abuso e das crianças que estão à sua volta, marcando um padrão futuro de comportamento.
O abuso emocional é definido como qualquer julgamento, não importa a origem, que paralisa ou humilha uma pessoa, mantendo-a presa ao passado, ao mesmo tempo que o futuro só é visto através da perspectiva negativa do relacionamento abusivo.
O abuso emocional funciona como uma ‘lavagem cerebral’ e a vítima aprende que tudo o que faz é errado, tudo é sua culpa, não sabe nem pode nada. Se as palavras do parceiro a fazem sentir-se pequena, sem valor ou humilhada, e se ele não a respeita nem, leva em conta como você se sente, isso é abuso emocional. Mais importante ainda: isso é inaceitável.
Os relacionamentos abusivos são caracterizados por muito ciúme, negação da emoção, falta de intimidade, acessos de raiva, coerção sexual, infidelidade, ameaças, mentiras, promessas quebradas, jogos de poder e controle.
O abuso emocional é tão destruidor quanto o abuso físico. É tipicamente alternado com declarações de amor e afirmações de que tudo vai mudar. Os relacionamentos abusivos pioram com o tempo.
Os abusos emocional e verbal mudam, com freqüência, para ameaças mais abertas ou para abuso físico, particularmente em períodos de stress. Os abusadores são carentes e controladores; o abuso se intensifica quando eles sentem que vão perder o parceiro ou quando o relacionamento acaba (75% das mortes violentas de mulheres ocorrem depois da separação).
Até que você consiga reconhecer o abuso emocional e verbal, você continuará a sofrê-lo em sua vida, porque vai deixar que amigos, conhecidos e até estranhos a agridam de forma que a machuquem ou não levem em conta os seus sentimentos. Muitas vezes você até confunde ações abusivas contra você como realistas. Qualquer julgamento que você faça sobre si mesma que negue sua habilidade para criar bons relacionamentos e uma vida positiva para você, é abusivo e errado.
CICLO DO ABUSO
Abuso: o parceiro agride com palavras, atitudes ou comportamentos agressivos e/ou que humilham. O abuso é um jogo de poder para mostrar ‘quem manda’.
Culpa: depois do abuso, o parceiro sente culpa, mas não pelo que fez. Ele está mais preocupado com a possibilidade de ser pego e com as consequências causadas pelo seu comportamento abusivo.
Comportamento ‘normal’: o abusador faz de tudo para conseguir o controle novamente e manter a vítima no relacionamento. Ele pode agir como se nada tivesse acontecido, ou ele pode agir muito sedutoramente, jogando todo o seu charme sobre a parceira. Esse momento de doce paz, pode dar a esperança de que ele realmente mudou desta vez (quantas vezes isso já aconteceu?).
Fantasia e planejamento: o abusador começa a fantasiar sobre a maneira de abusar novamente da parceira. Gasta muito tempo pensando sobre o que ela fez de errado, com quem ela fala no celular e como ela vai pagar pelo mal feito. Então, ele planeja transformar a fantasia do abuso em realidade.
Armadilha: o abusador fica à espreita e põe seu plano em ação, criando uma situação em que ele possa justificar o abuso.
FORMAS DE ABUSO EMOCIONAL
. Colocar para baixo, chamar nomes, fazer pensar que está louca, fazer jogos mentais.
. Ameaças de machucar física ou emocionalmente. Ameaças de divórcio, traição, suicídio, levar as crianças embora, contar a todos sobre intimidades.
. Deixar com medo através do olhar, gestos, voz alta, quebrar coisas, destruir propriedade, dirigir em alta velocidade.
. Ameaçar fazê-la de empregada. Tomar todas as grandes decisões, agir como ‘mestre da casa’, negligenciar responsabilidades com trabalho, cuidado dos filhos e responsabilidades da casa.
. Padrões abusivos de sedução. Forçar a fazer coisas contra sua vontade. Criticar performance sexual. Contar sobre relacionamentos fora da relação.
. Não deixar que você trabalhe ou atrapalhar seu trabalho, controlar seu acesso ao dinheiro, esconder investimentos.
. Controlar o que você faz, com quem sai, com quem se encontra, com quem fala. Negar acesso ao carro. Deliberadamente afastar dos seus contatos de apoio.
Este texto é um resumo do texto “Abuso ssssilencioso” de Claudia Bruscagin para a revista Sinais dos Tempos, edição especial 2010, “Quebrando o Silêncio”.
Na semana que vem o texto é sobre como se recuperar do abuso emocional, ainda para mulheres, além de explicar mais sobre tal abuso e nas próximas semanas falarei sobre o abuso contra idosos e crianças.
Boa semana. Adriana
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Considerações Finais sobre: Como lidar com pessoas difíceis
PALESTRA: COMO LIDAR COM PESSOAS DIFÍCEIS
DIA 03/05/11 ÀS 19:30 HS
LOCAL: AVENIDA ABILIO PEDRO RAMOS, Nº 266, JAÇANÃ
PALESTRANTE: ADRIANA BARRETO
VALOR: R$ 20,00
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÃO: 3485 8060 E 9295 6522
VAGAS LIMITADAS, RESERVE A SUA.
Considerações Finais: como lidar com pessoas difíceis.
Hoje, finalmente, é o último texto do resumo do livro de Paul Hauck, Como lidar com pessoas que te deixam louco.
Sei que o livro concentra nas características feias das pessoas, não nos méritos e que as orientações são para deixar de lado a gentileza e a paciência com essas pessoas difíceis, mesmo sabendo que muitos tem dificuldade em ser firmes com sua família, parceiros e amigos.
As pessoas costuma achar que se queremos cooperação, respeito e amor, devemos agradar às pessoas ao ponto de sentirem obrigadas a não poderem nos recusar nada. Não só isso, mas se formos excepcionalmente generosos, somos levados a supor que as pessoas nos serão tão gratas que não nos negarão nada.
Quem dera fosse assim! Não é que este método não funcione. Funciona. Mas as coisas operam dessa forma apenas com pessoas maduras e sem distúrbios. Quando lidamos com pessoas imaturas e perturbadas, os ideais sublimes não dão resultado. Essa foi a clara conclusão da psicologia moderna. Quando estamos lidando com indivíduos imaturos e que sofrem de algum distúrbio, pioramos a situação quando oferecemos a outra face.
Para conseguir isso devemos aceitar os três princípios da interação humana que explicam como resolvemos os problemas com as pessoas e as três regras da determinação, que explicam o que devemos fazer para corrigir esses problemas. Mas, se você perceber que tem alguma objeção a essas ideias deve descobrir quais são e afastá-las, ou será impossível conseguir efetuar alguma mudança.
Os três princípios da interação humana
1. Você recebe o comportamento que tolera.
2. Os outros não vão mudar a menos que você mude primeiro.
3. Controle a sua tolerância excessiva.
As tres regras da determinação
1. Se uma pessoa faz algo bom para você, faça algo bom para ela.
2. Se uma pessoa faz algo ruim para você e não percebeu que estava se comportando mal, converse com ela, mas só por duas vezes, em duas ocasiões.
3. Se uma pessoa não tiver consideração por você uma terceira vez, faça algo igualmente perturbador com ela, mas isso deve ser feito sem raiva, sem culpa, sem pena, sem medo de rejeição, sem medo de agressão física ou prejuízo financeiro. (como vimos no capítulo da semana passada).
Observações:
Quando retribuímos um incômodo com outro e fazemos isso com a intenção de ajudar o outro a corrigir um mau hábito sem consideração, então não podemos ver essa reação como boa ou ruim. Se nossos esforços acabarem com os hábitos ruins e também levarem a correção deles, então devemos ver o sofrimento causado como bom. Não é o ato em si que é moral ou imoral, é a intenção por trás do ato, machucar ou ajudar, que determina o que é moral e ético.
O que faz toda a diferença é que essas atitudes sejam tomadas sem raiva, ódio ou sentimento de vingança. Do contrário, a regra número três seria uma definição de agressão e não de determinação.
A comunicação nunca é eficaz se não falamos a língua de quem escuta.
Qual é o papel do amor e do perdão nesse esquema?
Tal abordagem costuma chocar as pessoas e pode parecer negligente, insensível e puramente maldosa. Mas aqueles que ficam avisando os outros sobre seus atos impensados e que nada fazem além de reclamar são os verdadeiros negligentes e insensíveis.
A maioria das pessoas acredita que mostra o quanto ama alguém pelo quanto faz por essa pessoa: “Se você realmente me ama, faça o que est0u pedindo” é como aprenderam a entender o amor. Chamo a atenção para o fato de que o amor maduro e duradouro também é demonstrado pelo que não fazemos pelos outros. Das as nossas caras-metades tudo que pedem é como dar a uma criança todas as balas que deseja. Pode levar a distúrbios físicos e emocionais. Está na hora de dar um basta na indulgência como forma de amor.
Quanto ao perdão, lembremos que: não existem pessoas boas ou más e sim comportamentos bons e ruins, portanto devemos perdoar todo mundo, por qualquer coisa. Ninguém é mau, mas passível de cometer erros. Frequentemente, somos lembrados de que somos pecadores, é claro que somos, senão teríamos de ser perfeitos.
Quando você se opõe ao comportamento de uma pessoa, mas não fica com raiva dela, isso é perdão. Só quando conseguimos evitar a raiva é possível perdoar. Isto quer dizer que perdoar não significa continuar dando a outra face nem tampouco significa continuar convivendo com a pessoa. Basta não sentir raiva. A maioria das pessoas confunde tolerância com perdão.
Acredito que somos todos responsáveis por nossos irmãos. Somos seres humanos tentando viver melhor da forma que podemos. Alguns de nós levam uma vida na boa, outros nem tanto. Alguns são civilizados, outros não. Não importa.
Quando lidamos com os DESEJOS mais profundos de alguém, ajudamos mais quando perdoamos e não esquecemos. Queremos amá-los com a condição de que conquistem nosso amor. Mas quando lidamos com as NECESSIDADES das pessoas, queremos perdoar e esquecer.
Viu a diferença? Vamos sempre distinguir essas duas formas de amor e aplicá-las com sabedoria. Talvez, como resultado, consigamos reduzir o número de fazedores de louco em nossas vidas, ou pelo menos tornar a convivência com eles menos difícil.
Boa semana. Adriana
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