quarta-feira, 4 de maio de 2011

Amor, respeito e liberdade!

Dedico o texto abaixo, de autoria de Kalil Mascarenhas, às mães.

Que Deus abençoe, proteja e ilumine às mães que sempre estão presentes, afetuosas e dispostas.
Um abraço com carinho em todas as que desempenham a FUNÇÃO DE MÃE.


Amor, Respeito e Liberdade!


Autor: Kali Mascarenhas

Aquilo que existe em mim e faz parte de mim pode ser transformado se eu quiser.

Aquilo que é do outro só pode ser transformado por ele, e será compreendido e aceito por mim, dentro dos meus limites, se existir respeito.

Posso falar ao outro conforme me sinto em relação ao que ele faz ou diz, se houver liberdade.

Não posso afirmar: “Aquilo que o outro fez ou disse me feriu.”

Eu é que me feri com AQUILO que ele fez ou disse, tenho opções.

Eu sou dono das minhas emoções, sensações e sentimentos. Também das minhas atitudes,
pensamentos e palavras!

Maravilha.

Não é coerente dizer que fiz algo para alguém só porque alguém fez isso comigo primeiro. Se eu agisse assim eu seria apenas resposta e eco, sem vida.

É mais valioso optar por agir ao invés de apenas reagir.

É mais sensato perceber que sou dono das minhas ações e se faço algo sou o responsável por isso.

Tenho escolhas.

Reconheço que as rédeas do meu destino estão nas minhas mãos e me recuso a segurar as rédeas do destino do outro. É meu direito.

Busco o AMOR em sua mais bela expressão e por isso abro mão de querer ter o controle sobre a vida do outro.

Quero amar com liberdade.

Quero amar com plenitude.

Quero amar porque é bom. Com RESPEITO e LIBERDADE AMOR.


Boa semana. Adriana

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Comunicado

Comunico que a Palestra: Como Lidar com Pessoas Difíceis, foi cancelada.

Os interessados podem ligar para informações sobre próximas datas.

Contato: 3485 8060 ou 9295 6522

Obrigada
Adriana

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Violência contra os idosos

PALESTRA Como lidar com pessoas difíceis


Dia 03/05/11 às 19:30hs

Reserve sua vaga, deixe seu nome na lista de interessados, pois para nossa segurança ficará uma lista com os nomes na portaria do prédio.

Tel: 3485 8060 ou 9295 6522

Investimento: R$ 20,00



VIOLÊNCIA CONTRA IDOSOS
Hoje falo sobre a violência contra os idosos, principalmente no ambiente familiar e tenho como base o texto de Rubens Lessa, Respeito e Dignidade para a revista Sinais dos Tempos edição Especial 2010.

Desde 2003 temos o Estatuto do Idoso que afirma “o envelhecimento é um direito personalíssimo”. O Brasil vem melhorando e a expectativa de vida aumentou nos últimos anos. Infelizmente a medida que a população idosa aumenta cresce também o número de violência contra o idoso. Temos também o Conselho Nacional do Idoso pela lei nº 8.842/94 que viabiliza o convívio, integração e ocupação do idoso na sociedade.

No Artigo 3º das Disposições Preliminares, o Estatuto do Idoso diz: “É obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do Poder Público assegurar ao idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária.”

As políticas púbicas em favor dos idosos são indispensáveis, mas é no âmbito da família, acima de tudo, que os direitos deles precisam ser respeitados. No Brasil, mais de 90% das pessoas acima de 60 anos moram com parentes ou vivem em suas próprias casas. A maioria das queixas é contra filhos, netos ou cônjuges, ao passo que 7% dos casos tem que ver com outros parentes.

As denúncias de abusos econômicos estão em primeiro lugar, vindo em segundo e terceiro, respectivamente, as de agressão física e de recusa dos familiares em dar proteção.

Os maus-tratos ocorrem em famílias de todos os níveis sociais, mas os abusos aumentam quando as famílias enfrentam problemas econômicos e desorganização social.

As formas mais comuns de abuso são: negligência (exclusão social e abandono), violação (dos deveres humanos, legais, médicos), privação (financeira, de escolhas, de decisões). Os maus-tratos tem como fonte o isolamento social e o abandono na velhice.

Entre as conseqüências dos maus-tratos, estão as seguintes: depressão, alienação, desordem pós-traumática, sentimentos de culpa e negação das ocorrências e situações que levam os idosos a viver em desesperança.

Segundo a Americam Medical Association, entende-se por abuso “qualquer ato de comissão ou omissão que resulte em lesão ou ameaça de lesão à saúde e ao bem-estar de uma pessoa idosa”. O abuso pode ser físico, psicológico, sexual ou financeiro. Célia Afonso Gonçalves afirma que ele “pode ser intencional ou não intencional, ou resultar de negligência”.

FATORES DE RISCO PARA ABUSO DE IDOSOS

. idade avançada
. escassos recursos econômicos, sociais
. baixos rendimentos, precárias condições de salubridade
. Isolamento social
. nível sócio-econômico reduzido
. baixo nível educacional
. debilidade funcional
. abuso de substâncias pelo prestador de cuidados ou pelo idoso
. alterações psicológicas e personalidade patológica
. história anterior de violência
. frustração ou exaustão do prestador de cuidados
. limitação cognitiva.

(Adapt.de Swagerty DL Jr, Takahashi PY, Evans JM. Elder mistreatment. Am Fam Physician 1999 May 15;59 (10):2804-8).

Esse clima de indiferença e ingratidão precisa dar lugar a atitudes de solidariedade, respeito e cuidado. Não por mero dever, mas por amor e reconhecimento.

Neste texto percebemos que o abuso contra idoso pode ser cometido sem intenção, porém se prestarmos atenção podemos começar tendo mais paciência com todos os idosos que cruzam nosso caminho, sempre há o que melhorar, basta querer.

Boa semana. Adriana

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Como se recuperar do abuso emocional

PÁSCOA


Desejo que os ensinamentos de Jesus renasçam em seu coração nesta Páscoa e perdure ao longo dos anos.


Feliz Páscoa para você e sua família.



PALESTRA: Como lidar com pessoas difíceis

Irei comentar sobre as pessoas que querem tudo do jeito delas e também ajudar a enfrentar o seu medo de rejeição, a lidar com a sua raiva entre outros sentimentos que as pessoas difíceis despertam em nós.

Dia 03/05/11 às 19:30hs

Local: Av: Abilio Pedro Ramos, nº 266 Jaçanã


Investimento: R$ 20,00

OBS: Peço que os interessados deixem seu nome com antecedência, pois para a nossa segurança a lista com os nomes dos participantes ficará na portaria do prédio.

Tel: 3485 8060 ou 9295 6522




COMO VOCÊ SE RECUPERA DO ABUSO EMOCIONAL?

Primeiro, entenda que a mudança é inevitável e que você tem forças para fazer as mudanças que quer e que precisa fazer. Com certeza, você não vai conseguir todas de uma só vez, porque até pode nem saber exatamente o que quer e o que precisa. Você pode começar a cuidar um pouco de você, sentar à mesa para tomar o café da manhã, fazer um exercício, tomar um banho gostoso e demorado.

Segundo, comece a reprogramar sua mente. Você pode até esperar que as coisas melhorem para começar a acreditar que elas vão melhorar; ou pode acelerar a marcha da sua recuperação começando a acreditar nas melhoras, independente das mudanças. Mesmo que o quadro continue o mesmo ou tenha mudado pouco, a grande diferença será como você se sente a respeito dele. Sua atitude mental fará a diferença.

Terceiro, procure ajuda e apoio. Existem grupos de apoio, terapeutas, conselheiros, amigas e outros profissionais da saúde que entendem o quanto você está sofrendo e que poderão ajudá-la. Não se confunda: abuso emocional é violência doméstica, sim.

Quarto, procure informações. Você não é a única a estar nas mãos de um parceiro abusador. Alguns batem, outros não, mas todos se comportam de modo muito parecido. Todos dizem mais ou menos as mesmas coisas cruéis. Você logo vai perceber que, como todos trabalham com o mesmo script, o que eles dizem não é sobre você, mas sobre eles.

Por último, comece a contar suas bênçãos. Sim, você passou por situações inimagináveis, dor e sofrimento que você não merecia. Reserve um tempo do seu dia para agradecer pelas coisas boas, saúde, trabalho, sorrisos dos filhos, qualquer coisa boa que tenha acontecido no seu dia. Essas ideias são apenas o começo, todas as sugestões são para afastar você da sua dor, sua mente de vítima para a conscientização de que é uma pessoa de valor e de que há muitas coisas para você conseguir e conquistar na vida. Você não sabe o que a aguarda no futuro, mas tenha certeza de que será muito, muito mais feliz do que você pode imaginar agora.

Esta primeira parte foi um resumo do texto Abuso ssssilencioso, de Claudia Bruscagin para a revista Sinais dos Tempos, edição especial 2010.

Ainda na mesma revista, mas no texto de Ivan Saraiva, Perdoar ou não: eis a questão; vejo que podemos refletir sobre a questão de modo simples e útil. Analisando três questões.

Questão 1. O perdão é algo que precisa ser aprendido e desenvolvido.

Quando falamos de perdão, estamos falando da obrigatoriedade de recriar relacionamentos destruídos pelos erros e pelas mágoas. É claro que essa obrigatoriedade é relativa. Perdoar tem um alto preço e nem todos estão dispostos a pagar. Em nossos relacionamentos sempre teremos de escolher o preço do perdão ou do não perdão. Mas teremos, inevitavelmente, um preço a pagar. Essa escolha é sempre muito difícil porque, em qualquer uma das decisões haverá perdas e muita dor.

Quanto ao perdão não se trata de merecimento ou justiça, e sim de graça. Perdão é oferecido para quem precisa e não para quem merece.

Questão 2. Perdão não implica convívio.

Não se deve reforçar nenhum comportamento negativo. Quando algum filho erra, nós o perdoamos, mas exigimos que mudem de atitude. O mesmo princípio deve ser aplicado a todos os relacionamentos. Até porque para que haja convívio mínimo o agressor precisa:

. Aceitar a responsabilidade pelo ocorrido.

. Expressar sincero pesar e arrependimento.

. De alguma forma, oferecer compensação conveniente.

. Prometer não repetir a conduta e

. Pedir perdão.

Caso isso não aconteça, você deve perdoar e cicatrizar qualquer mágoa, mas também deve tomar atitude cuidando de você, de sua saúde física e emocional.

Questão 3. O perdão tem muito mais a ver com o que Deus fez por mim do que com o que os outros fizeram contra mim.

A liberdade emocional e espiritual que você quer e precisa só é encontrada no perdão. Assim, a questão não é perdoar ou não e sim, perdoar ou morrer aos poucos.

Deixo um lembrete: no texto sobre como lidar com pessoas difíceis (duas semanas atrás) expliquei como lidar com a raiva, as mesmas citações ajudam na questão do perdoar.

Boa semana. Adriana

terça-feira, 12 de abril de 2011

Palestra: Como lidar com pessoas difíceis

A Palestra trata de técnicas para lidar com estas pessoas, além de auxiliar na administração das dificuldades que temos no trato com as pessoas difíceis.

Dia: 03/05 às 19:30 hs.

Investimento: R$ 20,00

Informações e inscrição: 3485 8060 ou 9295 6522  

Abuso Emocional, identifique.

Hoje inicio uma nova série de textos, desta vez sobre violência emocional também conhecida como abuso psicológico ou abuso emocional. Esta série de textos faz parte da campanha que iniciei em 8 de março sobre violência contra a mulher, idosos e crianças.
O abuso emocional é muito difícil de ser reconhecido, até mesmo pela própria vítima, quanto mais por quem está à sua volta. Por acontecer de forma sutil muitas vezes passa despercebido pelos familiares e amigos das vítimas. Em geral, a vítima não pensa nem sente que o abuso é abuso, e vai se anestesiando em relação a ele. Essa forma de abuso afeta principalmente mulheres e crianças,  não deixa marcas roxas, cortes nem ossos quebrados, mas deixa cicatrizes psicológicas  profundas, destrói a autoconfiança e autoestima da pessoa que vive o abuso e das crianças que estão à sua volta, marcando um padrão futuro de comportamento.
O abuso emocional é definido como qualquer julgamento, não importa a origem, que paralisa ou humilha uma pessoa, mantendo-a presa ao passado, ao mesmo tempo que o futuro só é visto através da perspectiva negativa do relacionamento abusivo.
O abuso emocional funciona como uma ‘lavagem cerebral’ e a vítima aprende que tudo o que faz é errado, tudo é sua culpa, não sabe nem pode nada. Se as palavras do parceiro a fazem sentir-se pequena, sem valor ou humilhada, e se ele não a respeita nem, leva em conta como você se sente, isso é abuso emocional. Mais importante ainda: isso é inaceitável.
Os relacionamentos abusivos são caracterizados por muito ciúme, negação da emoção, falta de intimidade, acessos de raiva, coerção sexual, infidelidade, ameaças, mentiras, promessas quebradas, jogos de poder e controle.
O abuso emocional é tão destruidor quanto o abuso físico. É tipicamente alternado com declarações de amor e afirmações de que tudo vai mudar. Os relacionamentos abusivos pioram com o tempo.
Os abusos emocional e verbal mudam, com freqüência, para ameaças mais abertas ou para abuso físico, particularmente em períodos de stress. Os abusadores são carentes e controladores; o abuso se intensifica quando eles sentem que vão perder o parceiro ou quando o relacionamento acaba (75% das mortes violentas de mulheres ocorrem depois da separação).
Até que você consiga reconhecer o abuso emocional e verbal, você continuará a sofrê-lo em sua vida, porque vai deixar que amigos, conhecidos e até estranhos a agridam de forma que a machuquem ou não levem em conta os seus sentimentos. Muitas vezes você até confunde ações abusivas contra você como realistas. Qualquer julgamento que você faça sobre si mesma que negue sua habilidade para criar bons relacionamentos e uma vida positiva para você, é abusivo e errado.
CICLO DO ABUSO
Abuso: o parceiro agride com palavras, atitudes ou comportamentos agressivos e/ou que humilham. O abuso é um jogo de poder para mostrar ‘quem manda’.
Culpa: depois do abuso, o parceiro sente culpa, mas não pelo que fez. Ele está mais preocupado com a possibilidade de ser pego e com as consequências causadas pelo seu comportamento abusivo.
Comportamento ‘normal’: o abusador faz de tudo para conseguir o controle novamente e manter a vítima no relacionamento. Ele pode agir como se nada tivesse acontecido, ou ele pode agir muito sedutoramente, jogando todo o seu charme sobre a parceira. Esse momento de doce paz, pode dar a esperança de que ele realmente mudou desta vez (quantas vezes isso já aconteceu?).
Fantasia e planejamento: o abusador começa a fantasiar sobre a maneira de abusar novamente da parceira. Gasta muito tempo pensando sobre o que ela fez de errado, com quem ela fala no celular e como ela vai pagar pelo mal feito. Então, ele planeja transformar a fantasia do abuso em realidade.
Armadilha: o abusador fica à espreita e põe seu plano em ação, criando uma situação em que ele possa justificar o abuso.
FORMAS DE ABUSO EMOCIONAL
. Colocar para baixo, chamar nomes, fazer pensar que está louca, fazer jogos mentais.
. Ameaças de machucar física ou emocionalmente. Ameaças de divórcio, traição, suicídio, levar as crianças embora, contar a todos sobre intimidades.
. Deixar com medo através do olhar, gestos, voz alta, quebrar coisas, destruir propriedade, dirigir em alta velocidade.
. Ameaçar fazê-la de empregada. Tomar todas as grandes decisões, agir como ‘mestre da casa’, negligenciar responsabilidades com trabalho, cuidado dos filhos e responsabilidades da casa.
. Padrões abusivos de sedução. Forçar a fazer coisas contra sua vontade. Criticar performance sexual. Contar sobre relacionamentos fora da relação.
. Não deixar que você trabalhe ou atrapalhar seu trabalho, controlar seu acesso ao dinheiro, esconder investimentos.
. Controlar o que você faz, com quem sai, com quem se encontra, com quem fala. Negar acesso ao carro. Deliberadamente afastar dos seus contatos de apoio.

Este texto é um resumo do texto “Abuso ssssilencioso” de Claudia Bruscagin para a revista Sinais dos Tempos, edição especial 2010, “Quebrando o Silêncio”.
Na semana que vem o texto é sobre como se recuperar do abuso emocional, ainda para mulheres, além de explicar mais sobre tal abuso e nas próximas semanas falarei sobre o abuso contra idosos e crianças.
Boa semana. Adriana
         
     

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Considerações Finais sobre: Como lidar com pessoas difíceis

PALESTRA: COMO LIDAR COM PESSOAS DIFÍCEIS

DIA 03/05/11 ÀS 19:30 HS

LOCAL: AVENIDA ABILIO PEDRO RAMOS, Nº 266, JAÇANÃ

PALESTRANTE: ADRIANA BARRETO

VALOR: R$ 20,00

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÃO: 3485 8060 E 9295 6522

VAGAS LIMITADAS, RESERVE A SUA.


Considerações Finais: como lidar com pessoas difíceis.

Hoje, finalmente, é o último texto do resumo do livro de Paul Hauck, Como lidar com pessoas que te deixam louco.

Sei que o livro concentra nas características feias das pessoas, não nos méritos e que as orientações são para deixar de lado a gentileza e a paciência com essas pessoas difíceis, mesmo sabendo que muitos tem dificuldade em ser firmes com sua família, parceiros e amigos.

As pessoas costuma achar que se queremos cooperação, respeito e amor, devemos agradar às pessoas ao ponto de sentirem obrigadas a não poderem nos recusar nada. Não só isso, mas se formos excepcionalmente generosos, somos levados a supor que as pessoas nos serão tão gratas que não nos negarão nada.

Quem dera fosse assim! Não é que este método não funcione. Funciona. Mas as coisas operam dessa forma apenas com pessoas maduras e sem distúrbios. Quando lidamos com pessoas imaturas e perturbadas, os ideais sublimes não dão resultado. Essa foi a clara conclusão da psicologia moderna. Quando estamos lidando com indivíduos imaturos e que sofrem de algum distúrbio, pioramos a situação quando oferecemos a outra face.

Para conseguir isso devemos aceitar os três princípios da interação humana que explicam como resolvemos os problemas com as pessoas e as três regras da determinação, que explicam o que devemos fazer para corrigir esses problemas. Mas, se você perceber que tem alguma objeção a essas ideias deve descobrir quais são e afastá-las, ou será impossível conseguir efetuar alguma mudança.

Os três princípios da interação humana

1. Você recebe o comportamento que tolera.

2. Os outros não vão mudar a menos que você mude primeiro.

3. Controle a sua tolerância excessiva.

As tres regras da determinação

1. Se uma pessoa faz algo bom para você, faça algo bom para ela.

2. Se uma pessoa faz algo ruim para você e não percebeu que estava se comportando mal, converse com ela, mas só por duas vezes, em duas ocasiões.

3. Se uma pessoa não tiver consideração por você uma terceira vez, faça algo igualmente perturbador com ela, mas isso deve ser feito sem raiva, sem culpa, sem pena, sem medo de rejeição, sem medo de agressão física ou prejuízo financeiro. (como vimos no capítulo da semana passada).

Observações:

Quando retribuímos um incômodo com outro e fazemos isso com a intenção de ajudar o outro a corrigir um mau hábito sem consideração, então não podemos ver essa reação como boa ou ruim. Se nossos esforços acabarem com os hábitos ruins e também levarem a correção deles, então devemos ver o sofrimento causado como bom. Não é o ato em si que é moral ou imoral, é a intenção por trás do ato, machucar ou ajudar, que determina o que é moral e ético.

O que faz toda a diferença é que essas atitudes sejam tomadas sem raiva, ódio ou sentimento de vingança. Do contrário, a regra número três seria uma definição de agressão e não de determinação.

A comunicação nunca é eficaz se não falamos a língua de quem escuta.

Qual é o papel do amor e do perdão nesse esquema?

Tal abordagem costuma chocar as pessoas e pode parecer negligente, insensível e puramente maldosa. Mas aqueles que ficam avisando os outros sobre seus atos impensados e que nada fazem além de reclamar são os verdadeiros negligentes e insensíveis.

A maioria das pessoas acredita que mostra o quanto ama alguém pelo quanto faz por essa pessoa: “Se você realmente me ama, faça o que est0u pedindo” é como aprenderam a entender o amor. Chamo a atenção para o fato de que o amor maduro e duradouro também é demonstrado pelo que não fazemos pelos outros. Das as nossas caras-metades tudo que pedem é como dar a uma criança todas as balas que deseja. Pode levar a distúrbios físicos e emocionais. Está na hora de dar um basta na indulgência como forma de amor.

Quanto ao perdão, lembremos que: não existem pessoas boas ou más e sim comportamentos bons e ruins, portanto devemos perdoar todo mundo, por qualquer coisa. Ninguém é mau, mas passível de cometer erros. Frequentemente, somos lembrados de que somos pecadores, é claro que somos, senão teríamos de ser perfeitos.

Quando você se opõe ao comportamento de uma pessoa, mas não fica com raiva dela, isso é perdão. Só quando conseguimos evitar a raiva é possível perdoar. Isto quer dizer que perdoar não significa continuar dando a outra face nem tampouco significa continuar convivendo com a pessoa. Basta não sentir raiva. A maioria das pessoas confunde tolerância com perdão.

Acredito que somos todos responsáveis por nossos irmãos. Somos seres humanos tentando viver melhor da forma que podemos. Alguns de nós levam uma vida na boa, outros nem tanto. Alguns são civilizados, outros não. Não importa.

Quando lidamos com os DESEJOS mais profundos de alguém, ajudamos mais quando perdoamos e não esquecemos. Queremos amá-los com a condição de que conquistem nosso amor. Mas quando lidamos com as NECESSIDADES das pessoas, queremos perdoar e esquecer.

Viu a diferença? Vamos sempre distinguir essas duas formas de amor e aplicá-las com sabedoria. Talvez, como resultado, consigamos reduzir o número de fazedores de louco em nossas vidas, ou pelo menos tornar a convivência com eles menos difícil.

Boa semana. Adriana

quarta-feira, 30 de março de 2011

Como lidar com os Desleixados, Maníacos por limpeza e Malas

Hoje é o penúltimo texto resumido do livro “como lidar com pessoas que te deixam louco” de Paul Hauck.


Os Desleixados, Os Maníacos por limpeza e os Malas.

Os desleixados e os maníacos por limpeza são tipos opostos e não vamos defender nenhum dos dois comportamentos até porque é perfeitamente possível viver feliz e criar uma família saudável sendo desorganizado ou perfeccionista, mas os problemas começam quando um é desleixado e o outro maníaco por limpeza.

Já os malas não se consideram como tal, mas costumam ser aqueles que reclamam do parceiro, ficam dando ordens desde que roupa usar até com quem saem; os que se acham ‘the best’ e contam suas exageradas proezas; os que gostam de irritar quem está dirigindo, cozinhando, trabalhando não os deixando fazer a tarefa do modo como estão acostumados; os muito pessimistas; pessoas que abusam da bebida; os descontentes; os que respondem uma pergunta com outra; os que tentam impor seus pontos de vista religiosos, políticos e esportivos a amigos e familiares. Ou seja, a lista é imensa e os problemas que parecem não ser nada mais do que irritação, na verdade são uma neurose, e os neuróticos se comportam como neuróticos.

Para que você consiga lidar com um neurótico, que são todos os tipos citados desde o primeiro texto e vamos chamá-los assim porque são pessoas que não são estúpidas, mas agem de forma estúpida. Então é preciso evitar algumas situações, que são: a culpa, sentir pena dos outros, medo da rejeição, medo de agressão física ou medo de prejuízo financeiro e a raiva.

Vamos começar pela raiva.

Existem quatro crenças que todos temos quando estamos com raiva, a primeira é que coisas ou pessoas deixaram você com raiva, a verdade é que você causou a sua raiva com pensamentos amargos e estes dominam seu corpo. Se você se treinar para questionar a ideia de que pessoas ou acontecimentos deixam você furioso e parar de pensar dessa forma, a raiva vai passar. Não é fácil de fazer, mas simples de entender.

O segundo erro é acreditar que se desejamos algo temos que tê-lo. Quando transforma desejos saudáveis em exigências neuróticas você acaba gerando a raiva dentro de você. Deixe de fazer exigências, principalmente quanto ao modo como os outros tem que se comportar, e deixará de se enfurecer ou se irritar.

O terceiro erro de quem está enfurecido é acreditar que quando alguém faz alguma coisa má, significa que ela é má. Pessoas fazem coisas negativas porque são deficientes, ignorantes ou perturbadas, não porque são más. Precisamos separar a classificação das pessoas da classificação dos comportamentos. Mas, isso não significa que só porque perdoamos as pessoas por nos fazerem algum mal, vamos ignorar seus abusos.

O último erro dos enfurecidos é acreditar que ser duro e cruel transforma pessoas más em boas. Isso faz com que odeiem ainda mais aqueles que as acusam, além de fazê-las muito menos dispostas a mudar.

A culpa

Se quiser confrontar um fazedor de louco e conseguir que ele respeite você, é essencial que não se sinta culpado quando deliberadamente resistir a ele. Enfrentar aqueles que nos enlouquecem é saudável para eles e para todo mundo. Lembre-se de que como não existem pessoas boas ou más e somente comportamentos bons ou maus, você logicamente não pode se sentir culpado. Você é humano, portanto imperfeito. Então, aprenda com seus erros, garanta que os outros tratem você com dignidade e não se sinta culpado por isso ou vai acabar recompensado com um comportamento ruim.

Sentir pena dos outros

Quando você fica firme e se recusa a deixar que seu parceiro ou filho imaturo conduza a sua vida com egoísmo, certamente vai receber lágrimas, gritos de ódio e acusações de injustiça. Eles fazem isso na esperança de que você se sinta culpado e tenha pena deles. Quando perceber este grau de perturbação naqueles que são próximos a você e que precisam de rédeas, fique feliz. É melhor que eles aprendam a dar valor ao que tem e deixarem de ser tão egocêntricos. Frustrá-los para conseguir trazê-los para a realidade é exatamente o seu objetivo.

Medo da rejeição

A rejeição não machuca, é inofensiva. Todos nós passamos por isso várias vezes ao longo da vida e conseguimos superar muito bem na maioria dos casos. Se você aprender a ignorar a rejeição que leva ao ponto de ficar imobilizado, está condenado a ser escravo das exigências dos outros. O seu medo de que pensem mal de você o enfraquecerá e fará com que continue se submetendo sempre.

Medo da agressão física ou prejuízo financeiro

Não faz sentido ter medo de ser rejeitado, mas faz muito sentido temer pela segurança física e financeira. Quando uma pessoa enfrenta uma dessas ameaças é perfeitamente racional que não resista. Aconselho que elas tolerem estes fazedores de loucos até que a ameaça passe ou que possam fugir.

Mas, é possível viver com todos os tipos de personalidades estranhas, você só precisa repetir para si mesmo algumas coisas sensatas como:

1. As coisas não precisam ser do seu jeito.

2. Mesmo se você não conseguir o que deseja, não é o fim do mundo.

3. Cedendo ao seu parceiro desleixado ou maníaco por limpeza, você pode acabar conhecendo comportamentos dos quais pode gostar, nunca se sabe!

Observe estes dois conselhos:

Primeiro: não espere que as pessoas façam o que ainda não conseguem. Tolere o que não pode mudar; é mais fácil do que dar murro em ponta de faca. Lembre-se de que nada aborrece você a menos que você permita.

Segundo: não leve os hábitos irritantes dos outros para o lado pessoal. Ignore o comportamento deles com elegância e siga adiante com a sua vida com serenidade. Aceite que existem pessoas excêntricas, cuide da sua vida e deixe que estraguem a delas se não querem escutar os seus conselhos.

Na próxima semana farei o resumo das considerações finais do livro e certamente há mais informações úteis para lidar com pessoas difíceis.

Boa semana. Adriana

quarta-feira, 23 de março de 2011

Como lidar com pessoas difíceis: Fracassados

Hoje resumo sobre o comportamento dos Fracassados, segundo Paul Hauck em seu livro “Como lidar com pessoas que te deixam louco”.


É difícil imaginar como uma pessoa pode fazer da infelicidade um hábito, mas isso é exatamente o que acontece com os fracassados. Eles fazem qualquer coisa para sabotar o próprio sucesso e esse ciclo se repete, eles não aprendem com o próprio comportamento negativo. Os fracassados autodestrutivos são pessoas que simplesmente evitam ou sabotam qualquer experiência prazerosa que tenham. Entram em relacionamentos e situações que todo mundo, fora eles, sabe que vão resultar em sofrimento. Quando alguém se oferece para ajudar, eles tendem a recusar a ajuda, como se preferissem sofrer. Eles manipulam a situação de forma que se torne totalmente ineficaz.

Eles também instigam sentimentos de raiva nas pessoas que lhe são importantes, sabendo que serão rejeitados. E quando isso acontece, ficam magoados e se sentem humilhados pela experiência. Quando tem a chance de curtir a vida boa e se divertir, eles tendem a não admitir que estão felizes. Eles podem até ajudar alguém em uma tarefa e ser bem sucedido, mas não fariam isso por si próprio. Geralmente rejeitam as pessoas que podem lhes fazer bem.

O nível de autopunição, que obviamente traz sofrimento e dor, é tão estável e consistente que mostra que eles desejam ser infelizes, embora ninguém tenha lhes pedido para fazer tais sacrifícios.

A causa do comportamento autodestrutivo

Os principais fatores psicológicos que fazem com que uma pessoa seja tão autodestrutiva são os sentimentos de culpa e inferioridade. Os sentimentos de rejeição são intensos. Essas pessoas costumam vir de lares onde havia violência, gritaria, discussões, muita infelicidade e pouca demonstração de amor. Essas pessoas aprendem a ver a si mesmas como imprestáveis, não merecedoras e inferiores. Eles vão fazer de tudo para convencer os outros de que as coisas boas ditas sobre eles são falsas. Outro sentimento que motiva os autodestrutivos é a culpa. Nós nos sentimos culpados apenas quando nos odiamos por causa do nosso comportamento indesejável, não porque simplesmente nos comportamos mal. É fácil perceber que o fracassado é um masoquista que vive se punindo. Embora eles possam ser gentis e generosos, são mestres na arte de sofrer e recusam a ajuda de amigos e entes queridos para acabar com o sofrimento.

Como lidar com os fracassados

Não se pode classificar as pessoas através da lógica. Você pode avaliar a aparência, a inteligência, o talento, a personalidade, a riqueza, e os valores. Entretanto, não é racionalmente possível classificar um ser humano. Você só consegue classificar coisas sobre a pessoa, mas não a pessoa como um todo. Ninguém em sã consciência julgaria um ser humano por uma única característica. Mesmo que chegássemos a um acordo a respeita de uma pessoa ser boa ou ruim, a questão de quem seria o juiz ainda permaneceria.

Nunca se pode dizer que alguém é melhor ou pior que você como ser humano.

Pessoas autodestrutivas não entendem isso, elas escolhem acontecimentos inocentes e os usam para magoar a si mesmas. Essas pessoas que se odeiam passaram por uma lavagem cerebral poderosa quando crianças que aceitam ser inferiores.

Dê a seus parceiros e amigos os melhores conselhos que puder. E isso é tudo que pode fazer por eles. Tome cuidado pra não ser prestativo demais, porque só vai se machucar cada vez que eles sabotarem seus melhores esforços. Não tenha pena do autodestrutivo, não faça rodeios, mostre respeito e compaixão adequados as enrascadas em que ele se mete, ofereça ajuda. Não devemos gritar nem criticar, simplesmente deixar que sofram por seus erros. O que você não pode deixar que façam é arrastá-lo para baixo junto com eles até que fique deprimido também. Não se exaspere no processo de tentar ajudá-los. Quanto mais perturbado você fica com o sofrimento que eles causam a si próprios, mais eles vão se sentir recompensados pelo que fizeram e pela pena que conseguiram, assim essa tendência só se fortalece.

Lembre-se de que eles olham para você como uma fonte de castigo e infelicidade para satisfazer suas necessidades neuróticas de serem infelizes.

Existe uma categoria de fracassado que podemos chamar de mártir, são pobres de alma que sofrem de autopiedade. Independente do motivo, não se preocupe desnecessariamente com esses indivíduos cheios de autopiedade. Quanto mais você der atenção a eles, mais estará recompensando suas neuroses. Ofereça ajuda, dê conselhos e motive-os a serem mais generosos consigo mesmos. Coloque o peso sobre as costas deles e mostre que eles, e não os outros, são responsáveis por suas vidas infelizes.

Importante: a terapia não costuma funcionar com esse tipo, a única coisa que funciona é o sofrimento contínuo propiciado por suas ações malucas durante anos. Quando realmente machuca, é mais provável que mudem, mas mesmo assim, não conte com isso. Se você se encontra em relacionamentos assim, deve estar lidando com pessoas tão rígidas, com tanto complexo de inferioridade e tão completamente descontroladas que terá de ser você a pessoa a mudar se de fato quiser manter o relacionamento.

Boa semana. Adriana

quarta-feira, 16 de março de 2011

Como lidar com os Mimados

Hoje resumo o capítulo sobre os Mimados do livro de Paul Hauck, intitulado: Como lidar com pessoas que te deixam louco.


Os mimados são pessoas que controlam os outros ao se mostrarem indefesas, choramingando e agindo de forma imatura, só conseguem sobreviver quando tem pessoas mãos fortes à sua volta para satisfazer às suas necessidades. São egocêntricos e não tem compaixão, reclamam constantemente e não aceitam não como resposta. Embota tenham alguma semelhança com os controladores, já que exigem que as coisas sejam feitas do seu jeito, não costumam ficar violentos ou agressivos. Eles choram, lamentam-se, fazem bico, imploram ou ficam magoados. Usam a culpa deliberadamente para conseguir o que desejam. O que você faz hoje não é suficiente para amanhã, amanhã você terá de repetir e fazer a mesma coisa ou até mais do que fez ontem. Eles acreditam que nasceram para ter uma vida boa e que os outros devem que se sacrificar por eles. Os mimados só pensam naquilo que faz com que se sintam bem e não no direito dos outros.

Tendem a ser teatrais, são muito emocionais, querem atenção o tempo todo e costumam ser exigentes demais. Já outros são narcisistas, além das características dos teatrais tem um senso de grandiosidade, um desejo de ser admirado e visto com altamente especial e importante. Eles esperam reconhecimento por todas as suas habilidades especiais e seus grandes sucessos e ainda assim, raramente demonstram ter recebido esse reconhecimento. Os narcisistas são exploradores, tiram vantagem, não se importam e não tem sentimento pelos outros. Costuma ter inveja das outras pessoas e acreditam que elas tem inveja deles. É claro que se acham superiores, são arrogantes e vaidosos. Fechando os tipos temos o mimado dependente, geralmente tem muita dificuldade em tomar decisões e costumam precisar de conselhos e garantias dos outros para terem certeza de que suas decisões são seguras. Tem medo de assumir responsabilidades nas áreas mais importantes de suas vidas. Apreciam quando os outros assumem as responsabilidades por eles. Tem medo de perder a aprovação e o amor, não se sente confiante nem habilidoso, não se sente à vontade quando está sozinho porque existe a possibilidade de ter de cuidar de si mesmo.

Como lidar com os mimados

Lembre-se, toda vez que você tênar mudar um hábito enraizado em outra pessoa, não será a pessoa mais popular do mundo. Embora esteja fazendo um favor a essa pessoa no longo prazo, ela não vai perceber isso. Espere ser rejeitado. Como o lema delas é “me dá, me dá, me dá”, a idéia de que deveriam retribuir escapa delas, portanto ensine-a lei da reciprocidade e interação social. Se começar a tratar-la como adulto que deve pensar nos outros, elas vão se tornar adultos mais atenciosos com um alto nível de tolerância à frustração. O objetivo da chantagem emocional do mimado é deixar você com medo dele enlouquecer ou cometer suicídio e você acaba cedendo. Então, não se sinta culpado quando enfrentá-lo, não volte atrás e não ceda. Não se sinta culpado quando estiver tentando fazer alguém crescer. Quando você for duro ele vai reclamar, chorar e sentir pensa de si mesmo, se você realmente o ama não ceda sempre a tudo que ele quiser, em vez disso dê o que é bom para ele. Agora se você tem medo de ser rejeitado lembre-se de que não precisa ter o amor a provação de todo o mundo com quem se envolve. Tolere a rejeição, mostre a ele que não pode controlar você com reclamações e choros.

Essas pessoas são perturbadas e se você acha que vão fazer alguma coisa que possa machucá-la seriamente, chame um médico. Se não for tão grave, deixe que sofram com o próprio comportamento manipulador até que percebam que não vão conseguir nada com isso. Nunca se esqueça que recebemos o comportamento que toleramos.

Sentir-se excessivamente mal e perturbado por causa dos problemas dos outros é neurótico. Nós nos importamos com as outras pessoas, sentimos por elas, mostramos compaixão e as defendemos. Entretanto, isso não significa que precisamos sofrer junto com elas e no mesmo grau de intensidade. Não ajudamos as pessoas quando ficamos perturbados a ponto de também estarmos em um estágio de confusão emocional. Se você sente muita pena dessa pessoa ou sofre junto com ela, vai recuar e, então, perpetuar o mesmo comportamento imaturo que ela teve a vida inteira. Quando você controlar sua culpa, a pena pelos outros e o medo de ser rejeitado, então poderá ser realmente uma pessoa amorosa com esses indivíduos; eles precisam de ajuda e de alguém com a cabeça no lugar, não de alguém que ceda aos seus caprichos e loucuras porque foi exatamente assim que essas pessoas ficaram do jeito que são.

Boa semana. Adriana

quarta-feira, 9 de março de 2011

Como lidar com pessoas difíceis: Controladores

Continuando a sequencia de comportamentos difíceis hoje resumo sobre os Controladores, de acordo com o livro: “Como lidar com pessoas que te deixam louco” de Paul Hauck.

Primeiro este tipo precisa organizar a festa, tudo tem de ser feito da sua maneira, se não é o líder, fica chateado, pois sente que precisa tomar todas as decisões. Quando diz algo todos tem de concordar com ele, se outras pessoas expressam opiniões diferentes das dele, isto soa como uma ameaça. Ele sente-se ameaçado porque quer se sentir superior, acredita que líderes são melhores que seguidores.

Atenção: nem sempre o controlador se vê desta forma, ele justifica as ordens porque se acha mais habilidoso, mais adaptado, que enxerga melhor as coisas ou simplesmente porque é mais organizado. Outra justificativa comum é que o controlador sempre diz que tem boa intenção.

Além disso, sua capacidade de tolerância à frustração é muito baixa, fica entediado e irritado quando precisa fazer algo para outra pessoa, mas trabalha como um condenado para conseguir qualquer coisa que entenda como um benefício para si próprio. Ou seja, tem sede de poder, não necessariamente físico, mas forças econômicas e políticas.

Tipos de controladores:

Paranoico

Controladores existem em todos os graus de intensidade, os paranóicos podem chegar a representar uma ameaça ou causar muita frustração, por exemplo, eles podem exigir que a família toda deixe de comer determinado alimento, por acreditar que faz mal a saúde. Pare ele, não importa se o resto da família concorda ou não com a idéia, ele simplesmente exige que seja feito do seu jeito.

Obsessivo compulsivo

Está preocupado em manter tudo em ordem, num grau absolutamente perfeito. Se preocupa em controlar o que as pessoas pensam e dizem, até nos seus relacionamentos mais íntimos. Tem a tendência a se preocupar demais em criar regras, listas e detalhes. É perfeccionista e naturalmente rigoroso ao extremo. O sistema de valores não t5em desvios. O que é certo é certo; o que é errado é errado e os dois nunca se misturam. Quando encontra pessoas com valores diferentes dos seus acaba sendo intolerante.

Tem dificuldade em delegar tarefas porque eles não farão “da forma como deve ser feito”. Essas características tornam o controlador muito rígido e teimoso, aspecto fundamental desse tipo de controlador. É comum também ter a mania de guardar e apego ao dinheiro. Alguns são tiranos e tratam seus subordinados como escravos.

Iludido

Acredita que alguém famoso ou da alta sociedade está apaixonado por ele.
Acredita que é especial, poderoso, brilhante ou que tem um relacionamento íntimo com uma pessoa famosa.
Acha que está sendo tratado de forma injusta e ameaçadora e que as pessoas estão tramando para machucá-lo ou difamá-lo.
Acredita que você ou outra pessoa tem uma doença ou deformidade física.

Ciumento

São tão inseguros de si que sempre acham que saem perdendo ao se comparar com as outras pessoas com quem seus parceiros se relacionam. Essas pessoas não acreditam que seus parceiros as amam e que são fiéis porque sofrem de um caso grave de baixa autoestima ou, simplificando, complexo de inferioridade.

Lidando com os controladores

Como o primeiro princípio diz que recebemos o comportamento que toleramos, pense como você ensinou-o a controlar a sua vida? Permitindo que conseguisse fazer o que desejava quando tentava controlar a sua vida. Você recompensou o comportamento dele e isso fez com que ficasse mais forte.

O segundo princípio da interação humana diz que nós precisamos mudar primeiro para que os outros mudem.

O terceiro princípio pergunta: o que devemos mudar? A resposta é: o excesso de passividade. E como devemos fazer isso? Sendo determinado, ou seja, defendendo seus direitos sem raiva.

Existem pessoas que tem dificuldades em ser determinadas, em não sentir raiva, em lidar com a pena, a culpa e o medo de rejeição, se esse é o seu caso terá dificuldades em lidar com os controladores e certamente precisa de ajuda.

Especificamente para lidar com obsessivos compulsivos

Não deixe muito tempo passar antes de protestar ou então eles vão se acostumar a lhe dar ordens. Depois converse, se não adiantar, faça coisas como: se ele se atrasa, deixo-o esperando da próxima vez. Se ele o tratar mal em uma festa, vá embora e deixe-o sozinho. Se não funcionar, aumente a pressão e se nada ajudar tente o castigo. Ou desista e tolere a situação sem ressentimento. Tenha cuidado, pois as coisas costumam ficar feias e você vai ter de pagar para romper com os velhos hábitos dos controladores, mas se a sua escolha foi querer conviver, então tem de pagar o preço.

Lembre-se quando nos deparamos com pessoas que além de controladoras são más e cruéis e que vão nos machucar se não fizermos o que desejam, a melhor coisas é ceder.

Este é apenas um resumo. Não é possível classificar um ser humano inteiro com base em uma ou meia dúzia de características, uma pessoa pode ser avaliada de milhões de formas. Não podemos classificar as pessoas. Podemos apenas fazer avaliações detalhadas sobre sua personalidade e as características de determinada pessoa. Isso vale para todos.

Boa semana. Adriana

quinta-feira, 3 de março de 2011

Contra a violência

Hoje vou iniciar mais uma campanha contra a violência de modo geral, porém vou falar mais sobre violência psicológica também conhecida como abuso emocional.
Como havia dito na postagem anterior vou postar uma série de textos sobre comportamentos difíceis de lidar, porém como o comportamento da semana passada (bullies) e o da próxima (controladores) são os perfis mais comuns dos(as) abusadores (as) decidi colocar a campanha entre eles.
   
CAMPANHA CONTRA A VIOLÊNCIA E O ABUSO


CONTRA A VIOLÊNCIA E ABUSO CONTRA CRIANÇAS, MULHERES, HOMENS E IDOSOS

CONTRA A VIOLÊNCIA FÍSICA E ABUSO EMOCIONAL

O que me mobilizou a ser mais uma a aderir ao movimento e iniciar mais uma campanha foram os números assustadores que eu encontrei na revista Sinais dos Tempos, edição de 2010, intitulada” Quebrando o silêncio, Violência contra a mulher, Acabe agora com isso”.

Vamos as estatísticas, segundo a Sociedade Mundial de Vitimologia, o Brasil é campeão de violência doméstica num ranking de países, a cada 16 segundos uma mulher é agredida por seu companheiro e 70% das mulheres assassinadas foram vítimas de seus próprios maridos.

Pesquisa feita pela Fundação Perseu Abramo e divulgada no ano de 2002 mostra que:

43% das mulheres foram vítimas de violência sexual;

33% de alguma forma de violência física.

27% de violências psíquicas

24% de ameaças com armas ao cerceamento de ir e vir

22% de agressão propriamente dita

13% de estupro conjugal ou abuso

11% de assédio sexual.

Somente 57% das mulheres brasileiras nunca sofreram qualquer tipo de violência por parte de algum homem.

Dados da OMS apontam que 1% a 10% dos idosos de países desenvolvidos sofram algum tipo de violência. Nos países pobres ou em desenvolvimento, as taxas são ainda maiores.

A organização não governamental SaferNet Brasil recebe uma média diária de 500 denúncias de pornografia infantil.

Ao longo das semanas irei publicando outras informações e principalmente como identificar agressores e comportamentos das vítimas.

Agora encerro como os dizeres da campanha SEDH contra violência sexual contra criança e adolescentes:

QUEM NÃO DENUNCIA TAMBÉM VIOLENTA

DISQUE DENUNCIA: 100

Eu vou me ater nas questões da violência psíquica também chamada de abuso emocional.

A violência psicológica é caracterizada por rejeição, depreciação, discriminação, humilhação, desrespeito e punições exageradas. Existem vários tipos de agressão que falarei em outros textos

Abaixo segue uma lista de comportamentos apresentados por abusadores (as). Identifique-os.

Colocar para baixo, chamar nomes, fazer pensar que está louca, fazer jogos mentais.

Ameaças de machucar física ou emocionalmente. Ameaças de divórcio, traição, suicídio, levar as crianças embora, contar a todos sobre intimidades.

Deixar com medo através do olhar, gestos, voz alta, quebrar coisas, destruir propriedade, dirigir em alta velocidade.

Ameaçar fazê-la de empregada. Tomar todas as grandes decisões, agir como “mestre da casa”, negligenciar responsabilidades com trabalho, cuidado com os filhos e responsabilidades da casa.

Padrões abusivos de sedução. Forçar a fazer coisas contra sua vontade. Criticar performance sexual. Contar sobre relacionamentos fora da relação.

Não deixar que você trabalhe ou atrapalhar seu trabalho, controlar seu acesso ao dinheiro, esconder investimentos.

Controlar o que você faz, com quem sai, com quem se encontra, com quem fala. Negar acesso ao carro. Deliberadamente afastar de seus contatos de apoio.

Importante lembrar que não precisa ter todos os comportamentos da lista acima para se encaixar no perfil de agressor, basta a constância do comportamento.

Boa semana. Adriana

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Como lidar com pessoas difíceis: Bullies

Vou iniciar uma sequência de textos que falam sobre “como lidar com pessoas que te deixam louco”, os textos serão resumos do livro de mesmo título do autor Paul Hauck.


Existem alguns tipos mais comuns como Bullies, Controladores, Mimados, Fracassados e Desleixados, Maníacos por limpeza e Malas. A sequência será esta e entre Bullies e Controladores falarei sobre a violência contra a mulher e de modo geral, afinal a violência é causada por estes dois tipos de comportamento.

Bullies: acham que mandam no mundo. Já que conseguem intimidar a maioria das pessoas que conhecem, eles não tem problemas em usar a força física para conseguir o que desejam. Insistem para que as coisas sejam do jeito deles e não ligam para o que vão precisar fazer para conseguir isso. Tem pavio curto, não fazem distinção clara do que desejam e do que precisam, para eles querer uma coisa é o mesmo que precisar. Eles simplesmente são egocêntricos, ligam pouquíssimo para o problema dos outros; não se importam se você está magoado, se é inocente ou tem uma boa razão para agir de determinada forma. É muito comum a raiva crescer e eles costumam ficar mais violentos quando soltam sua fúria.

Existem dois tipos de Bullies: os adolescentes o antissocial, que tem como maior problema a impulsividade que interfere na capacidade de fazer planos. É agressivo, se irrita com facilidade e tende a resolver a maior parte dos problemas brigando. Também é imprudente e não se importa com a própria segurança, nem com a dos outros. Irresponsável, portanto é mau empregado, tende a não cumprir promessas, principalmente as financeiras e parece não se importar em tratar mal as pessoas. Eles podem acreditar que: alguém os irritou; as coisas tem de ser do jeito deles porque é melhor; as pessoas que não cedem para eles são más; e se eles forem duros com essas pessoas vão transformá-las em pessoas boas, melhores.

Como lidar com os Bullies: devemos esquecer a ideia de que esses indivíduos precisam ser amados e compreendidos e que só isso vai ajudá-los a se comportar melhor. O que precisamos é ser firmes, porém carinhosos. Essa é uma combinação saudável que pode fazer maravilhas com as pessoas. Para fazer isso, a maioria de vocês que tem problemas com Bullies terá de superar vários problemas psicológicos ou a forma de lidar com eles não vai dar certo.

A primeira coisa é não ficar com raiva deles, use a firmeza e leve-a até onde for necessário para corrigir o comportamento deles. O castigo precisa ser um grau moderado de desconforto. Não tenha discussões intermináveis com eles para justificar o castigo.

Este é o amor que não tem medo de ser duro quando necessário.

Então, se não mudarem ou os aceitamos como são ou rompemos o relacionamento com eles.

Lembre-se sempre:

Primeiro: você recebe o comportamento que tolera, ou seja, ensinamos as pessoas a fazerem o que fazem conosco.

Segundo: os outros não vão mudar até que você mude o seu próprio comportamento primeiro.

Terceiro: reduza a tolerância que você tem em excesso.

Observações importantes:

Seja determinado, dando castigo, não fazendo nada com sentimento de culpa e não tendo pena da pessoa que o está incomodando, o objetivo dela é exatamente esse: deixar você incomodado.

Se você vai sofrer algum mal físico ou financeiro, sugiro que não seja determinado, o preço a pagar pela mudança pode ser alto demais. Aprenda a tolerar ou saia do relacionamento. Independente do que faça, não tolere esses relacionamentos com raiva, essa é a fórmula para o desastre.

Importante: este é somente um resumo geral e se você tem receio de ser rejeitado ou não é determinado, se fica com muita raiva ou se confunde amor com permissividade se tem dificuldade em disciplinar e não é firme, logicamente você também precisa de orientação e apoio para lidar e conviver com pessoas difíceis.

Boa semana. Adriana

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

A sua parte

Hoje vou falar sobre fazer bem ao próximo, sei que muita gente acha isso bobagem ou não quer ajudar quem acredita que é folgado, encostado ou qualquer coisa do tipo, acontece que pode ajudar qualquer pessoa, você pode escolher quem e como ajudar não há desculpa. Nem a desculpa da falta de tempo justifica não olharmos para as necessidades de outros seres humanos. Aliás se você tem pouco tempo significa que trabalha muito e tem melhores condições, não estou falando de ajudar pessoas que acham que os outros tem que suprir suas necessidades e sim daqueles que precisam ser ajudados a se desenvolver, estou falando de dar oportunidade a quem quer aproveitar. É este tipo de voluntariado que eu apoio e defendo.


Ser voluntário é doar seu tempo, trabalho e talento para causas de interesse social e comunitário e com isso melhorar a qualidade de vida da comunidade.

Segundo definição das Nações Unidas, "o voluntário é o jovem ou o adulto que, devido a seu interesse pessoal e ao seu espírito cívico, dedica parte do seu tempo, sem remuneração alguma, a diversas formas de atividades, organizadas ou não, de bem estar social, ou outros campos...”

E você faz a sua parte? Eu faço a minha, confira no link abaixo o vídeo da instituição onde sou voluntária. O vídeo diz tudo e mostra uma pequena parte do nosso trabalho.

http://www.youtube.com/watch?v=c39BATgg6YQ

Abaixo segue a relação dos cursos 2011.

Terça Feira

Artesanato em Tecido 14 – 16:30hs

Grupo Terapêutico 14 – 16:30hs

Cabeleireiro 14 – 17 hs

Manicure 14 – 17hs

Violão 18:30 – 20hs

Quinta feira

Melhor Idade 14 – 16:30

Tear 14 – 17hs

Violão 18 – 19 hs

Computação básica 19:30 – 20:30hs

Aula especial de artesanato, última quinta do mês das 14 às 17 hs

Sábado

Rede de computadores 14:30 – 17:30 hs(curso sujeito a formação de turma)

Inglês 14:30 – 16:30 hs

Matrículas dia 22 de fevereiro das 14 às 18 hs

Local: na sede localizada na Avenida Abilio Pedro Ramos, nº 266, Jaçanã

Boa semana. Adriana.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Bom senso

Hoje vou postar um textoque recebi por e-mail e como é um dos temas na minha relação para postagens decidi publicá-lo. Desconheço o autor, mas caso alguém saiba , por favor me informe para dar os devidos créditos. O texto é sobre bom senso, o que considero uma questão de sabedoria, pois com bom senso tudo se resolve, mas para tê-lo é preciso compreender e pensar sobre os lados das situações o que implica ter sabedoria. Mais importante que isso ter bom senso é também ter respeito, responsabilidade, honestidade e quaisquer virtudes que esclareçam os lados em questão.
A seguir o texto, espero que façam bom uso.  

"CARO(A) AMIGO(A),


É com muita tristeza que lhe participamos o falecimento de um amigo muito querido que se chamava BOM SENSO…
… e que viveu muitos e muitos anos entre nós.

Ninguém conhecia com precisão a sua idade porque o registro do seu nascimento foi desclassificado há muito tempo, tamanha a sua antiguidade. Mas lembramo-nos muito bem dele, principalmente pelas suas lições de vida como :

«O mundo pertence àqueles que se levantam cedo »

«Não podemos esperar tudo dos outros »

Ou ainda, O que me acontece pode ser em parte também por minha culpa »

E também …O BOM SENSO só vivia com regras simples e práticas como: «Não gastar mais do que se tem »

E de claros princípios educativos como : «São os pais quem dão a palavra final »’

Acontece que, o BOM SENSO começou a perder o chão, quando os pais passaram a atacar os professores, que acreditavam ter feito bem o seu trabalho querendo que as crianças aprendessem o respeito e as boas maneiras. Sabendo que um educador foi afastado ao repreender um aluno por comportamento inconveniente na aula, agravou-se o seu estado de saúde.

Deteriorou-se mais ainda, quando as escolas foram obrigadas a ter autorização dos responsáveis, até para um curativo no machucado de um aluno, sequer podiam informar os pais de outros perigos mais graves incorridos pela criança.

Enfim, o BOM SENSO perdeu a vontade de viver quando percebeu que os ladrões e os criminosos tinham melhor tratamento do que as suas vítimas. Também recebeu fortes golpes morais e físicos, quando a Justiça decidiu que era crime defendermo-nos de algum ladrão na nossa própria casa, enquanto a este último é dada a garantia de poder queixar-se por agressão e atentado à integridade física ...

O BOM SENSO perdeu definitivamente toda a confiança e a vontade de viver quando soube que uma mulher, por não perceber que uma xícara de café quente iria queimar-lhe, ao derramá-lo em uma das pernas...Recebeu por isso, uma colossal indenização do fabricante da cafeteira elétrica.

Certamente você já reconheceu, que a morte do BOM SENSO foi precedida pelo falecimento:

Dos seu pais: Verdade e Confiança;

Da sua mulher Discrição;

Da sua filha Responsabilidade e do filho Juízo.

Então, o BOM SENSO deixa o seu lugar para quatro falsos irmãos :

« Eu conheço os meus direitos e também os adquiridos »

« A culpa não é minha »

« Sou uma vítima da sociedade »

- « Meus pais não sabem nada e cobram demais »

Claro que não haverá multidão no seu enterro, porque já não temos muitas pessoas que o conheçam bem, e poucos se darão conta de que ele partiu.

Mas, se você ainda se recorda dele, caso queira reavivar a sua lembrança, previna todos os seus amigos do desaparecimento do saudoso BOM SENSO fazendo circular esta comunicação…

Senão, não faça nada... deixe tudo como está!!!"


Recebi por e-mail em 07/02/11 Autor desconhecido
Boa semana. Adriana 

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Terapias Alternativas, como escolher

Vejo muitas pessoas com dúvidas sobre qual o melhor tratamento para seus sintomas ou doenças, além é claro dos tratamentos convencionais, medicamentosos. Hoje a variedade de terapias alternativas e tratamentos alternativos é grande e infelizmente há poucas explicações , por isso decidi dividir as informações que obtenho a respeito de como escolher o melhor tratamento.


Não vou explicar cada terapia, porém vou enumerar o que devemos fazer e evitar para escolher corretamente.

Primeiro é preciso identificar se o seu sintoma é físico ou emocional, para isso é necessário procurar um médico e fazer exames. Tratamentos alternativos podem tratar um sintoma que esconde uma doença que necessita de tratamento convencional.

Se o que você tem são sintomas de dor de cabeça, nas costas, dores musculares que você já sabe que são tensionais então procure se informar quanto a técnica que te interessa, como acupuntura, cromoterapia, yoga entre outras; este é o segundo passo, obter informação da técnica que lhe chamou a atenção.

No segundo passo é importante você considerar que existe um tratamento que funciona melhor para cada pessoa, ou seja, se sua amiga fez tratamento com florais para dor de cabeça e funcionou não significa que vai funcionar tão bem para você também. Mesmo sendo sintomas idênticos o organismo de cada pessoa responde de uma maneira.

Então temos o terceiro passo que consiste em procurar um terapeuta para avaliar seu caso, não entre na prática de fazer o mesmo tratamento da amiga e pronto, não dê desculpa que falta tempo, que o consultório é longe, estamos falando da sua saúde, da sua qualidade de vida, não tente simplificar as coisas isso pode resultar em doenças piores.

Quarto passo, na consulta fale tudo, anote num papel, nas terapias alternativas informações sobre alimentação, sono, dificuldades de relacionamento, traumas, medos são importantes. Fale a verdade, não tente minimizar nem aumentar os seus sentimentos. Dica: uma boa consulta dura pelo menos 30 minutos com um bom terapeuta.

Quinto passo, faça corretamente o tratamento, vejo muitas pessoas dizerem que com elas não funcionou, mas quando questiono se retornou na época certa e se seguiu a prescrição ouço desculpas que respondem que não aderiram corretamente ao tratamento.

Lembre-se: Quem fez tratamento alopático por muito tempo demora mais a responder a tratamentos homeopáticos e com florais. Procure um profissional indicado por alguém que teve êxito no tratamento, muitos terapeutas se auto intitulam e não possuem formação ou experiência suficiente para atendimento.

Importante: voltando ao primeiro passo, se você identificou que seus sintomas são emocionais é necessário um acompanhamento psicológico, pois as terapias alternativas tratam sintomas e não suas causas.

Boa semana. Adriana

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Certo ou prazeroso

As pessoas passam por momentos de indecisão constantemente na vida e uma das situações onde esta indecisão fica mais evidente, pelo menos para a própria pessoa, é quando precisamos decidir entre o que seria mais certo e o que é prazeroso. Houve um tempo em que escolher o certo era estabelecido, isto ocorre ainda hoje, ao menos no discurso, entre algumas religiões, o que é certo sempre prevalece, o prazeroso pode ficar para depois ou ser negligenciado.


Já hoje o prazeroso parece prevalecer, vivemos na correria daquilo que acreditamos ser prazeroso, ter muitas coisas e pagar as contas. Hoje os compromissos cumpridos, honrados, são aqueles que trazem benefício a si mesmo. Nem sempre o certo fala mais alto, é tão comum nas mínimas coisas que não nos damos conta de como somos incorretos no trânsito( gritando e xingando o ‘mais lerdo’), no mercado (deixando o carrinho no meio do corredor), nas filas (sendo impaciente como se você estivesse esperando), na calçada e na escada rolante (como se ninguém mais precisasse passar) enfim todos estamos incorretos atrás de algum prazer, que não vem porque com tanta pressa já tem outro em vista...

Então vamos ao que interessa, o melhor é encontrar o meio termo entre o que é correto e o que é prazeroso, esta é a grande dificuldade, porém fica mais fácil quando você estabelece determinadas coisas das quais não quer abrir mão, temos como exemplo aquele comercial sobre a pirataria onde o pai compra um DVD pirata e o filho entende que tudo que é ilegal pode. A reação do pai é ficar espantado com o entendimento do garoto e só então ele se dá conta do que está ensinando ao filho. O pior acontece no dia a dia onde nós, adultos, imitamos as atitudes erradas dos outros porque todo mundo faz conversão errada, não pede nota fiscal, chega atrasado no trabalho, leva pequenas vantagens, mente só um pouquinho e por ai vai.

Precisamos lembrar de que quando estamos insatisfeitos com alguma coisa não somos muito honestos em nossos pensamentos e atitudes, por menor que seja o incorreto que cometemos estamos de alguma maneira insatisfeitos e sair do correto dá a sensação de que ainda controlamos algo, seja num simples grito com o colega do carro ao lado.

Não estou dizendo que o correto é ser tolo, ingênuo ou certinho, simplesmente que precisamos fazer o certo e ter prazer ao mesmo tempo, ou seja, precisamos adquirir a clareza de que fazer o certo traz prazer. Saber que não atrapalhou a vida de ninguém, que fez o correto mesmo quando os ‘espertões‘ levam vantagem, é saber que a maior vantagem está em dosar o que é melhor para a sua vida. Ninguém sabe como o outro realmente se sente.

Quando aquilo em que acreditamos está em desacordo como que fazemos (mesmo que tenha sido uma atitude escolhida como a melhor, mais rápida ou eficiente no momento) não temos a sensação de êxito ainda que ele seja de fato algo com bom resultado. Parece que algo continua faltando porque ser incoerente com si mesmo não traz alívio nem com o objetivo alcançado.

Não precisamos escolher entre fazer coisas certas OU prazerosos podemos fazer com que as coisas sejam corretas e prazerosas.

Boa semana. Adriana

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Seja próspero

Tenho notado que palavras de bom sentido tem feito as algumas pessoas a ficarem insatisfeitas como é o caso da palavra prosperidade; no meu entender prosperidade vai além das finanças, do dinheiro e dos bens materiais, entendo que a prosperidade está em tudo que é crescente, abundante e que traz felicidade, portanto há prosperidade financeira, social, profissional, espiritual, na saúde e em tudo mais que as pessoas se empenharem para melhorar seu empenho. Sendo assim todas as pessoas tem ou ainda podem ter prosperidade e muitas delas não perceberam isso.


Observo também que para algumas pessoas a prosperidade parece algo mágico como se algo (sorte) acontecesse e a prosperidade chega; na verdade, a prosperidade depende daquilo que fazemos e principalmente do que pensamos. Este texto tem como objetivo principal auxiliar na identificação do que você de fato acredita, do que pensa, identificar esses pensamentos automáticos e reavaliá-los para então modificar a forma de pensar e poder atrair e agir de acordo copm a prosperidade.

A explicação a seguir é muito resumida e simplificada, para algumas pessoas será necessário o auxílio de um profissional.

Funciona assim, os nossos pensamentos, nossas crenças (tudo que acreditamos) são formados por todas as informações que recebemos ao longo da vida, na criação familiar, na escola, na rua, nas amizades, no trabalho, na sociedade, enfim nós formamos nossas crenças também de acordo com nossas experiências; perceba como são muitas informações e infelizmente a maioria delas não é positiva, há muita crenças negativas e comuns como: “dinheiro não traz felicidade”, “quase todas as doenças são hereditárias”, “hoje em dia é muito difícil encontrar um bom emprego” e por aí vai. O que acontece é que mesmo a pessoa se empenhando em trabalhar muito, em cuidar da saúde e procurando viver de acordo como o que ela quer, o que age, mesmo sem ela perceber, é o que ela no fundo pensa. Ou seja, o seu querer só se concretiza se ele está afinado com a sua crença. A crença é mais que o pensamento ela é a raiz dele, que fica oculta. Por isso a importância de se conhecer, quem se conhece já identificou quais são as frases prontas que aparecem na cabeça quando está fazendo algo, a frase aparece como se desmotivasse, é pessimista, e mesmo a pessoa se empenhando nem sempre o resultado vem. Não acontece.

Para resolver: primeiro observe o que não acontece na sua vida; segundo identifique as frases negativas (crenças) mais constantes na sua cabeça; terceiro reescreva esta crença, por exemplo: se você pensa que dinheiro não traz felicidade, pense e escreva contantemente: “dinheiro traz felicidade porque é isso que eu acredito”. Pense no tempo presente, positivo e objetivo. Quarto faça um passo a passo das atitudes e providências que você precisa ter para o seu objetivo se concretizar.

Por último deixei a questão de viver no presente, não viver se lembrando do que foi, do que teve, não faça comparações, cada época tem sua prosperidade; também não fique preocupado com o futuro, pois ele só existirá se você fizer algo agora, no presente. Então olhe o que você tem e faz agora, suas possibilidades, condições e habilidades no momento. Goste do seu emprego e das atividades que desempenha hoje; goste do médico e do tratamento que você faz hoje; goste do lugar e da mobília que você tem hoje; goste das pessoas que você convive hoje, observe o que elas te ensinam, de bom e de ruim. Depois que você se sentir confortável, que aceitar o que já tem, a frases que você modificou, as novas crenças são concretizadas e a prosperidade será sua companheira.

Este processo é simples, porém trabalhoso e leva alguns meses para o resultado aparecer. O processo depende de cada pessoa, é individual.

Para obter mais esclarecimentos entre em contato.

Boa semana. Adriana

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Você precisa?

O ano está começando e é sempre bom fazer um balanço do que precisa ser mantido e do que precisa ser descartado, no caso dos comportamentos precisam ser adaptado ou eliminado. Por isso podemos fazer uma lista das coisas que estão boas, das que podem ser melhoradas e das que precisam ser eliminadas. Algumas coisas você conseguirá fazer sozinho, outras uma ajudinha de alguém resolve, mas tem algumas, principalmente as comportamentais que precisam da ajuda de um profissional. E se o comportamento está te incomodando ou incomodando alguém (você identifica quando as pessoas falam algumas vezes sobre o comportamento ainda que seja na brincadeira ou indiretamente), te impedindo ou complicando a sua vida nos últimos três meses .


Atenção: se o comportamento é do outro e não seu e ainda assim te incomoda, impede, complica, absorve, etc ainda assim quem precisa procurar o profissional é você, afinal ninguém muda sem querer, como não sabemos se a tal pessoa vai mudar quem precisa se adaptar e saber lidar com a situação é você para o seu próprio bem.

Estas são as situações mais simples para procurar a ajuda de um profissional, é claro que situações de depressão, síndrome do pânico, stress, dificuldades ou problemas de relacionamento amoroso, no trabalho, familiar, social, sintomas físicos de causa emocional (doenças psicossomáticas, também conhecidas como de fundo psicológico), preocupações excessivas, ideias repetidas que não saem da cabeça, irritação frequente porque as coisas não saem como você quer, medos que dificultam iniciativas, timidez, entre outros muito comuns no nosso dia a dia. Além destes motivos também é preciso considerar que para o auto conhecimento, confiança, tranqüilidade, equilíbrio emocional, bons relacionamentos e vida saudável o auxílio de um psicólogo é bem vindo e eficaz.

Na dúvida sobre realmente precisar ou não, basta uma consulta (relatando a situação com sinceridade)para esclarecer.

Além da psicoterapia (individual) eu atendo grupos fechados de até 4 pessoas com as mesmas necessidades, por exemplo, orientação para relacionamentos amorosos; apresento palestras (mínimo 10 pessoas); realizo orientação vocacional e trabalho com terapia holística.

Para saber os temas de grupos e palestras, para mais esclarecimentos, para tirar dúvidas ou sugerir temas para o blog entre em contato pelo e-mail: ababpsico@gmail.com ou ligue 3485 8060 e 9295 6522.

A informação é a melhor maneira de solucionar dificuldades. Por isso, mais do que divulgar o meu trabalho você pode estar auxiliando alguém a encontrar soluções. Ajude a divulgar estas informações.

Obrigada e boa semana. Adriana

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Ano novo, vida...

Ano novo, vida nova. Na verdade não é bem assim, é interessante observar como as pessoas criam expectativas para o novo ano mesmo sabendo que a mudança ocorre só no calendário, mais interessante é que geralmente as mudanças não agradam e esta é uma que parece ser esperada com ansiedade.


Espera-se que os problemas simplesmente desapareçam ou que algo, de repente, aconteça e mude o que está ruim. Isso acontece em todos os setores da vida. Um trabalhador insatisfeito com o seu emprego espera que do dia 31/12 para 01/01 sofra modificações em sua rotina, colegas de trabalho e chefe, coisa que em 365 dias não aconteceu. Um cônjuge não conformado com a separação espera que tudo que foi se diluindo ao longo dos anos de relacionamento se restabeleça na passagem do ano. Uma pessoa que não se cuidava se encontra doente e espera melhorar logo no inicio do ano e assim há inúmeras situações onde espera-se quase um milagre.

Esquecemos de que quando queremos que algo mude precisamos ter uma ação diferente, fazendo o que sempre fizemos teremos o resultado de sempre.

A vida pode ser nova, melhor, diferente em qualquer época do ano, basta observar o que queremos mudar e estabelecer as atitudes que são necessárias para a mudança. Lembrando sempre que não vivemos sozinhos, a vontade, a atitude e o sentimento dos outros tem de ser levados em consideração.

E se alguém quiser algo diferente da sua vontade pense se o modo dela não é melhor que o seu, afinal resistimos as mudanças principalmente quando ela vem da vontade do outro.

Desejo uma vida nova para você em 2011 e ela começa no modo como você pensa e vê as situações.

Boa semana. Adriana